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Mude sua atitude interior e sua vida se transforma

2 anos ago · · 0 Comentário

Mude sua atitude interior e sua vida se transforma

Há muito tempo, uma moça chamada Lili se casou e foi viver com o marido e a sogra. Depois de algum tempo, passou a não se entender com a sogra.

Personalidades muito diferentes, Lili se irritava com os hábitos dela, criticando-a
freqüentemente.

Meses se passaram e Lili e sua sogra, cada vez mais, discutiam e brigavam. De acordo com a antiga tradição chinesa, a nora tinha que se curvar à sogra e obedecê-la em tudo.

Lili, já não suportando mais conviver com a sogra, decidiu tomar uma atitude e foi visitar um amigo de seu pai. Depois de ouvi-la, ele pegou um pacote de ervas e lhe disse:

– Vou lhe dar várias ervas que irão envenenar lentamente sua sogra. Você não
poderá usá-las de uma só vez para se livrar dela, porque isso causaria suspeitas. A cada dois dias, ponha um pouco destas ervas na comida dela. Agora, para ter certeza de que ninguém suspeitará de você quando ela morrer, você deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável. Nunca discuta, e a ajudarei a resolver seu problema, mas você tem que me escutar e seguir todas as instruções que eu lhe der.

– Sim, Senhor Huang, eu farei tudo o que o senhor me pedir – respondeu Lili.

Lili ficou muito contente, agradeceu ao Senhor Huang e voltou apressadamente
para casa, para dar início ao projeto de assassinar sua sogra. Semanas se passaram e, a cada dois dias, Lili servia a comida “especialmente tratada” à sua sogra. Ela sempre se lembrava do que o Senhor Huang havia recomendado sobre evitar suspeitas e, assim, controlou o seu temperamento, obedecendo à sogra e tratando-a como se fosse sua própria mãe.

Depois de seis meses, a casa inteira estava com outro astral.

Lili tinha controlado o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante esse tempo, ela não teve discussões com a sogra, que agora parecia mais amável e mais fácil de lidar. As atitudes da sogra também mudaram, e elas passaram a se tratar como mãe e filha.

Um dia, Lili novamente foi procurar o Senhor Huang para lhe pedir ajuda e disse:

– Querido Senhor Huang, por favor, me ajude a evitar que o veneno mate minha
sogra. Ela se transformou numa mulher agradável, e eu a amo como se fosse minha mãe! Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei. Por
favor, Senhor Huang, me ajude!

O senhor Huang sorriu e acenou com a cabeça.

– Lili, não precisa se preocupar. As ervas que lhe dei eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O veneno estava na sua mente e na sua atitude, mas foi jogado fora e substituído pelo amor que você passou a dar a ela. Na China, existe uma regra dourada que diz:

“A pessoa que ama os outros também será amada!”

Lembre-se sempre:

“O plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória. Por isso, tenha cuidado
com o que planta!”

http://www.portaldafamilia.org/artigos/texto068.shtml

Uma minhoca no seu chá

2 anos ago · · 0 Comentário

Uma minhoca no seu chá

Numa clara manhã de sol, o homem e o sábio tomavam chá, sentados debaixo de uma videira.
-É uma bela manhã – comentou o sábio, enquanto se banhava no calor do sol.
-É, acho que sim – respondeu o homem, franzindo a testa, aparentemente esquecido da magia daquele dia perfeito.
– Você está se preocupando outra vez – observou o sábio.
– Diga-me: o que é que me deixa sempre tão preocupado? perguntou o homem.
– Isso é uma minhoca no seu chá – respondeu o sábio.
Sem prestar atenção naquilo, o homem retrucou educamente:
– É, acho que sim.
-Quer um pouco de chá quente? – perguntou o sábio, enquanto servia uma xícara e a passava para o homem.
O homem apanhou o chá e agradeceu. Prestes a beber um gole, olhou para dentro da xícara. Horrorizado, percebeu algo ali.
-Argh! Há uma minhoca no meu chá! Que coisa horrível! É nojento! E se eu não tivesse  visto essa minhoca e tomasse o chá? O que poderia ter acontecido? Eu poderia me envenar! Poderia ter morrido! – e enquanto mais falava, mais irritado ficava.
– Há uma minhoca no seu chá? – perguntou o sábio, enquanto apontava par uma vinha sobre a cabeça do homem – Ou o que você está vendo é apenas um reflexo?
Texto extraído do livro: O guia do preocupado.Dra Beverly Potter. Ed. Gente.
As vezes, nossa interpretação do que acontece, fica extremamente prejudicada pelo modo distorcido com que percebemos as coisas, e passamos a não enxergar a realidade e projetamos nossos medos e ansiedade às situações.

O Mestre e o animal morto

2 anos ago · · 1 Comentário

O Mestre e o animal morto

Essa ilustração diz respeito ao universo de significados cristãos.
Ouvi essa história quando era criança, e nunca esqueci, acho legal compartilhá-la. Não  conheço a origem dessa história e nem aonde  surgiu, mas nunca consegui esquecê-la. Vale esclarecer que esta história não está na bíblia e provavelmente não aconteceu de fato, mas nos mostra como é importante não focarmos nos pontos negativos reduzindo nosso universo de interpretações, devemos  aprender a olhar as coisas que acontecem de forma ampla, como um todo. Vejamos a seguir:
Jesus e alguns discípulos andavam pelos caminhos da Galileia quando um cheiro horrível impregnou o ar. Os discípulos logo tamparam o nariz e reclamaram do mau cheiro, que lhes incomodava demasiadamente. Jesus caminhava a frente tranquilamente, como se nada sentisse.
Um discípulo vendo que o Mestre caminhava na direção do odor desagradável, chamou-o:
Mestre Jesus, tampe o nariz… está um cheiro horrível, não sentes?
Jesus continuou a caminhar a frente do grupo, como se nada tivesse ouvindo ou sentindo.
Quanto mais andavam pior e mais forte era o mau cheiro, quase insuportável, causando náuseas a todos; mas, Jesus continuava a caminhar sem demonstrar qualquer alteração.
Mais alguns metros e perceberam que havia um animal morto à beira da estrada já em estado adiantado de putrefação, motivo e fonte de tão horrível cheiro. Os discípulos correram  para passarem longe de tão terrível  cheiro e visão. E mais uma vez o discípulo tentou alertar o Mestre:
Mestre Jesus, se afaste, venha para este lado; tem um animal morto à sua frente!
Mas, Jesus, caminhou na direção do pobre animal.
Os discípulos, horrorizados viram quando Jesus, calmamente, se aproximou do bicho e passou a observá-lo com grande atenção. De longe os discípulos, de narizes cobertos olhavam o mestre sem entender.
De repente, Jesus, disse:
Venham aqui e me digam o que estão vendo? Uns responderam: um animal morto; outros diziam: vermes; e ainda outros se manifestaram dizendo que viam a morte. Depois que todos deram suas opiniões. Jesus falou:Que belo animal! Quando vivo devia ter o pelo liso e brilhante. Após breve pausa, continuou:
Que belos dentes tinha este animal. Embora esteja morto há dias, ainda tem os dentes brancos e fortes.
Os discípulos, um a um , vencendo o nojo e vencidos pela curiosidade se aproximaram e olharam o animal, percebendo que as observações do Mestre eram verdadeiras.
Jesus, tão logo teve todos os discípulos perto de si, falou:  Em verdade em verdade vos digo, ainda que  o ser aparente nada ter de bom,  ainda que pareça totalmente corrompido, sempre há alguma beleza que podemos encontrar se tivermos a humildade de procurar! EM TUDO NA VIDA EXISTE DOIS LADO: BOM E RUIM NÓS TEMOS POR HÁBITO OLHAR SÓ O LADO RUIM VEJAMOS TAMBÉM O LADO BOM DAS COISAS E PESSOAS.
Autor desconhecido.

Depressão

3 anos ago · · 30 Comentários

Depressão

Observação: Nesse texto eu coloco algumas observações pessoais sobre a depressão e formas de tratamento, e tento orientar as pessoas que pertencem ao universo de significados cristãos, a não confundirem  buscar ajuda médica com “falta de fé em Deus”, e que é muito importante tratar a depressão; pois trata-se de uma doença que pode ter um impacto devastador na vida da pessoa e de seus familiares, com comprometimento significativo em várias áreas, por isso o tratamento medicamentoso e psicológico é indispensável. A resistência em fazer o tratamento adequado só prolonga o sofrimento da pessoa. 
Andréia Coliath
A depressão é um estado depressivo de humor que sempre esteve presente na história da humanidade. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa autoestima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado. A depressão é uma doença que afeta e compromete várias áreas da vida da pessoa, afeta e distorce a maneira como a pessoa se vê, como vê  o mundo, o futuro, como sente a realidade, entende as coisas, e manifesta emoções. Ela afeta a interpretação que a pessoa faz de si mesmo, dos outros e do futuro, altera a forma como o indivíduo se alimenta e dorme.
Causas: A depressão é uma doença multicausal. A depressão se desenvolve no cérebro, devido a um desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do humor. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. Além dessas causas bioquímicas, a depressão também pode ser causada por experiências traumáticas durante a infância ou adolescência, que podem causar distorções que moldam a percepção da realidade dentro de um aspecto negativista. Essas crenças ficam latentes podendo ou não se manifestar quando as pessoas passam por vivencias semelhantes às iniciais, que foram responsáveis pela introjeção negativista. O modelo Cognitivo propõe também que nossas emoções e comportamentos são influenciados pela maneira  como percebemos e interpretamos os eventos; e que o pensamento disfuncional ou distorcido geralmente está presente nos distúrbios psicológicos. Feridas emocionais desencadeados por eventos estressantes como perda de pessoa significativa, perda de emprego, perda de status social, desapontamentos, decepção, frustração intensa também são gatilhos que podem causar depressão.

  Alguns Sintomas comuns:

  •  Perda de energia ou interesse
  •  Humor deprimido
  •  Dificuldade de concentração
  •  Alterações do apetite e do sono
  •  Lentificação das atividades físicas e mentais.
  •  Sentimento de pesar ou fracasso
  •  Baixa Autoestima
  • Ansiedade e Insegurança

O diagnóstico sempre deve ser realizado por um profissional.
Tratamento:  Para tratar a depressão, deve-se  fazer uso de medicações para restabelecer o equilíbrio bioquímico do cérebro. Além do tratamento medicamentoso a pessoa pode fazer uso do acompanhamento psicológico. Atualmente o mais indicado é a Terapia Cognitiva Comportamental ( TCC), que utiliza técnicas cognitivas e comportamentais que ensinam o paciente a corrigir seus erros de pensamento. A TCC ensina a pessoa a  eliminar hábitos errados de pensar, corrigindo  o modo ineficaz de lidar com as situações, e  de interpretá-las. É necessário modificar essas interpretações distorcidas, através da correção dos pensamentos inadequados.
Através de algumas técnicas a pessoa aprende a duvidar dos pensamentos inadequados que tem, em relação a si mesmo, e ao outros, utilizando alguns questionamentos. Exemplos:
Eu posso afirmar com absoluta certeza que o que eu estou pensando é a verdade absoluta?
Esta é a única maneira de enxergar essa situação?
O que estou pensando é benéfico para meu bem estar físico e emocional?
Esta maneira de pensar é útil para minha vida?
Após fazer estes questionamentos a pessoa terá que decidir se é ou não prudente alimentar tais pensamentos, ou seja, se os mesmos não forem verdadeiros, úteis e benéficos, podemos  deduzir que os mesmos são mentirosos(distorcidos), inúteis(desgastantes), e fazem mal para nossa vida.
Nossos comportamentos refletem nossos pensamentos.
Nossos pensamentos são formados pelas crenças que adquirimos ao longo da vida, em relação a nós mesmos, aos outros, e as situações.
Através dos nossos pensamentos estabelecemos nosso diálogo Interno.
Nosso diálogo Interno pode ser Saudável ou Disfuncional.
Pessoas cristãs utilizam a Bíblia como um recurso e instrumento importante para corrigir e fortalecer o diálogo interno. Segundo Fp 4:8 o diálogo saudável obedece algumas recomendações: São elas: “ …tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso que ocupe o vosso pensamento”.
Para o pensamento cristão quando não obedecemos a essas recomendações, não filtramos os nossos pensamentos e corremos o risco de desenvolvermos doenças, como por exemplo a depressão, ou outros tipos de transtornos psicológicos.
O objetivo do transtorno psicológico é sabotar nossos propósitos de vida através de formas inadequadas de interpretar os eventos da nossa vida, portando o transtorno psicológico não é desencadeado pelas situações, mas pelas interpretações que fazemos.
Um exemplo Bíblico de Depressão: Pessoas cristãs também podem ter depressão.
Elias entrou num processo depressivo quando se sentiu ameaçado e sozinho diante das circunstâncias daquele momento. Ele estabeleceu um diálogo interno inadequado, sentiu-se desmotivado e pediu a morte a Deus. I Reis 19:1-8.
De acordo com o pensamento cristão, podemos tirar algumas lições deste texto bíblico:

  • Qualquer pessoa pode ter depressão, independente de ser cristão ou não.
  • O fato de sentir-se deprimido ou estar com depressão, não significa que a pessoa está em pecado.
  • Pessoas cristãs deprimidas se fortalecem com a Palavra de Deus. Salmo 50:15 “Invoca-me no dia da angustia; Eu te livrarei, e tu Me glorificarás”. Não é pecado procurar ajuda médica e nem falta de fé em Deus.
  • Depressão é como qualquer outra doença, e precisa ser tratada. Pense nisso: se alguém está como uma dor de cabeça constante é natural que procure um neuro; se a pessoa apresenta uma dor no estômago procura um gastro, se apresenta algum problema de visão procura um oftalmo. Por que algumas pessoas não se sentem confortáveis de procurar ajuda médica quando se trata de uma “dor emocional”?
  • Não desista!! Se trate!! Tenha fé que esse deserto emocional vai passar.
  • Vá em frente, tenha ânimo, essa angústia vai passar! Certa vez, disse Jesus: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo. Eu venci o mundo” (João, 16:33). 

Foi exatamente isso que aconteceu com o apóstolo Paulo quando escreveu a carta aos Filipenses. Estava preso dentro de um calabouço romano, escuro e úmido. Com certeza era uma forte razão para um grande desapontamento e tristeza.
O ativo e incansável batalhador do Evangelho estava agora confinado entre paredes geladas de pedra. Dali escreve uma carta de ânimo aos filhos na fé. Filipenses começa e termina invocando a graça divina sobre todos eles.
Paulo não deixou seus pensamentos o afundarem na escuridão das circunstâncias. Não permitiu que a ansiedade, o ressentimento e a raiva o dominassem.
Tem uma estória que ensina e relata muito bem o cuidado que devemos ter com os nossos pensamentos.
Certo homem morava num pequeno vilarejo e da sua casa ele avistava uma grande montanha. Este homem tinha um sonho e um dia o compartilhou com a sua esposa. Ele disse: Querida um dia quando eu me aposentar eu quero escalar aquela montanha. Os anos foram passando e o homem finalmente se aposentou.
Certa manhã o homem acordou bem cedo, com a ajuda da esposa arrumou suas coisas e foi em busca da realização do seu sonho. Após escalar horas e horas, o homem chegou finalmente ao topo da montanha. Sentia-se incrivelmente realizado, porém, quando ainda estava contemplando a paisagem ouviu um barulho e olhou em volta e percebeu que havia uma grande rocha atrás dele, então foi verificar do que se tratava o barulho. O homem ficou surpreso com o que havia atrás daquela rocha. Deitado no chão havia um grande e velho leão que agonizava de sede, o pobre homem movido de uma intensa compaixão pelo animal despejou toda a sua reserva de água na boca do bicho. Cansado da escalada resolveu se encostar um pouco na rocha para descansar antes de descer. O pobre homem cochilou e infelizmente nunca mais acordou, pois, o leão restabeleceu as forças e deparou-se com um belo banquete humano a sua frente. O leão não teve duvidas devorou o homem para atender seus instintos de sobrevivência.
Moral da história: Nunca alimente aquilo que pode te destruir!
Pensamentos inadequados desencadeiam o diálogo interno inadequado que pode matar nosso interesse pela vida, nossos sonhos e a nossa motivação interna e se não vigiarmos pode até destruir a nossa fé.
Para o cristão, Jesus é o  maior exemplo em relação a não dialogar com o mal. Quando estava no deserto foi tentado por aquele cujo objetivo é o de roubar,  matar e destruir. Jesus não ficou dialogando com satanás, antes quando foi tentado e desafiado, respondeu ao diabo utilizando a Palavra de Deus. O resultado nós sabemos qual foi. O diabo fugiu!. Tg 4:7 “ Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Não se entregue a depressão, se entregue a Deus e com certeza você encontrará refúgio, abrigo e força para enfrentar a depressão.
Pessoas cristãs utilizam a fé em Deus em todos as situações da vida, porém tem momentos que mesmo tendo fé em Deus, é importante procurar tratamento através da ajuda médica, fazer uso de medicação e tratamento psicológico. A medicação para Depressão deve ser prescrita pelo médico. Geralmente o especialista que prescreve a medicação para tratar a Depressão é o Psiquiatra.
Função da medicação: No cérebro existem células nervosas, os neurônios, e substâncias químicas que estabelecem a comunicação entre elas, os neurotransmissores. Em condições normais, a quantidade dessas substâncias é suficiente, mas ela cai consideravelmente durante a crise de depressão. Os medicamentos antidepressivos aumentam a oferta de neurotransmissores e promovem a volta ao estado normal do paciente. O tratamento da depressão mudou muito com a descoberta desses medicamentos que provocam algumas modificações químicas no cérebro pela oferta de substâncias mediadoras que estabelecem a comunicação entre uma célula nervosa e outra durante o processo de transmissão dos sinais. No deprimido, os níveis dos neurotransmissores são baixos. Os antidepressivos bloqueiam o mecanismo de recaptura (impedem que os neurotransmissores retornem à célula de origem) o que aumenta a quantidade dessas substâncias nesse espaço virtual entre os neurônios.
Desmame da medicação. Só o médico pode orientar corretamente o desmame medicamentoso, é preciso explicar que a retirada do medicamento nunca deve ser feita de forma abrupta, por isso só o medico especializado pode orientar no processo de diminuição gradativa da dose.
ANDRÉIA COLIATH

Depoimento Tratamento de Transtorno de Ansiedade Generalizada(TAG)

3 anos ago · · 0 Comentário

Depoimento Tratamento de Transtorno de Ansiedade Generalizada(TAG)

Quando conheci a Terapia Cognitiva Comportamental, já estava lutando há 4 anos com o Transtorno de Ansiedade Generalizado (TAG), que tinha culminado em uma crise de Síndrome do Pânico. Eu já fazia terapia há muitos anos, mas sempre saía com a sensação de que apesar de ter desabafado,  os problemas não estavam resolvidos.  Na minha primeira consulta com a dra Andreia fiquei muito surpresa quando ela disse que o objetivo da terapia era me ajudar a resolver meus problemas de forma independente, por mim mesma, e que a terapia tinha começo, meio e fim. Fiquei surpresa porque as terapias que até então eu conhecia me tornavam dependente do profissional para resolver qualquer situação por tempo indeterminado. Logo no começo já fiquei impressionada pois a cada sessão eu já saía diferente – algo tinha mudado dentro de mim. Me encantei com a Terapia Cognitiva, pois através de muitos exercícios (e lições de casa), ela me ensinou a identificar de forma racional e lógica a razão dos meus pensamentos disfuncionais, além de me mostrar o caminho para corrigi-los e ter a tão almejada inteligência emocional. E o melhor: ela me ajudou a adquirir confiança para lidar de forma independente com meus problemas e vencer os desafios diários. Um ano após o início da terapia realizei o meu grande sonho, que era seguir sem a ajuda das medicações psiquiátricas. Sou muito grata pelo tratamento que me foi oferecido pela dra Andreia, uma profissional extremamente competente que conseguiu me ajudar a me reerguer e vencer o meu maior desafio: a TAG.
 
S.F. F. 33 anos, funcionária pública

Depoimento Tratamento de Depressão

3 anos ago · · 0 Comentário

Depoimento Tratamento de Depressão

 
“Os meus primeiros sintomas de depressão apareceram ainda na adolescência. Após alguns anos de insucesso nos tratamentos foi com a Dra. Andreia que consegui vencer as mentiras e pensamentos sabotadores da minha mente.
Depressão é uma doença séria, mas tem cura!
Não deixe de procurar ajuda medica e um psicólogo!
Se for preciso uso de medicação, não tenha receio, os remédios nos ajudam muito a controlar a ansiedade e pensamentos.”
 
S. C. 27 anos- Professora

Depoimento Tratamento de TOC ( Transtorno Obsessivo Compulsivo)

3 anos ago · · 0 Comentário

Depoimento Tratamento de TOC ( Transtorno Obsessivo Compulsivo)

 
“Tive TOC ( transtorno obsessivo compulsivo) desde a infância, mas só descobri a doença aos 24 anos, após uma crise de ansiedade no trabalho. Comecei com medicamento e uma terapia que não teve resultado.
Em uma consulta com o Dr. Rubens Pitliuk, ele mudou o medicamento e recomendou terapia cognitiva comportamental. Através de uma indicação, felizmente encontrei a Andréia, e foi então que realmente comecei a me recuperar. Para mim a terapia cognitiva comportamental foi essencial, pois através dela aprendemos a pensar de forma diferente, a ter um novo olhar diante das variadas situações da vida e de nós mesmos. Se o medicamento ajuda a apagar o incêndio, a terapia cognitiva comportamental é um processo de aprendizagem que ensina como eliminar os pensamentos disfuncionais responsáveis pela manutenção do TOC,  e dessa forma  impede a ocorrência de novos episódios”.
 
E.A. 40 anos, professora.

Terror Noturno

3 anos ago · · 0 Comentário

Terror Noturno

É provável que você já tenha ouvido falar de casos de terror noturno ou talvez já tenha passado por um desses episódios em algum momento da vida. Os terrores noturnos e o sonambulismo estão entre os distúrbios do sono mais impressionantes. É o tipo de experiência que não se esquece tão facilmente: são momentos de grande perturbação e confusão que parecem eternos (embora durem apenas alguns minutos)
O terror noturno pertence ao grupo de distúrbios do sono, dentro dessa classificação se encontra o grupo de parassonias, que são divididos em três grupos:
 

  • Parasomnias do despertar

 

  • Parasomnias associados ao sono REM – (fase do sono onde temos os sonhos).
    Terrores noturnos pertencem ao primeiro grupo. A diferença entre o sonambulismo (que também é uma alteração do despertar) e os terrores noturnos é caracterizada pelo terror e o medo extremo associado à paralisia que mantém a pessoa em um grande estado de tensão. Normalmente, ocorrem entre as primeiras 2 ou 3 horas de sono.

Qual é a diferença entre os terrores noturnos e os pesadelos?
A principal diferença é que os pesadelos são inteiramente produzidos dentro da fase do sono REM, onde despertamos completamente. O terror noturno é um pequeno despertar: ficamos conscientes de certas coisas, mas não somos capazes de nos tornar independentes do sono e, muito provavelmente, quando o episódio de terror noturno acaba, continuamos dormindo e esquecemos o que aconteceu.
Os terrores noturnos incluem episódios de choros e gritos que aparecem de repente durante o sono profundo à noite ou também podem observados através de uma expressão facial de forte terror. Assim como acontece com sonambulismo, esse distúrbio geralmente ocorre em crianças de 4 a 7 anos e se tornam menos comuns após essa idade. Nos adultos, podem acontecer a qualquer momento e, em alguns casos, várias vezes em uma só noite. Durante um episódio de terror noturno na infância, a criança pode apresentar sintomas como sudorese profusa, freqüência cardíaca elevada, confusão e choros. Este sintoma não varia na adolescência nem na idade adulta.
Causas dos terrores noturnos
Pouco se sabe sobre os aspectos neurológicos e fisiológicos causadores dos terrores noturnos, mas, alguns especialistas em saúde mental acreditam que existem alguns fatores que podem desencadear esse distúrbio, entre os quais estão:

  • A falta de sono
  • Estados de estresse emocional
  • Uso de remédios ou algum tipo de droga
  • Problemas orgânicos

Diagnóstico
Para o diagnóstico, procure um profissional de saúde mental para que ele avalie o problema mais profundamente. Note que existem outros distúrbios com sintomas muito semelhantes aos dos terrores noturnos, que só um profissional qualificado consegue diferenciar e dar um diagnóstico final.
A ciência vem avançando muito nos últimos anos, mas ainda não há muitas explicações sobre a lógica, o funcionamento e as origens dos distúrbios do sono. Não existe um tratamento específico para os terrores noturnos. Assim como acontece com o sonambulismo, alguns profissionais recomendam técnicas alternativas como , relaxamento, meditação, hipnose,  etc. Desde que sejam complementares a uma intervenção psicológica ou psiquiátrica.
Texto extraído do site:http://www.psiconlinews.com/2015/09/terror-noturno-o-panico-durante-o-sono.html

Paralisia do Sono

3 anos ago · · 0 Comentário

Paralisia do Sono

  1. Você sente como se tivesse acordado dos mortos.

Basicamente sua mente acorda, mas seu corpo não, então você basicamente se sente preso dentro do seu corpo, incapaz de se mover. Muitas pessoas acordam se sentindo como se estivessem mortos.

  1. É como se você despertasse no meio do sonho.

A paralisia do sono pode acontecer durante qualquer uma das duas fases do ciclo natural do sono. Seu corpo entra em REM e deve, cedo ou tarde, sair desse estado, mas a paralisia do sono acontece quando seu corpo tem dificuldade em fazer a transição.

  1. A paralisia do sono muitas vezes é acompanhada de alucinações.

Algumas pessoas que  tiveram paralisia do sono relataram pesadelos, mas quando já estavam acordadas. A mente estava alerta e os olhos estavam abertos. Algumas destas alucinações acabam sendo terríveis porque parecem reais e a maioria das pessoas que passam por esta experiência acabam explicando o fenômeno de forma mística e espiritual.

  1. Você não pode ”despertar” o seu corpo.

Você apenas tem que esperar.

  1. Isso é natural e pode acontecer com você.

Pode acontecer com qualquer um na verdade. A maioria das pessoas terá pelo menos um episódio de paralisia do sono em suas vidas, mas podem não ficar cientes de que foi isso que aconteceu.

  1. É provável que aconteça quando você estiver privado de sono.

Algumas pesquisas têm mostrado que pessoas que constantemente não dormem o suficiente são mais propensas a experimentar a paralisia do sono.

  1. A humanidade elaborou explicações este fenômeno por toda a sua história.


Escrituras de médicos persas já relatavam sobre a paralisia do sono no século X, e desde então, as pessoas têm elaborado explicações sobre demônios, viagem astral, opressões e uma série de outras teorias.

  1. Sensação de ter algo em cima do seu peito.

O que explica esta pintura:
Combine o peso sobre seu peito com alucinações e você terá uma ideia da experiência assustadora que é uma paralisia do sono. Muitas pessoas relatam a experiência de se acordarem com alguma criatura ou algo sentado em cima de seu peito, como um duende ou uma bruxa, por exemplo.

  1. Isso não poderá matá-lo.

Pelo menos tudo não vai passar de um grande susto
texto extraído: http://www.psiconlinews.com/tag/paralisia-do-sono

Insônia

3 anos ago · · 0 Comentário

Insônia

A insônia é um distúrbio do sono comum que ocorrem em 30 milhões de americanos, de acordo com o Instituto de Medicina.
Uma pessoa com insônia tem dificuldade em adormecer ou em dormir. Quando as noites sem dormir persistem por mais de um mês, o problema é considerado crônico. Muitas vezes as pessoas com insônia crônica veem o problema ir e vir, experimentando vários dias de bom sono seguido por um período de sono de má qualidade.
Estudos mostram que pessoas com insônia que aprenderam a reconhecer e mudar os pensamentos estressantes dormiram melhor do que aquelas que tomaram pílulas para dormir no tratamento.
Seja qual for a causa, é mais provável você descanse se adotar comportamentos saudáveis para o sono. O sono é tão importante para a saúde quanto a dieta e a atividade física.
10 passos para melhorar o sono
Considere que os seguintes passos podem ser úteis na mudança de hábitos pouco saudáveis e melhorar seu sono:

  1. Criar um ambiente relaxante para o sono.Mantenha seu quarto escuro, fresco e silencioso o quanto possível. Mantenha os eletrônicos, como computador, televisão e celulares fora do quarto. A exposição a objetos e luzes estimulantes como desses aparelhos pode afetar os níveis de melatonina, o hormônio que regula o relógio interno do seu corpo.
    2. Não lidar com situações estressantes ou que induzem à ansiedade antes de deitar.Assim como o exercício, podem aumentar os níveis de energia e temperatura corporal, aumentar a tensão e provocar taquicardia.
    3. Defina um horário de sono. Manter uma rotina de sono regular. Ir para a cama e levantar-se no mesmo horário todos os dias, mesmo nos fins de semana. Não vá para a cama muito antes do horário estipulado. Você pode ficar mais tempo acordado e começar a se sentir ansioso. Isso tornará mais difícil adormecer.
    4. Limitar cochilos. Os cochilos no fim da tarde podem interferir com o sono noturno.
    5. Manter uma rotina regular de exercícios. O exercício aumenta o tempo total de sono, principalmente o sono de ondas lentas que é importante para reparação e manutenção do corpo. Porém, não se exercite no início da noite nem trabalhe perto da hora de dormir. Isso pode aumentar os níveis de energia e temperatura corporal, tornando o adormecer mais difícil.
    6. Evite refeições pesadas tarde da noite e o consumo de álcool. As refeições pesadas e mesmo um simples cocktail podem interferir na qualidade do sono no decorrer da noite.
    7. Evite fazer uso de nicotina e cafeína. Esses estimulantes podem tornar mais difícil o adormecer e o permanecer dormindo, especialmente se consumidos no final do dia.
    8. Programe o tempo de inatividade antes de dormir. Separar um tempo para relaxar e acalmar sua mente irá ajudá-lo a entrar em um estado sonolento. Meditação, exercícios de respiração, tomar um banho e ouvir música relaxante são excelentes maneiras de se acalmar a noite.
    9. Não verificar o relógio. Ao somar o quanto você está perdendo o sono pode criar ansiedade e tornar difícil o adormecer.
    10.Tome notas. Se você não pode parar o fluxo de pensamentos, levante-se e anote-os. Diga a você mesmo que poderá verificar a lista de manhã, por isso não há necessidade de manter-se preocupado esta noite.

Texto extraído:http://www.psiconlinews.com/?s=insonia

Transtornos do Sono

3 anos ago · · 0 Comentário

Transtornos do Sono

Textos a respeito dos principais Transtornos do sono: extraídos do site: (http://www.psiconlinews.com)
 
Você não está dormindo o suficiente? Poucas horas de sono prejudicam a nossa saúde psicológica.
Infelizmente, os  distúrbios psicológicos associados ao sono inadequado são muito comuns. E não causa admiração, uma vez que vivemos em um mundo muito diferente do que era décadas atrás, onde tudo acontece muito rápido e a tecnologia não para de avançar.
Por esta razão, é muito importante detectar quaisquer sinais de alerta em nosso comportamento ou em nossas vidas diárias que nos indiquem a necessidade de dedicar algum tempo a mais para descansarmos adequadamente . Neste artigo propomos sete destes sinais.

  1. Dificuldade para tomar decisões

Um dos sinais mais claros de uma noite de sono ruim é a dificuldade para tomar decisões, uma vez que afeta diretamente na capacidade de sermos eficazes no trabalho. Se você notar que está mais difícil de pensar claramente ou tomar decisões, pode ser que o seu tempo de descanso não esteja sendo satisfatório. Dedicar mais tempo ao trabalho durante a noite não é muito aconselhável, visto que ao fim do dia a nossa capacidade cognitiva e de concentração são mínimas.
Como é bem sabido, as horas de descanso são muito importantes para a consolidação da aprendizagem e das habilidades cognitivas, e a falta de sono dificulta este processo. Ficamos num estado em que somos menos produtivos.

  1. A memória falha

Algumas pessoas são muito eficazes para armazenar memórias e aprender, enquanto outras são muito esquecidas. A memória de cada um de nós é muito pessoal. No entanto, se você começar a sentir uma dificuldade rotineira para resgatar memórias ou para aprender coisas novas, provavelmente tem algo errado. Talvez o problema seja um sono insuficientemente reparador.
De acordo com o que explicamos no ponto anterior, e embora exista muita literatura sobre a  fase REM do sono, várias investigações argumentam que durante este ciclo de sono, nosso cérebro processa as informações capturadas durante o dia e ajuda a armazená-las corretamente, ou seja, forma os pacotes de informação que chamamos de memórias. Consequentemente, se não descansarmos adequadamente, ou não experienciarmos a fase REM em condições ideais, esta consolidação de memórias pode ser afetada.  Assim o nosso cérebro fica incapaz de reorganizar as informações e no dia seguinte não conseguimos nos lembrar muito bem do que vivemos no dia anterior. Se este descanso insuficiente for mantido por muito tempo, a diminuição da capacidade de recuperar informações (memórias) irá se acentuar.

  1. Você se sente irritado e deprimido

Tem sido muito relatado a associação que há entre a privação do sono e a possibilidade de sofrer  de depressão. De fato, é bastante comum a sensação de irritação e piora no humor depois de uma noite de sono ruim.
Uma pesquisa realizada pela Universidade da Pensilvânia mostrou que a limitação das horas de descanso para 4,5 horas por dia, durante um período de uma semana, causou estresse, irritabilidade, tristeza e exaustão mental nos participantes da pesquisa. Esses problemas, no entanto, são facilmente sanados tão logo os padrões usuais de sono sejam retomados.

  1. Apetite sexual

É verdade: a falta de desejo sexual está também relacionada com a falta de descanso. Se você começar a sentir falta de apetite sexual, é possível que esta seja a razão. O sono de má qualidade afeta muitas áreas da sua vida. Vários estudos mostram que homens e mulheres privados de sono têm o seu desejo sexual diminuído, por se sentirem cansados e sonolentos, e a pressão arterial aumentar.
Em adição, os homens que sofrem de apneia do sono (uma doença respiratória que ocorre durante a noite) também relatam níveis de testosterona abaixo da média.

  1. Aumento do apetite (comer mais)

Outro benefício que entra em jogo quando descansamos adequadamente é a capacidade de prevenir a  diabetes, já que otimiza a nossa resposta à insulina e nos impede de sofrer distúrbios metabólicos. Comer bem também nos ajuda a dormir melhor. É um círculo que se complementa e por isso devemos cuidar. Então, se você perceber que seu apetite aumentou inexplicavelmente, uma possível razão é que você está não esteja mantendo um ritmo de sono saudável. Você pode deduzir essa relação por pura lógica: quanto mais tempo ficamos acordados, ficamos mais ativos fisicamente e, portanto, comemos mais . As pessoas com insônia tendem a comer mais alimentos por ansiedade, e isto pode causar um aumento na massa corporal.

  1. Você não consegue administrar o estresse

De acordo com o que descrevemos acima, se você se sentir estressado pela falta de sono, reduzir o seu tempo de descanso só vai agravar a situação. Além disso, o sono insuficiente tende a aumentar a tensão, fazendo com que o aumento do tempo de repouso seja uma necessidade fundamental para cortar essa espiral.
Se esta situação persistir, a bola de neve crescerá cada vez mais: o stress vai aumentar, porque você dormiu pouco e, ao mesmo tempo, você vai dormir cada vez menos por causa do stress.

  1. Dificuldades de visão

Por último, abordaremos os efeitos nocivos ao nosso sentido mais precioso: a visão. É lógico que a falta de sono acabe afetando este sentido, visto que os olhos acabam fatigados. Não tendo o tempo adequado de descanso e limpeza, a qualidade da visão acaba sendo comprometida.
É como se passássemos horas a fio na frente de uma tela de PC, Smartphone ou similar. Os efeitos disto se refletem na dificuldade de concentração e no efeito de névoa no campo visual. Este fenômeno é conhecido como fadiga ocular .
Fonte: Psicologiaymente traduzido e adaptado por Psiconlinews
 

Feridas Emocionais

3 anos ago · · 0 Comentário

Feridas Emocionais

 
Os problemas vividos na infância podem provocar algumas cicatrizes emocionais que podem predizer como será nossa qualidade de vida quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro.
Este artigo aborda cinco das feridas emocionais ou experiências dolorosas da infância, que, aliadas a uma parte da nossa personalidade, nos ajudará a observar quais são as nossas próprias feridas:
1- O medo do abandono
A solidão é o pior inimigo para quem foi negligenciado ou abandonado na infância. Quem já sofreu abandono tende a abandonar prematuramente as pessoas com quem mantém um relacionamento ou seus projetos de vida por medo de ser abandonado novamente.
Seria algo como “eu vou antes de você me deixar”, “ninguém me apoia, não estou disposto a suportar isso”, “se você for, não precisa mais voltar…”.
As pessoas que têm feridas emocionais de abandono na infância precisam trabalhar o medo da solidão, o medo de ser rejeitado e as barreiras invisíveis ao contato físico.
A ferida causada pelo abandono não é fácil de curar, mas, você consegue perceber uma melhora quando esse medo da solidão começa a desaparecer dando lugar a um diálogo interno positivo e esperançoso.
2- O medo da rejeição
O medo da rejeição é uma das feridas emocionais mais profundas, porque implica na rejeição de nós mesmos, do nosso interior, ou seja, das nossas experiências, dos nossos pensamentos e dos nossos sentimentos.
Esse medo pode aparecer por vários fatores como, por exemplo, através da rejeição dos pais, da família ou de colegas e gerar pensamentos de auto rejeição e de auto desqualificação.
A pessoa que tem medo de ser rejeitada não se sente digna de receber afeto ou de ser compreendida e por isso se isola em seu vazio interior.
É provável que as pessoas que sofreram rejeição sejam evasivas e por isso é necessário trabalhar os seus temores, os medos internos e as situações que geram pânico.
Se este for o seu caso, ocupe o seu lugar no mundo, arrisque-se, tome suas próprias decisões. Faça isso aos poucos e perceba que você ficará menos incomodado se alguém se afastar ou se esquecer de você em algum momento, você não levará isso para o lado pessoal.
3- A Humilhação
Esta ferida surge quando, em algum momento, sentimos que outros nos desaprovam ou nos criticam.
Podemos gerar esse tipo de problemas nos nossos filhos se dissermos que são maus, estúpidos ou se os compararmos à outras crianças; isto destrói a autoestima deles.
As feridas emocionais de humilhação geram uma personalidade dependente. Além disso, como mecanismo de defesa, a criança pode aprender a ser “tirana” e egoísta além de repetir as humilhações humilhando outros.
Ter sofrido esse tipo de experiência requer que trabalhemos a nossa independência, nossa liberdade, a compreensão das nossas necessidades e medos, assim como as nossas prioridades.
4- A traição e o medo de confiar
Surge quando a criança se sente traída por um de seus pais, principalmente no descumprimento de promessas. Isso cria uma desconfiança que pode ser transformada em inveja e em outros sentimentos negativos por não se sentirem merecedores do que foi prometido ou das coisas que outras pessoas possuem.
Sofrer uma traição na infância constrói uma pessoa controladora. Se sofreu estes problemas na infância, você provavelmente sente a necessidade de exercer algum controle sobre os outros, o que normalmente se justifica como sendo uma personalidade forte.
Essas pessoas tendem a confirmar seus erros por meio de suas ações. Para curar as feridas emocionais da traição, é necessário trabalhar a paciência, a tolerância e o saber viver, assim como aprender a estar sozinho e a ter responsabilidades.
5- A injustiça
A injustiça como ferida emocional se origina em um ambiente onde os cuidadores primários são frios e autoritários, isso porque uma exigência exagerada de exercer limites gera sentimentos de impotência e inutilidade, tanto na infância como na idade adulta.
A conseqüência direta da injustiça na conduta daqueles que a sofreram é a rigidez, pois estas pessoas tendem a querer ser muito importantes e adquirir grande poder. Além disso, é provável que a pessoa desenvolva um fanatismo pela ordem e pelo perfeccionismo, bem como a incapacidade de tomar decisões com confiança.
Requer trabalhar a desconfiança e a rigidez mental, criando o máximo de flexibilidade e permitindo-se confiar em outros.
Agora que nós já sabemos sobre as cinco feridas emocionais que podem afetar nosso bem-estar, a nossa saúde e a nossa capacidade de nos desenvolver como pessoas, podemos começar a saná-las.
Fonte: LaMenteEsMaravillosa traduzido e adaptado por Psiconlinews.
Este artigo foi extraído do site: http://www.psiconlinews.com/2016/02/5-feridas-emocionais-da-infancia-que-persistem-quando-somos-adultos.html

A Jornada Conjugal – Slides

3 anos ago · · 0 Comentário

A Jornada Conjugal – Slides

Esse texto e slides dizem respeito ao universo de significados cristãos.
Nesta oportunidade, queremos falar a respeito dos 12 passos da Jornada do conjugal, citando os desafios e recursos que devemos usar, mas não nos esquecendo do nosso maior professor e inspirador Jesus.
E assim como Ele disse, se nós crermos poderemos fazer obras maiores do que as obras Dele.  Então CREIAM, e preparem -se para serem heróis do casamento. EF: 5 – 1
A Jornada Conjugal- Veja os slides

Depoimento fobia de avião

3 anos ago · · 0 Comentário

Depoimento fobia de avião

Meu primeiro vôo foi aos 25 anos, na minha lua de mel. Eu pensava: E se o avião cair? Meu Deus acabei de me casar e já vou morrer?  Durante o voo as minhas mãos ficaram frias, suadas, meu coração acelerou. Foi horrível!
Ao imaginar o retorno tinha os mesmos sintomas e mais dor de barriga e náuseas.
Conheci a Dra Andréia em um Congresso em que ela pregou para mulheres, Nesse Congresso ela explicou sobre o diálogo interno e falou muito sobre corrigir os pensamentos disfuncionais. Percebi que deveria tratar, procurei a Dra Andréia e iniciei o tratamento. Na Terapia Cognitiva Comportamental aprendi a questionar os pensamentos causadores de todo medo e pânico, e eu passei a filtrar todas as histórias ruins sobre aeronave, pois descobri que elas me geravam pensamentos catastróficos. Hoje consigo voar com paz e tranquilidade, depois disso fiz uma viagem de 10 horas de voo, e não tive nenhum sintoma de ansiedade.
P. L. 32 anos ( Contadora)

Depoimento terapia de casal

3 anos ago · · 3 Comentários

Depoimento terapia de casal

A terapia  de casais foi algo maravilhoso que aconteceu não só para o casal, como para nossa família. Em um momento delicado, aprendemos a ouvir um ao outro, priorizar nossa família e nos respeitarmos. Foi um tempo de autoconhecimento de cada um e do nosso casamento. A terapia foi essencial nesse processo, e graças a Deus e ao profissionalismo da Dra. Andréia, já fazem cinco anos que nosso casamento se transformou e tem melhorado a cada dia.
 M. F – Advogada-45 anos

Depoimento do tratamento de síndrome de pânico:

3 anos ago · · 0 Comentário

Depoimento do tratamento de síndrome de pânico:

 
“Eu entrei no consultório sem a menor esperança de solução. Já havia frequentado outros 2 psicólogos e um psiquiatra, e não tinha conseguido resolver nada. Na verdade eu não achava que o meu problema era psicológico, eu tinha convicção de que eu era portador de um grave problema cardíaco e que por isso eu iria morrer.
Meu estado de Pânico e Ansiedade já não me permitia acreditar em uma recuperação. Eu não dormia mais, não me alimentava bem, perdia trabalhos por medo de sair de casa, evitava ao máximo eventos sociais por medo de ter uma crise de pânico e todo mundo ficar sabendo.
Eu sentia todos os sintomas de um ataque cardíaco: Dores no peito, palpitações e tudo que eu lia na internet eu sentia, aliás, fazer consultas sozinho pela internet é uma péssima ideia, não faça.
Fazia Check Ups de saúde constantemente e por mais que os médicos me falassem que estava tudo bem, eu não acreditava. Durante a noite era comum eu correr para o pronto socorro, completamente apavorado, para fazer eletrocardiograma. Em 2 anos eu juntei 60 folhas de eletrocardiogramas em casa, era frequentador assíduo das emergências.
Eu realmente acreditava que não teria mais jeito.
Um amigo me indicou a Doutora Andréia. Comecei a ir nas consultas. Com o tempo eu comecei a sentir segurança na abordagem da Doutora e o método Cognitivo me despertou curiosidade. Me comprometi a fazer tudo o que fosse proposto na terapia. Ler os livros, praticar os exercícios da forma como fosse solicitado, mesmo que eu não entendesse no início. Me empenhei o mais rigorosamente possível. Realmente é necessário comprometimento por parte do paciente.
É impressionante como somos capazes de retomar totalmente o controle dos nossos pensamentos. Todos nós temos potencial para aprender a corrigir nossos pensamentos distorcidos.
A Doutora Andréia é uma profissional excelente. Durante a terapia ela me fez descobrir que eu poderia corrigir meus erros cognitivos e me ensinou a usar os meus pensamentos a favor da minha recuperação.
Considero a Terapia Cognitiva o melhor investimento que eu fiz em minha vida, e hoje, quando penso em mim mesmo no período das crises, sinto como se fosse um passado distante. Um passado que não me assusta mais, não me traz traumas e não me impede de seguir por um caminho tranquilo, aproveitando o melhor da vida, sem medo, e no controle dos meus pensamentos”.
A.L– Desenhista
38 anos

Aprendendo a linguagem do amor

3 anos ago · · 0 Comentário

Aprendendo a linguagem do amor

Esse texto diz respeito ao universo de significados cristãos.
Texto retirado do resumo do livro. As cinco linguagens do amor. Gary Chapman
Nesta obra, o autor pretende apresentar como é possível expressar um compromisso de amor, demonstrando que as pessoas expressam e recebem manifestações de diferentes maneiras, que ele denomina ‘linguagens do amor’.
 
Aprendendo a linguagem do amor .
As 5 linguagens do amor: Palavras de afirmação e de encorajamento / Qualidade de tempo/  Receber presentes / Formas de servir/ Toque físico.
O estudo sobre as cinco linguagens do amor, tem por objetivo nos conscientizar a respeito da nossa forma de  expressar amor e atenção as pessoas que são caras e próximas a nós e principalmente que compreendamos que é possível transformar momentos de crise em uma possibilidade de crescimento e transformação.
Que tipo de amor e essencial para nossa saúde emocional? A resposta a essa pergunta é : Aquele tipo de amor que dá sentido de pertencimento e significado, que faz com que a pessoa sinta que pertence ao outro e que é querido. O amor está associado a sentimentos que envolvem segurança, autovalorização e singularidade.
Sentir-se amado é a principal necessidade do ser humano, desde criança. Dentro de cada ser humano existe um tanque emocional esperando para ser cheio de amor. Podemos afirmar que este tanque emocional é preenchido adequadamente quando descobrimos qual a nossa primeira e principal linguagem de amor.  Podemos comparar esta primeira linguagem de amor emocional, com o primeiro idioma que nós aprendemos. Qualquer pessoa sente-se mais confortável com o primeiro idioma que aprendeu. Ela pode ao longo da vida adquirir outros idiomas, porém o primeiro é sem duvida o que a faz se comunicar melhor. Com um suprimento adequado de afeição uma criança torna-se um adulto saudável emocionalmente. Estudos demonstram que praticamente toda a conduta sexual irregular nos adolescentes tem sua raiz em um “tanque” do amor emocional vazio. Isso não quer dizer que os pais não dêem amor, mas que, muitas vezes, não compreendem a primeira linguagem do amor de seus filhos; sendo assim este indivíduo quando adulto terá a tendência de preencher seu “tanque” de amor de maneira inadequada. Muitos adultos lutam contra sua autoestima e não se sentem amados ao longo da vida quando sua primeira linguagem é violada de forma destrutiva.
O psicólogo Gary Chapman (especialista em terapia conjugal )classifica o amor em 5 linguagens diferentes e afirma que o conflito nos relacionamentos instala-se pela dificuldade que os casais têm em perceber qual a linguagem primordial do cônjuge.
Devemos estar dispostos a aprender a 1º linguagem de amor dos nossos cônjuges para comunicar o amor de forma efetiva e para mantermos vivo o amor após o casamento, pois as pessoas expressam e buscam o amor de formas diferentes, com necessidades emocionais muito particulares.

A primeira linguagem fala da importância das “palavras de afirmação” e de “encorajamento”. Segundo o autor, elogios verbais e palavras de apreciação são poderosos comunicadores do amor. ”Se desejamos desenvolver um relacionamento precisamos saber quais são os desejos da pessoa amada. Se queremos amar um ao outro, precisamos saber como fazê-lo.” Palavras amáveis e bondosas são extremamente importantes e a humildade na comunicação é fundamental, pois o amor faz solicitações e não imposições. Num casamento onde esta é a primeira linguagem de amor, se o cônjuge for uma pessoa extremamente crítica, e  agressiva no modo de falar, dificilmente o relacionamento será bom. Não há como desenvolver amor emocional com intimidações.

A segunda linguagem do amor fala da “qualidade de tempo”. Isso implica dedicar sua inteira atenção, sem dividi-la (estar junto, conversar com qualidade e ter atitudes de qualidade). “O aspecto central da qualidade de tempo é estar próximo”. Não quero dizer simples proximidade… Duas pessoas podem estar próximas sem estar juntas.    “O estar junto tem a ver com o focalizar a atenção.” Olhar nos olhos quando o cônjuge estiver falando, não fazer outra coisa enquanto ouve seu cônjuge. Esta atitude comunica que ele(a) recebem sua total atenção.

A terceira linguagem fala em “receber presentes”. Presentes são símbolos visuais do amor. Antes de comprarmos um presente para alguém pensamos naquela pessoa. O objeto em si é um símbolo daquele pensamento não importando o “valor”; o valor do presente não tem a ver com o preço, mas sim, com o amor implícito. O autor dá maior ênfase ao que ele chama de “presente da presença” o melhor presente é o presente de si mesmo.

A quarta linguagem fala de “formas de servir”, ou seja, procurar agradar a pessoa realizando coisas que ela aprecia, expressando o amor através de diversas formas de servir. “Os pedidos direcionam o amor, mas cobranças impedem que ele seja liberado.” Se a sua linguagem de amor for esta, e o seu cônjuge não for uma pessoa prestativa dificilmente você se sentira amado(a). Tente ser compreensivo porque todo comportamento é aprendido.  Geralmente pessoas pouco prestativas, foram crianças que nunca podiam contar com os pais para nada, e desde cedo tiveram que aprender a lidar com tudo sozinha, com certeza ouviram freqüentemente aquela frase “ se vira, porque você não é caju”. Seja paciente com o seu cônjuge e tente conscientizá-lo que servir a alguém não é sinal de fraqueza e nem de ser bobo, e sim uma demonstração de amor pelo próximo. Jesus disse que os que quisessem ser grandes deveriam servir aos outros.
Já a quinta e última linguagem do amor fala do “toque físico.” Muitas pessoas acreditam que aquilo que lhes dá prazer também dá ao outro e isso pode ser uma cilada. Vale a pena checar com o cônjuge se ele aprecia o mesmo tipo de toque físico que você.  O cônjuge que valoriza o toque físico gosta de abraçar, andar de mãos dadas, beijar, receber carinho, deitar no colo, massagens, e ter relações sexuais com maior freqüência, etc. Cônjuges cuja linguagem de amor é o toque físico se importam bastante com odores. Deve-se ter muito cuidado com o hálito e o suor, pois o olfato e o tato são os sentidos mais apurados.
As vezes eu posso acreditar que se eu expressar o meu amor pelo meu cônjuge da maneira como eu gostaria que ele(a) expressasse por mim, já é o suficiente para fazê-lo (a) feliz. Não é bem assim, eu tenho que aprender o que faz meu cônjuge sentir-se amado e feliz.
Para refletir:
Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo. Pensou ela: “Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o meu desejo.” Para sua imediata surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: “Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir!” Assim é a vida… Muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade alheia pode ser responsável pela nossa infelicidade…
Diálogo, franqueza, com delicadeza sempre, são os melhores remédios.
Para refletir:
PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA  Lc 15:8
Dracma- Algo precioso .
Mulher que perdeu algo dentro da sua casa.
Se perdeu algo dentro da sua casa é na sua casa que vai encontrar
A mulher não se conformou com aquela situação.
3 atitudes da mulher – que exigiram esforço da mulher:

  1. Acendeu a candeia ( luz – Palavra de Deus)-  A luz revela o que está encoberto pelas trevas e faz com que a gente enxergue melhor.
  2. Varreu a casa – Tira (Remove) os empecilhos que estão atrapalhando a vida de vocês: vícios, comportamentos inadequados, falta de cuidado, mentira.
  3. Para encontrar algo perdido temos muitas vezes que ser humildes. Exemplo do arroz quando mais alto mais se dobra. Reconhecer que também errou, falhou e precisa mudar.

A mulher não descansou enquanto não encontrou o que perdeu. Ela procurou diligentemente = cuidado ativo, zelo.
Tenha cuidado – ativo ( Zelo – que age) com o seu casamento.
Para encontrarem o que se perdeu é necessário vontade, humildade, disposição e principalmente fé e confiança em Deus. Quando encontrarem façam festa! Não tenha medo de mostrar para o mundo que seu lar é LUZ!
Aqui estão alguns passos simples e práticos para melhorar seu relacionamento conjugal e manifestar adequadamente sua linguagem de amor, com carinho, respeito, e cuidado.
1.Jamais lance no rosto do seu cônjuge um ou mais erros do passado. É falta de sabedoria insistir em trazer para o presente os erros do passado.

2. Nunca esqueça das horas felizes de quando começaram a se amar.

3. Nunca use “indiretas”, quer sozinho, ou na presença de outros.

4. Nunca grite com seu cônjuge. Quando se grita estando perto é porque a inteligência está longe.

  1. Valorize os pontos positivos do seu cônjuge

Lembrem-se :
…”.O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes….não procura os seus interesses, não se exaspera…tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba”. I CO 13: 4-8
 

Transtornos de personalidade

3 anos ago · · 0 Comentário

Transtornos de personalidade

Os Transtornos de Personalidade, também referidos como Perturbações da Personalidade, formam uma classe de transtorno mental que se caracteriza por padrões de interação interpessoais tão desviantes da norma, que o desempenho do indivíduo tanto na área profissional como em sua vida privada pode ficar comprometido. Na maior parte das vezes, os sintomas são vivenciados pelo indivíduo como “normais” (eu-sintônico), de forma que a diagnose somente pode ser estabelecida a partir de uma perspectiva exterior.
Mais do que outros transtornos mentais, os transtornos da personalidade apresentam o perigo de uma estigmatização do paciente. Isso se deve sobretudo à terminologia, que sugere um transtorno de toda a personalidade do indivíduo e, muitas vezes, está ligada a juízos morais com relação ao paciente. Os atuais sistemas de classificação (DSM-V e CID-10) – que utilizam o método descritivo e não etiológico – permitiram o desenvolvimento de novas abordagens, que procuram descrever tais transtornos como transtornos da interação interpessoal e levaram ao desenvolvimento de novos tratamentos psicoterapêuticos.
No Brasil existe pouco material publicado na área, sendo uma das áreas de pesquisa em psicologia e psiquiatria com maior escassez de publicações científicas.
Critérios de diagnóstico do DSM-IV-
Transtornos de personalidade fazem parte do Eixo II do manual psiquiátrico DSM-IV-TR, da Associação Americana de Psiquiatria.
O diagnóstico de um transtorno de personalidade deve satisfazer os critérios abaixo, juntamente com os critérios específicos do transtorno em consideração.

  1. Comportamento e experiências que se desviam consideravelmente do que a cultura vigente espera. Esse padrão é manifestado em duas (ou mais) áreas seguintes:
  2. cognição (percepção de si mesmo, dos outros ou de eventos)
  3. afeto (o alcance, a intensidade, a maleabilidade e a conveniência das respostas emocionais)
  4. funcionamento interpessoal
  5. controle do impulso
  6. O comportamento é inflexível e invasivo, com alcance em ampla gama de situações pessoais e sociais.
  7. O comportamento leva clinicamente a um significante desconforto e prejuízo nas áreas de funcionamento social e ocupacional, ou outra área importante de funcionamento.
  8. O padrão é estável, de longa duração e deve iniciar, pelo menos, na adolescência ou início da idade adulta.
  9. O comportamento não pode ser identificado como uma manifestação ou consequência de outra doença mental.
  10. O comportamento não pode ser identificado como uma manifestação ou consequência de causas fisiológicas como abuso de substâncias ou uma condição médica geral tal como dano cerebral.

Pessoas menores de idade que alcancem o critério de um transtorno de personalidade não são, usualmente, diagnosticadas como tendo tal transtorno, ainda, elas podem receber um diagnóstico correlacionado. Para se diagnosticar um indivíduo menor de idade com um transtorno de personalidade, os sintomas devem estar presentes por, pelo menos, um ano. O transtorno de personalidade antissocial não pode, por definição, ser diagnosticado em pessoas menores de 18 anos.
Lista de transtornos de personalidade definidos no DSM-IV
Grupo A (Transtornos Excêntricos ou Estranhos)
Os indivíduos que estão neste grupo, costumam ser apelidados como esquisitos, isolados socialmente, frios emocionalmente, inexpressivos, distantes e muito desconfiados. Este grupo está mais propenso a desenvolver sintomas psicóticos.
Transtorno de personalidade esquizoide ― Indivíduos isolados socialmente, não expressam ou vivenciam emoções como alegria ou raiva, frios emocionalmente, indiferentes e não fazem questão de manter laços afetivos com outras pessoas, sendo assim, vistos como independentes emocionalmente. São muito introspectivos, e muitas vezes não têm amizades. Não anseiam por tais relacionamentos e geralmente preferem viver sozinhos e isolados. (Não confundir com depressão nervosa grave.)
Transtorno de personalidade esquizotípica ― Pessoas com as mesmas características ao esquizoide, contudo, estão mais próximas à esquizofrenia. Desconfiados, alguns podem acreditar que têm poderes especiais, outros podem ser supersticiosos e cheios de “manias”, sendo que geralmente possuem crença excessiva ou fanatismo religioso. Frequentemente participam de seitas excêntricas, ou acabam por se apegar excessivamente a alguma forma de “ocultismo” ou religiosidade, muitas vezes tornam-se fanáticos religiosos que passam a vida a “pregar” seus conceitos de forma exagerada, acreditando serem escolhidos por alguma entidade divina ou, ocasionalmente, acreditam sentir presença ocultas, ouvir vozes e chamados do além, entre outros comportamentos próximos às psicoses. (Não confundir com esquizofrenia.)
Transtorno de personalidade paranóide ― São pessoas demasiadamente desconfiadas e paranóicas. Não conseguem confiar em outros, sempre alegam que vão ser passados para trás ou que estão tramando e conspirando algo contra ele. Em momentos de estresse, essas características tendem a piorar e são essencialmente rancorosos, com dificuldade em perdoar os erros e fracassos das outras pessoas. Atribuem isso sempre às supostas tramoias, conspirações, perseguições etc. São frios emocionalmente e podem se manter distantes às outras pessoas porque acreditam estar sempre sendo enganados, às vezes reagindo com hostilidade por motivos incompreensíveis aos olhos de outros. (Não confundir com esquizofrenia ou delírio.)
Grupo B (Transtornos Dramáticos, Imprevisíveis ou Irregulares)
Pessoas que convivem intimamente costumam perceber um quê de anormal no comportamento dos indivíduos que compõem este grupo, frequentemente sendo apelidados como “problemáticos”. Nele, estão presentes os indivíduos que são vistos aos olhos de outros como manipuladores, rebeldes, com tendência a quebrar regras e rotinas, irritantes, “maus”, inconstantes, impulsivos, dramáticos, sedutores, imprevisíveis, egoístas e muito intolerante às decepções. Neste grupo, os sintomas inflexíveis dos distúrbios afetam muito mais as pessoas em sua volta, do que o próprio indivíduo.
Transtorno de personalidade antissocial ― São sociopatas, indivíduos egocêntricos desde a adolescência e que mesmo na idade adulta mantêm comportamentos persistentes de desrespeito as normas, regras ou leis sociais. Causam prejuízos e transtornos significativos as pessoas próximas em seu círculo social. Frequentemente surgem ocorrências de transtorno de conduta e histórico de problemas em relação conjugal devido sua propensão para adultério e infidelidade. Não desenvolvem empatia e tendem a ser insensíveis, cínicos e a desprezar os sentimentos, direitos e sofrimentos alheios. Impera o egoismo. Enganam, seduzem e manipulam as pessoas a fim de obter vantagens pessoais ou prazer. São capazes de fingir um comportamento exemplar e se fazer passar por vitima com maestria. Distorcem fatos e acontecimentos verídicos a fim de convencer quem lhes dá atenção. (O diagnóstico de antissocial não está relacionado a evitar socializações, algo mais provável no transtorno de personalidade esquiva.)
Transtorno de personalidade histriônica ― São pessoas muito emotivas, hipersensíveis, exageradas, superficiais, emocionalmente instáveis, dramáticas, muito preocupadas com a aparência física (vaidosos e provocativos) e com notável tendência a exigir excessiva atenção para si a todo momento. Caso contrário, sentem-se profundamente incomodados, podendo expressar suas emoções de forma exagerada, como rompantes de choro ou raiva por coisa mínima. Geralmente vestem-se de maneira chamativa, sobretudo sexualmente provocante e costumam estar sempre à caça de elogios a respeito de sua aparência física. Tendem a infidelidade contumaz, são muito manipuladores, sedutores, controlando pessoas e circunstâncias para conseguir atenção. Fazem uso da manipulação emocional e sedutora, frequentemente vestindo-se de maneira chamativa, provocando, encantando e seduzindo outras pessoas. (Não confundir com Transtorno Afetivo Bipolar.)
Transtorno de personalidade borderline ― Distúrbio comparável a uma “doença do amor”, uma vez que seus sintomas tornam-se muito exacerbados quando apaixonam-se. São indivíduos muito inconstantes, exagerados, constantemente insatisfeitos, intolerante às decepções e frustrações, com pensamento extremista 8-80 (totalmente bom ou totalmente mau: não conseguem ver lado bom e ruim numa mesma pessoa ou situação), não conseguindo relacionar-se de maneira saudável com seus familiares e pessoas íntimas, tratando-as frequentemente de maneira estúpida, agressiva ou rebelde. Quando apaixonam-se por uma pessoa, tratam-na como um deus, entretanto, à menor contrariedade ou sinal de rejeição percebida, acreditam erroneamente estar sendo ignorados e abandonados, tornando-se irritantes, insuportáveis e autodestrutivos passando drasticamente do amor idealizado para o ódio, tratando cruelmente o parceiro como um verdadeiro demônio, sendo assim, com notável tendência a terminar relacionamentos de forma raivosa. Essas relações íntimas são frequentemente intensas, mas caóticas e instáveis, terminando sempre em chantagens, manipulações, ameaças suicidas ou autodestrutivas. Essas pessoas têm profundos sentimentos de raiva e vazio crônico, são emocionalmente instáveis, com surtos de carência afetiva, mostrando-se também controladoras e muito ciumentas. Além disso, têm tendência suicida e, a fim de se libertar do sentimento de vazio e rejeição, podem engajar-se em comportamentos compulsivos como automutilação, comer compulsivamente, gastos em excesso etc. São irritadiças quando estão com pessoas muito íntimas e se sentem merecedoras de cuidados e atenção especial a todo momento. Muitas vezes não conseguem controlar fortes emoções como a raiva. Sentem-se sempre mal amados, rejeitados e ignorados por motivos banais, o que causa um gatilho para agressividade e manipulações. São pessoas manipuladoras, uma vez que temem ser rejeitados em seus relacionamentos amorosos, fazendo esforços totalmente desproporcionais para evitar o abandono. (Não confundir com Transtorno Afetivo Bipolar.)
Transtorno de personalidade narcisista ― Pessoas arrogantes, orgulhosas e que se acham superiores e mais especiais que os outros. De primeira, esses indivíduos passam uma grande impressão de que são metidos, egoístas ou antipáticos, demonstram pouca empatia para com os outros, não se importam com sentimentos alheios e podem ser frios emocionalmente. Quase sempre se acham “os melhores”, “os mais lindos”, “os mais ricos” etc. e exigem ser atendidos pelos melhores médicos, pelos melhores professores e outros “melhores” profissionais por causa de seu sentimento de superioridade. Diferentemente do histriônico, narcisistas podem se cuidar em excesso (vaidosos) para mostrar às outras pessoas o quanto são mais “bonitos” e anseiam por elogios não para receber atenção, mas apenas para mostrar que são supostamente superiores às outras pessoas.
Grupo C (Transtornos Ansiosos ou Receosos)
Os indivíduos que compõem este grupo são vistos como medrosos, ansiosos, frágeis, dependentes, fóbicos e com tendência a serem submissos, organizados, obedientes e, ao contrário do grupo B, evitam quebrar regras ou rotinas. Neste grupo, frequentemente os traços inflexíveis dos transtornos prejudicam muito mais o próprio indivíduo, do que as pessoas à sua volta. Este grupo está mais propenso aos transtornos de ansiedade.
Transtorno de personalidade dependente ― Pessoas muito dependentes emocionalmente e fisicamente, sempre dependendo de outras pessoas para fazer qualquer coisa. Notavelmente carentes, elas não conseguem viver só e estão sempre à procura de um relacionamento íntimo para se manter dependente. Com frequência, são submissos às pessoas por quais mantêm um laço afetivo, podendo demonstrar muita empatia ou altruísmo por outras pessoas e pouca preocupação consigo mesmo. Não costumam contrariar as outras pessoas e emoções como raiva e desgosto frequentemente são reprimidas e disfarçadas, pois têm medo excessivo em magoar o outro. Com medo da perda e abandono, esses indivíduos pensam muito mais nas outras pessoas do que em si, deixando de fazer coisas que gostam, para satisfazer aos outros. Eles são propensos a envolverem-se em relacionamentos perturbadores, com tendências sadomasoquistas, muitas vezes aceitando atitudes abusivas contra si. Por isso, a insatisfação é constante e o sentimento crônico de tristeza é comum nessas pessoas, uma vez que tornam-se pessoas excessivamente submissas aos outros, muitas vezes deixando-se ser vítimas de maus tratos por parte de outras pessoas por quais mantêm dependência. Geralmente, possuem medo de machucar o outro e têm dificuldade em romper tais relacionamentos. Quando terminam, sentem-se culpados e frequentemente partem desesperadamente em busca de um novo relacionamento. (Não confundir com distimia.)
Transtorno de personalidade esquiva ― Indivíduos que são excessivamente tímidos, com grande ansiedade na vida social, sendo que frequentemente carregam um sentimento de inferioridade em relação às outras pessoas. Via de regra, têm uma baixa auto-estima e temem serem ridicularizados ou criticados em público. Na realidade, anseiam contato íntimo entre as pessoas, mas com medo de serem ridicularizados, envergonham-se e se isolam socialmente. Eles podem evitar festas, lugares cheios de pessoas e outras ocasiões sociais que poderão ser o centro das atenções, sendo que muitas vezes não têm amigos. Por vezes, carregam grande sofrimento pois têm uma grande vontade de se relacionar com outros, mas não conseguem por conta da vergonha e timidez excessiva que enfrentam ao deparar-se com outras pessoas. (Não confundir com depressão nervosa grave, fobia social e transtorno de ansiedade generalizada.)
Transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva ― São pessoas teimosas e inflexíveis, excessivamente organizadas, temendo descuidos, desorganizações, sujeira ou qualquer outra forma de “bagunça”. Elas priorizam o correto e organizado, podendo gastar muito tempo trabalhando, estudando ou limpando, deixando de lado relacionamentos, diversão e lazer. Além disso, elas tendem a fazer seus deveres a sós porque temem que outras pessoas não irão fazer corretamente. Nos seus relacionamentos, eles podem ser um pouco distantes ou isolados e aparentar frieza emocional. Com frequência têm dificuldade em desfazer-se de velharias e coleções, podendo acumular muitos utensílios, móveis e objetos antigos. Via de regra, se sobrecarregam em suas atividades, algumas vezes desenvolvem compulsão desenfreada para o trabalho. (Não confundir com Transtorno obsessivo-compulsivo [TOC].)
Texto extraído: https://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_de_personalidade#Lista_de_transtornos_de_personalidade_definidos_no_DSM-IV-TR
 

TDAH – Algumas dicas para os pais

3 anos ago · · 0 Comentário

TDAH – Algumas dicas para os pais

Programas de treinamento para pais de crianças com TDAH frequentemente começam com ampla divulgação de informação.
Existe uma grande quantidade de livros, vídeos e fitas disponíveis, com dados a respeito do transtorno em si e de estratégias efetivas, que podem ser usadas por familiares.
A lista que segue revê alguns pontos, de uma série de estratégias, que podem ajudar os pais de crianças com TDAH:
 

  1. Reforçar o que há de melhor na criança.
     
  2. Não estabelecer comparações entre os filhos. Cada criança apresenta um comportamento diante da mesma situação.
     
  3. Procurar conversar sempre com a criança sobre como está se sentindo.
     
  4. Aprender a controlar a própria impaciência.
     
  5. Estabeleça regras e limites dentro de casa, mas tenha atenção para obedecer-lhes também.
     
  6. Não esperar ‘’perfeição’’.
     
  7. Não cobre resultados, cobre empenho.
     
  8. Elogie! Não se esqueça de elogiar! O estímulo nunca é demais. A criança precisa ver que seus esforços em vencer a desatenção, controlar a ansiedade e manter o ‘’motorzinho de 220 volts’’ em baixas rotações está sendo reconhecido.
     
  9. Manter limites claros e consistentes, relembrando-os frequentemente.
     
  10. Use português claro e direto, de preferência falando de frente e olhando nos olhos.
     
  • Não exigir mais do que a criança pode dar: deve-se considerar a sua idade.

    Estudo
     
  1. Escolher cuidadosamente a escola e a professora para que a criança possa obter sucesso no processo de ensino-aprendizagem.
     
  2. Não sobrecarregar a criança com excesso de atividades extracurriculares.
     
  3. O estudo deve ser do jeito que as crianças ou os adolescentes bem entenderem. Tudo deve ser tentado, mas se o resultado final não corresponder às expectativas, reavalie após algumas semanas e peça novas opções; vá tentando até chegar à situação que mais favoreça o desempenho.
     
  4. Tenha contato próximo com os professores para acompanhar melhor o que está acontecendo na escola.
     
  5. Todas as tarefas têm que ser subdivididas em tarefas menores que possam ser realizadas mais facilmente e em menor tempo.

 Regras do dia-a-dia
 

  1. Dar instruções diretas e claras, uma de cada vez, em um nível que a criança possa corresponder.
     
  2. Ensinar a criança a não interromper as suas atividades: tentar finalizar tudo aquilo que começa.
     
  3. Estabelecer uma rotina diária clara e consistente: hora de almoço, de jantar e dever de casa, por exemplo.
     
  4. Priorizar e focalizar o que é mais importante em determinadas situações.
     
  5. Organizar e arrumar o ambiente como um meio de otimizar as chances para sucesso e evitar conflitos.

 Casa
 

  1. Manter em casa um sistema de código ou sinal que seja entendido por todos os membros da família.
     
  2. Manter o ambiente doméstico o mais harmônico e o mais organizado quanto possível.
     
  3. Reservar um espaço arejado e bem iluminado para a realização da lição de casa.
     
  4. O quarto não pode ser um local repleto de estímulos diferentes: um monte de brinquedo, pôsteres, etc.

 Comportamento
 

  1. Advertir construtivamente o comportamento inadequado, esclarecendo com a criança o que seria mais apropriado e esperado dela naquele momento.
     
  2. Usar um sistema de reforço imediato para todo o bom comportamento da criança.
     
  3. Preparar a criança para qualquer mudança que altere a sua rotina, como festas, mudanças de escola ou de residência, etc.
     
  4. Incentivar a criança a exercer uma atividade física regular.
     
  5. Estimular a independência e a autonomia da criança, considerando a sua idade.
     
  6. Estimular a criança a fazer e a manter amizades.
     
  7. Ensinar para a criança meios de lidar com situações de conflito (pensar, raciocinar, chamar um adulto para intervir, esperar a sua vez).

 Pais
 

  1. Ter sempre um tempo disponível para interagir com a criança.
     
  2. Incentivar as brincadeiras com jogos e regras, pois além de ajudar a desenvolver a atenção, permitem que a criança organize-se por meio de regras e limites e, aprenda a participar, ganhando, perdendo ou mesmo empatando.
     
  3. Quem tem TDAH pode descarregar sua “bateria” muito rapidamente. Se este for o caso, recarregue-a com mais frequência. Alguns portadores precisam de um simples cochilo durante o dia, outros de passear com o cachorro, outros de passar o fim de semana fora, outros ainda de ginástica ou futebol. Descubra como a “bateria” do seu filho é melhor recarregada.
     
  4. Evite ficar o tempo todo dentro de casa, principalmente nos fins de semana. Programe atividades diferentes, não fique sempre fazendo a mesma coisa. Leve todos à praia, ao teatro, ao cinema, para andar no parque, enfim, seja criativo.
     
  5. Estabeleça cronogramas, incluindo os períodos para ‘’descanso’’, brincadeiras ou simplesmente horários livres para se fazer o que quiser.
     
  6. Nenhuma atividade que requeira concentração (estudo, deveres de casa) pode ser muito prolongada. Intercale coisas agradáveis com tarefas que demandam atenção prolongada (potencialmente desagradáveis, portanto).
     
  7. Procure sempre perguntar o que ela quer, o que está achando das coisas. Não crie uma relação unidirecional. Obviamente, os pedidos devem ser negociados e atendidos no que for possível.
     
  8. Use mural para afixar lembretes, listas de coisas a fazer, calendário de provas. Também coloque algumas regras que foram combinadas e promessas de prêmio quando for o caso.
     
  9. Estimule e cobre o uso diário de uma agenda. Se ela for eletrônica, melhor ainda. As agendas devem ser consultadas diariamente.

  Lembre-se sempre
 

  1. Procure o máximo de informações possível sobre o TDAH: leia livros, faça cursos, entre para organizações como a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (www.tdah.org.br), faça contato com outros pais para dividir experiências bem e mal sucedidas.
     
  2. Tenha certeza do diagnóstico e segurança de que não há outros diagnósticos associados ao TDAH.
     
  3. Tenha certeza de que o tratamento está sendo feito por um profissional que realmente entende do assunto.
     
  4. Lembre-se que seu filho (a) está sempre tentando corresponder às expectativas, mas às vezes não consegue. Deve sempre lembrar-se aos pais que estes devem ser otimistas, pacientes e persistentes com o filho. Não devem desanimar diante dos possíveis obstáculos.

Artigo extraído do site: http://www.tdah.org.br/ http://www.tdah.org.br/br/artigos/textos/item/1046-a-auto-estima-das-pessoas-com-tdah.html
 

Transtorno de défict de atenção/hiperatividade – TDAH

3 anos ago · · 0 Comentário

Transtorno de défict de atenção/hiperatividade – TDAH

O que é o TDAH?
O Transtorno do Déficit de Atenção Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.
Existe mesmo o TDAH?
Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola.
Não existe controvérsia sobre a existência do TDAH?
Não, nenhuma. Existe inclusive um Consenso Internacional publicado pelos mais renomados médicos e psicólogos de todo o mundo a este respeito. Consenso é uma publicação científica realizada após extensos debates entre pesquisadores de todo o mundo, incluindo aqueles que não pertencem a um mesmo grupo ou instituição e não compartilham necessariamente as mesmas idéias sobre todos os aspectos de um transtorno.
É possível ter Déficit de Atenção sem Hiperatividade? 
Muitos deixam de procurar ajuda quando não há Hiperatividade
A combinação entre Déficit de Atenção e Hiperatividade é de fato bastante comum – tanto que se denominou este quadro de TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. É também frequente a presença de Impulsividade, que significa a dificuldade de parar para pensar antes de fazer algo – por isto se fala de TDAHI (I de Impulsividade). 

Ocorre que, em vários casos, a Hiperatividade não está presente. Ou seja, a hiperatividade e a impulsividade podem acompanhar o TDAH – Déficit de Atenção, mas isto não é obrigatório. 

Há pelo menos três tipos amplamente aceitos de TDAH, em função da presença ou não da hiperatividade e impulsividade: Tipo DesatentoTipo Hiperativo-Impulsivo e Tipo Combinado.
O TDAH é comum?
Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.
Quais são os sintomas de TDAH?
O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas:
1) Desatenção
2) Hiperatividade-impulsividade
O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como “avoadas”, “vivendo no mundo da lua” e geralmente “estabanadas” e com “bicho carpinteiro” ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.
Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos (“colocam os carros na frente dos bois”). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São freqüentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande freqüência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.
Quais são as causas do TDAH?
Já existem inúmeros estudos em todo o mundo – inclusive no Brasil – demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos.
Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.
O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).
Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e suas conexões.

  1. A) Hereditariedade:
    Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH.
  2. B) Substâncias ingeridas na gravidez:
    Tem-se observado que a nicotina e o álcool quando ingeridos durante a gravidez podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se aí a região frontal orbital. Pesquisas indicam que mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção. É importante lembrar que muitos destes estudos somente nos mostram uma associação entre estes fatores, mas não mostram uma relação de causa e efeito.
  3. C) Sofrimento fetal:
    Alguns estudos mostram que mulheres que tiveram problemas no parto que acabaram causando sofrimento fetal tinham mais chance de terem filhos com TDAH. A relação de causa não é clara. Talvez mães com TDAH sejam mais descuidadas e assim possam estar mais predispostas a problemas na gravidez e no parto. Ou seja, a carga genética que ela própria tem (e que passa ao filho) é que estaria influenciando a maior presença de problemas no parto.
  4. D) Exposição a chumbo:
    Crianças pequenas que sofreram intoxicação por chumbo podem apresentar sintomas semelhantes aos do TDAH. Entretanto, não há nenhuma necessidade de se realizar qualquer exame de sangue para medir o chumbo numa criança com TDAH, já que isto é raro e pode ser facilmente identificado pela história clínica.
  5. E) Problemas Familiares:
    Algumas teorias sugeriam que problemas familiares (alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução da mãe, famílias com apenas um dos pais, funcionamento familiar caótico e famílias com nível socioeconômico mais baixo) poderiam ser a causa do TDAH nas crianças. Estudos recentes têm refutado esta idéia. As dificuldades familiares podem ser mais conseqüência do que causa do TDAH (na criança e mesmo nos pais).

Problemas familiares podem agravar um quadro de TDAH, mas não causá-lo.
Crianças com TDAH costumam ter baixa autoestima nos principais grupos de convívio, como a escola, família e entre os amigos.
Existem outras áreas, entretanto, onde as crianças com TDAH podem desenvolver sentimentos positivos, a respeito de si mesmas. A autoestima é permeada por vários fatores, como autoconfiança e a auto aceitação.  
Mas, você sabe o que é verdadeiramente autoestima e quais as consequências na vida de uma pessoa com baixa autoestima?
A autoestima basicamente se refere a uma avaliação subjetiva que a pessoa faz de si mesma num todo, como sendo intrinsecamente positiva ou negativa em algum grau. A autoestima envolve tanto crenças pessoais, (“Eu sou competente/incompetente”, “Eu sou benquisto/malquisto”) quanto emoções associadas, (triunfo/desespero, orgulho/vergonha).
A auto aceitação é uma postura positiva com relação a si mesmo. Inclui elementos como estar satisfeito e, de acordo com suas próprias expectativas, respeito a si próprio sem comparar-se aos outros em escalas de ‘melhor’ ou ‘pior’.
A autoconfiança é uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho. Inclui as convicções de saber e conseguir fazer alguma coisa ou coisas específicas, de fazê-lo bem, de conseguir alcançar alguma coisa, de suportar determinadas dificuldades e de poder prescindir de algo.
Para entender melhor, vamos pegar um exemplo fictício.
Uma pessoa com TDAH passa a vida toda sem ter conhecimento do transtorno, sem o diagnóstico. Ela tem problemas na escola, não consegue aprender – porque na verdade não consegue se concentrar, mas ela não sabe disto; Nem os pais e nem os professores. Por mais que todos se empenham, nada funciona, e a criança vai de mal a pior na escola. Em poucos anos de vida escolar, estudar é sinônimo de suplicio. Ela tem certeza de que é ‘burra’ e incapaz de aprender. Os professores dizem que ela é distraída, ‘não quer nada com a vida’. Os pais a chamam de preguiçosa, os colegas de classe fazem chacota e a excluem.  Esta pessoa chega à vida adulta sem auto aceitação (afinal, se ninguém a aceita, por que ela se aceitaria?), sem autoconfiança (não se sente capaz), e por consequência, com autoestima muito baixa.
Se, no entanto, esta mesma criança for muito boa em um esporte, por exemplo, e tiver a oportunidade de descobrir e mostrar este talento, a configuração pode mudar. Ela pode vir a ter o respeito dos colegas, passar a ser incluída em alguns grupos, e apesar dela continuar se sentindo incapaz de aprender, ela adquire autoconfiança quanto ao seu talento esportivo. A partir desta perspectiva, ela poderá atingir um nível de aceitação social, o que poderá melhorar sua autoestima.
Desta forma, descobrir outros campos de atividades e relações sociais onde a criança possa ter um talento natural e desenvolvê-los, é uma das melhores ferramentas para ajudar a alavancar uma imagem positiva de si mesmo.
Mas lembre-se que os talentos naturais, são ‘expressos’ espontaneamente pela própria criança. È importante que os pais não projetem suas fantasias e desejos nos filhos
Em geral na pré-escolar, as crianças são capazes de expressar como se sentem sobre si mesmas em uma variedade de áreas. Chamamos isto de ‘aptidão’, neste sentido, os pais devem ficar atentos aos interesses e inclinações naturais da criança, visando incentivá-los, na medida em que surjam.
Quanto mais atividades e experiências a criança tiver, onde possa se sentir bem com ela mesma, maior será seu potencial de desenvolvimento. Como muitas crianças com TDAH se magoam facilmente, por medo de errar, acabam se privando de novas experiências, particularmente aquelas que envolvem potencial para o fracasso ou rejeição social, certifique-se de criar experiências simples que ofereçam uma chance altíssima de sucesso.
Artigo extraído do site: http://www.tdah.org.br/

Transtornos de Ansiedade – Parte I

3 anos ago · · 0 Comentário

Transtornos de Ansiedade – Parte I

Transtornos de Ansiedade
Segundo o Dr Leandro Teles, neurologista graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), a ansiedade é um processo físico e mental ATIVADO em situações de medo, receio, diante do desconhecido e em momentos de tensão emocional. Ela pode ser NORMAL ou PATOLÓGICA.
Ansiedade Normal: Trata-se de um sentimento de receio, aflição, com alterações físicas como taquicardia, sudorese, dilatação de pupila, tremores, etc. Os sintomas são autolimitados, direcionados a uma situação peculiar e são proporcionais ao risco envolvido. Todo mundo se sente ansioso em situações como: dia do casamento, tentativa de assalta, montanha russa, entrevista de emprego, apresentação importante, etc. A ansiedade NORMAL ajuda o ser humano, cria um ambiente cognitivo de apreensão salutar e de tomada rápida de decisões.
Ansiedade Patológica: Ela se torna doença quando passa a ser direcionada a situações comuns do dia-a-dia, ou quando é uma resposta absolutamente desproporcional ao risco, ou mesmo quando é mantida cronicamente. Seja como for, a doença é definida quando surge impacto na qualidade de vida do pessoa. Esse tipo de ansiedade limita a percepção e dificulta a tomada de decisões, evoluindo com restrição social e impactando negativamente diversos aspectos da vida da pessoa.
Como podemos perceber o que diferencia a Ansiedade Normal da Doença é a INTENSIDADE, os DESENCADEANTES e o impacto na FUNCIONALIDADE.

Sintomas Físicos Sintomas Psíquicos
– Taquicardia (palpitação) – Angustia (apreensão)
– Falta de Ar – Medo excessivo
– Tremores – Irritabilidade
– Dor no peito – Intolerância
– Fome excessiva – Sensação de estar “a flor da pele”
– Dor de estômago \ diarreia – Dificuldade em desligar (insônia)
– Tensão muscular – Sensação de morte iminente

 TRANSTORNOS DE ANSIEDADE
Os transtornos de ansiedade formam um grupo extenso de disfunções que trazer franco comprometimento da funcionalidade da pessoa. Trata-se de distúrbios comuns (cerca de 10 a 20 % da população), um pouco mais frequentes em adultos jovem com predomínio no sexo feminino e de ocorrência em todas as culturas conhecidas.
A causa é complexa e varia de caso a caso. Existe uma predisposição genética, mas vários fatores ambientais podem determinar ou descompensar os sintomas. O ritmo de vida, os ambientes, o tipo de criação e a presença de traumas pontuais podem culminar na amplificação da ansiedade normal e iniciar a doença propriamente dita.

http://www.leandroteles.com.br/blog/2015/09/04/saiba-mais-sobre-os-transtornos-de-ansiedade/.

Transtornos de Ansiedade – Parte II

3 anos ago · · 0 Comentário

Transtornos de Ansiedade – Parte II

CONHEÇA OS 7 TIPOS DE TRANSTORNOS DE ANSIEDADE (DISTINÇÃO BREVE)

  1. TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada)
    É a forma mais comum de ansiedade patológica. Nela a pessoa sente-se grande parte do tempo ansiosa. Com uma pressão antecipatória, uma tensão excessiva e desproporcional aos eventos do dia-a-dia. Pode haver sensação de respiração curta, tremores, taquicardias, insônia (dificuldade de desligar), irritabilidade, baixa tolerância, sensação de estar “a flor da pele”, etc. São sintomas que podem oscilar em intensidade durante o dia, mas são praticamente constantes em boa parte dos dias.
  2. Síndrome do Pânico
    Trata-se do aparecimento de crises intensas e repentina de ansiedade. É uma forma dramática, intensa e incapacitante de ansiedade. Pode ocorrer em situações específicas ou surgir “do nada”. A duração dos episódios gira em torno de 10 a 20 minutos, mas podem surgir crises mais prolongadas. O paciente é tomada por sintomas físicos e psíquicos avassaladores. Psíquicos: sensação de morte iminente, medo extremo, desespero e angústia; Físicos: Dor no peito, falta de ar, formigamento em extremidades, tremores, sudorese fria, taquicardia, etc., são sintomas comuns. É muito frequente as crises de pânico serem confundidas com infarto ou arritmias em um primeiro momento.
  3. Agorafobia
    É uma complicação muito comum do pânico e das fobias. O paciente que experimentou uma crise forte de ansiedade, passa a temer ter novas crises. Esse medo de passar mal leva a mais tensão antecipatória e faz com que o paciente evite lugares aonde pode ter dificuldade em pedir ajuda ou escapar caso tenha crise de ansiedade. A agorafobia é a base da restrição social e o isolamento progressivo visto em paciente com pânico.
  4. Estresse Pós TRAUMÁTICO
    É quando os sintomas de Ansiedade (seja na forma contínua, seja na forma intermitente) ocorrem após um trauma psíquico intenso (sequestro, violência, ameaça, acidente, etc.). São comum flash backs e pesadelos relacionados ao evento em questão.
  5. TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo)
    Ocorre quando pensamentos obsessivos trazem ansiedade que só é aliviada por comportamentos compulsivos (repetitivos e desmotivados). São exemplos: lavar as mão repetidamente, TOC de simetria, limpeza, compulsão alimentar, compulsão por jogos, compras, etc.
  6. Fobias Específicas
    Ocorre quando a pessoa manifesta tensão e ansiedade intensas diante de determinada situação ou objeto. Por exemplo: baratas, elevador, altura, lugares fechados, etc.
  7. Ansiedade Orgânica
    Abstinência a Medicamentos; uso de drogas, hipertireoidismo, etc.

TRATAMENTO
O tratamento passa pelo reconhecimento dos sintomas e busca de ajuda especializada. O tratamento é fundamental para não ocorrer complicações da ansiedade, tais como: insônia, obesidade, isolamento social, incapacidade ao trabalho, falência matrimonial, etc.
O tratamento é dividido em: mudanças no estilo de vida e medicamentos e psicoterapia.
Mudança no Estilo de Vida: Atividade física aeróbica regular, alimentação balanceada evitando álcool e estimulantes, atividades de lazer, medidas anti estresse, psicoterapia, etc.
MEDICAMENTOS
O tratamento medicamentoso é altamente eficaz nos casos de ansiedade. Existem opções para uso imediato (tranquilizantes) e para uso contínuo (prevenção). Os medicamentos são, de modo geral, mantidos pelo período mínimo de 6 meses.

Medidas para COMBATER a ANSIEDADE
– Atividades Físicas Regulares
– Alimentação balanceada (evitando estimulantes e álcool)
– Medidas contra o estresse (relaxamento)
– Terapia (psicoterapia \ terapia cognitivo-comportamental)
– Medicamentos (para cortar a crise ou preveni-las)

http://www.leandroteles.com.br/blog/2015/09/04/saiba-mais-sobre-os-transtornos-de-ansiedade/.

Transtornos de Ansiedade – Parte III

3 anos ago · · 0 Comentário

Transtornos de Ansiedade – Parte III

MEDO E ANSIEDADE
As perturbações de ansiedade ou transtornos de ansiedade são um grupo de perturbações mentais caracterizadas por sentimentos de ansiedade e medo. Ansiedade corresponde à preocupação com acontecimentos futuros e o medo é uma reação aos acontecimentos do presente.
A ansiedade pode impedir o indivíduo de tomar decisões corretas e até mesmo paralisá-lo diante de alguma situação.
A ansiedade é um estado físico que deriva da emoção do medo. Sempre que temos medo geramos e sentimos os sintomas da ansiedade, sendo que a sua intensidade varia de acordo com o grau de medo que temos.
Sentimos medo sempre que prevemos sentir dor ou desconforto da experiência que pensamos realizar. Esta previsão é feita através da análise das experiências que vivemos no passado.
O medo e a ansiedade são estados absolutamente normais que nos ajudam a evitar más experiências, porém quando o medo e ansiedade são exacerbados, inapropriados, e desligados da realidade, eles deixam de ser um sinal preciso e confiável.  A relação de medo e ansiedade pode ser expressa na seguinte fórmula:  Perigo superestimado + Capacidade Pessoal de Enfrentamento Subestimado = Alta Ansiedade = Transtorno de Ansiedade
A ansiedade é um processo físico que nos mantém em alerta, criando no nosso corpo um estado de vigília no qual todo o nosso corpo fica preparado para reagir a agressões exteriores, e o nosso cérebro fica com maior agilidade de raciocínio, numa tentativa de, perante o medo, conseguir encontrar uma solução.
Texto extraído do livro: vencendo a preocupação e ansiedade com a Terapia Cognitivo Comportamental. Aaron T. Beck e David A, Clark. Ed Artmed. (2015).
A armadilha da ansiedade.
A Ansiedade é de fato, um estado perturbador . A causa desta condição pode estar ligada as experiências ruins que viveram no seu passado.
Quando as crianças são sujeitas a grande pressão dos seus pais com exigências excessivas para estudar, para cumprirem regras, para se comportarem de determinada forma, entre outras formas de pressão, podem desenvolver em adolescentes e em adultos estados de ansiedade generalizada, podendo até entrar em estados de bloqueio  perante a possibilidade de falharem em suas tarefas e de serem criticados pelos outros. Estes adultos são hipervigilantes ao seu próprio erro, nunca sentindo que fizerem bem o suficiente, têm dificuldade em adormecer e em relaxar.
Experiências como traumas, violência infantil, bullying, divórcios, maus tratos diversos, podem ser vividos com uma intensidade tal, que se torna difícil ultrapassar a dor e o medo que elas nos trazem. Estas emoções que não ultrapassamos, como o medo, a mágoa, a tristeza, ao longo do tempo destroem a nossa qualidade de vida, limitando nossa qualidade de vida.
A nossa mente condicionada por experiências traumáticas do passado, pretende evitar a repetição destas experiências através da ansiedade, nos causando desconforto. Isto acontece quando as experiências traumáticas do passado interferem na nossa interpretação dos acontecimentos atuais de forma distorcida e equivocada. Essas experiências do passado dão sinais errados à nossa estrutura emocional. Por exemplo: uma criança que cresceu vendo seus pais brigando e se agredindo, pode interpretar que o relacionamento conjugal é aversivo e ameaçador e essa criança pode desenvolver a crença de que é melhor ficar sozinha, porque não é seguro relacionar-se com ninguém. 
Como lidar com isso?
Há pessoas que apresentam muita dificuldade, para lidar com os traumas do passado porque não aprenderam  ao longo da vida a olhar para essas experiencias como algo que já passou e assim ficam presas aos ressentimentos e mágoas. Esses sentimentos são tóxicos, perpetuam a dor, geram muito medo e ansiedade, insegurança e comprometem a qualidade de vida, a saúde física e emocional. É muito importante aprendermos a olhar para o passado, tentar aprender algo com essas experiencias dolorosas e nos afastarmos delas, e o mais importante: Seguirmos em frente.
Sem tratamento, as perturbações de ansiedade tendem a permanecer. O tratamento pode consistir em alterações do estilo de vida, psicoterapia e medicamentos. Os medicamentos como os antidepressivos, ansiolíticos e os betabloqueadores, podem melhorar os sintomas. A psicoterapia ensina a mudar seus diálogos internos sabotadores e mantenedores das preocupações, angústias e medos.  A mudança no estilo de vida incluí: mudança de hábitos alimentares( consumo de alimentos calmantes), prática de atividade física e técnicas de relaxamento.
 

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Depressão

Observação: Neste texto eu coloco algumas observações pessoais sobre a depressão e formas de tratamento.
A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa autoestima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado. A depressão é uma doença que afeta e compromete várias áreas da vida da pessoa, afeta e distorce a maneira como a pessoa se vê, como vê  o mundo, o futuro, como sente a realidade, entende as coisas, e manifesta emoções. Ela afeta a interpretação que a pessoa faz de si mesmo, dos outros e do futuro, altera a forma como o indivíduo se alimenta e dorme.
A depressão pode estar ligada a alguma decepção profunda, a perdas mal elaboradas ou  a medos de perder: Também pode ser uma reação de desapontamento, uma frustração grave e dolorida. Geralmente são ferimentos emocionais.
Causas: A depressão é uma doença. A depressão se desenvolve no cérebro, devido a um desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do humor. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. Além dessas causas bioquímicas, a depressão também pode ser causada por experiências de perdas ou desapontamentos durante a infância ou adolescência  podem causar distorções que moldam a percepção da realidade dentro de um aspecto negativista. Essas crenças ficam latentes podendo ou não se manifestar quando as pessoas passam por vivencias semelhantes às iniciais, que foram responsáveis pela introjeção negativista. O modelo Cognitivo propõe também que nossas emoções e comportamentos são influenciados pela maneira  como percebemos e interpretamos os eventos; e que o pensamento disfuncional ou distorcido seja comumente apresentado nos distúrbios psicológicos. Eventos estressantes como perda de pessoa querida, perda de emprego, doenças e desapontamentos também podem causar depressão.
 
DINÂMICA EMOCIONAL DA DEPRESSÃO:
 Sintomas:

  •  Perda de energia ou interesse
  •  Humor deprimido
  •  Dificuldade de concentração
  •  Alterações do apetite e do sono
  •  Lentificação das atividades físicas e mentais.
  •  Sentimento de pesar ou fracasso
  •  Baixa Autoestima
  • Ansiedade e Insegurança

Tratamento: Se quisermos atacar de frente a depressão, temos que  fazer uso de medicações para reestabelecer o equilíbrio bioquímico do cérebro. Além do tratamento medicamentoso a pessoa pode fazer uso do acompanhamento psicológico. Atualmente o mais indicado é a Terapia Cognitiva Comportamental ( TCC), que utiliza técnicas cognitivas e comportamentais que ensinam o paciente a corrigir seus erros de pensamento. A TCC ensina a pessoa a  eliminar hábitos errados de pensar, corrigindo  o modo ineficaz de lidar com as situações, e  de interpretá-las. É necessário modificar essas interpretações distorcidas, através da correção dos pensamentos inadequados.
A pessoa aprende a questionar os pensamentos inadequados que tem, em relação a si mesmo, e ao outro utilizando alguns questionamentos. Exemplos:
Eu posso afirmar com absoluta certeza que o que eu estou pensando é a verdade absoluta?
Esta é a única maneira de enxergar essa situação?
O que estou pensando será benéfico para meu bem estar físico e emocional?
Esta maneira de pensar é útil para minha vida?
Após fazer estes questionamentos a pessoa terá que decidir se é ou não prudente alimentar tais pensamentos, ou seja, se os mesmos não forem verdadeiros, úteis e benéficos, podemos  deduzir que os mesmos são mentirosos(distorcidos), inúteis(desgastantes), e maléficos para nossa vida.
Nossos comportamentos refletem nossos pensamentos.
Nossos pensamentos são formados pelas crenças que adquirimos ao longo da vida, em relação a nós mesmos, aos outros, e as situações.
Através dos nossos pensamentos estabelecemos nosso diálogo Interno.
Nosso diálogo Interno pode ser Saudável/ Funcional ou Disfuncional.
Pessoas cristãs utilizam a Bíblia como recurso e instrumento para corrigir e fortalecer o diálogo interno. Segundo Fp 4:8 o diálogo saudável obedece algumas recomendações: São elas: “ …tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso que ocupe o vosso pensamento”.
Para o pensamento cristão quando não obedecemos a essas recomendações, não filtramos os nossos pensamentos e corremos o risco de ficarmos com transtorno psicológico.
O objetivo do transtorno psicológico é sabotar nossos propósitos de vida através de formas inadequadas de interpretar os eventos da nossa vida, portando o transtorno psicológico não é desencadeado pelas situações, mas pelas interpretações que fazemos.
Um exemplo Bíblico de Depressão:
Elias entrou num processo depressivo quando se sentiu ameaçado e sozinho diante das circunstâncias daquele momento. Ele estabeleceu um diálogo interno inadequado, sentiu-se desmotivado e pediu a morte a Deus. I Reis 19:1-8.
De acordo com o pensamento cristão, podemos tirar algumas lições deste texto bíblico:
Qualquer pessoa pode ter depressão, independente de ser cristão ou não.
1- O fato de sentir-se deprimido ou estar com depressão, não significa que a pessoa está em pecado.
2- Pessoas deprimidas se fortalecem com a Palavra de Deus. Salmo 50:15 “Invoca-me no dia da angustia; Eu te livrarei, e tu Me glorificarás”.
3- O objetivo de Deus não é nos matar, mas sim nos melhorar.
4- Quando estamos no “deserto” precisamos da água da vida que Jesus oferece.
5- Devemos nos alimentar com a Palavra de Deus, levantar e continuar, não podemos desistir.
6- Vá em frente, tenha ânimo, essa angústia vai passar!
Foi exatamente isso que aconteceu com o apóstolo Paulo quando escreveu a carta aos Filipenses. Estava preso dentro de um calabouço romano, escuro e úmido. Com certeza era uma forte razão para um grande desapontamento e tristeza.
O ativo e incansável batalhador do Evangelho estava agora confinado entre paredes geladas de pedra. Dali escreve uma carta de ânimo aos filhos na fé. Filipenses começa e termina invocando a graça divina sobre todos eles.
Paulo não deixou seus pensamentos o afundarem na escuridão das circunstâncias. Não permitiu que a ansiedade, o ressentimento e a raiva o dominassem.
Tem uma estória que ensina e relata muito bem o cuidado que devemos ter com os nossos pensamentos.
Certo homem morava num pequeno vilarejo e da sua casa ele avistava uma grande montanha. Este homem tinha um sonho e um dia o compartilhou com a sua esposa. Ele disse: Querida um dia quando eu me aposentar eu quero escalar aquela montanha. Os anos foram passando e o homem finalmente se aposentou.
Certa manhã o homem acordou bem cedo, com a ajuda da esposa arrumou suas coisas e foi em busca da realização do seu sonho. Após escalar horas e horas, o homem chegou finalmente ao topo da montanha. Sentia-se incrivelmente realizado, porém, quando ainda estava contemplando a paisagem ouviu um barulho e olhou em volta e percebeu que havia uma grande rocha atrás dele, então foi verificar do que se tratava o barulho. O homem ficou surpreso com o que havia atrás daquela rocha. Deitado no chão havia um grande e velho leão que agonizava de sede, o pobre homem movido de uma intensa compaixão pelo animal despejou toda a sua reserva de água na boca do bicho. Cansado da escalada resolveu se encostar um pouco na rocha para descansar antes de descer. O pobre homem cochilou e infelizmente nunca mais acordou, pois, o leão restabeleceu as forças e deparou-se com um belo banquete humano a sua frente. O leão não teve duvidas devorou o homem para atender seus instintos de sobrevivência.
Moral da história: Nunca alimente aquilo que pode te destruir!
Pensamentos inadequados desencadeiam o diálogo interno inadequado que pode matar nosso interesse pela vida, nossos sonhos e a nossa motivação interna e se não vigiarmos pode até destruir a nossa fé.
Para o cristão Jesus é o maior exemplo em relação a dialogar com o mal. Quando estava no deserto foi tentado por aquele cujo objetivo é o de  roubar, matar e destruir. Jesus não ficou dialogando com satanás, antes quando foi tentado e desafiado, respondeu utilizando a Palavra de Deus. O resultado nós sabemos qual foi. O diabo fugiu!. Tg 4:7 “ Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Não se entregue a depressão, se entregue a Deus e com certeza você encontrará refúgio, abrigo e força para enfrentar a depressão.
Do meu ponto de vista a fé em Deus, é uma ferramenta preciosa para lidar com as situações difíceis e estressantes da nossa vida, porém tem momentos que mesmo tendo fé em Deus, devemos procurar tratamento através da ajuda médica, fazer uso de medicação e tratamento psicológico. A medicação para Depressão deve ser prescrita pelo médico. Geralmente o especialista que prescreve a medicação para tratar a Depressão é o Psiquiatra.
Função da medicação: No cérebro existem células nervosas, os neurônios, e substâncias químicas que estabelecem a comunicação entre elas, os neurotransmissores. Em condições normais, a quantidade dessas substâncias é suficiente, mas ela cai consideravelmente durante a crise de depressão. Os medicamentos antidepressivos aumentam a oferta de neurotransmissores e promovem a volta ao estado normal do paciente. O tratamento da depressão mudou muito com a descoberta desses medicamentos que provocam algumas modificações químicas no cérebro pela oferta de substâncias mediadoras que estabelecem a comunicação entre uma célula nervosa e outra durante o processo de transmissão dos sinais. No deprimido, os níveis dos neurotransmissores são baixos. Os antidepressivos bloqueiam o mecanismo de recaptura (impedem que os neurotransmissores retornem à célula de origem) o que aumenta a quantidade dessas substâncias nesse espaço virtual entre os neurônios.
Desmame da medicação. Só o médico pode orientar corretamente o desmame medicamentoso, é preciso explicar que a retirada do medicamento nunca deve ser feita de forma abrupta, por isso só o medico especializado pode orientar no processo de diminuição gradativa da dose.
ANDRÉIA COLIATH

Tratamento Demência

3 anos ago · · 0 Comentário

Tratamento Demência

Tratamento
Até o momento, não existe cura para a Doença de Alzheimer. Os avanços da medicina têm permitido que os pacientes tenham uma sobrevida maior e uma qualidade de vida melhor, mesmo na fase grave da doença.
As pesquisas têm progredido na compreensão dos mecanismos que causam a doença e no desenvolvimento das drogas para o tratamento. Os objetivos dos tratamentos são aliviar os sintomas existentes, estabilizando-os ou, ao menos, permitindo que boa parte dos pacientes tenha uma progressão mais lenta da doença, conseguindo manter-se independentes nas atividades da vida diária por mais tempo. Os tratamentos indicados podem ser divididos em farmacológico e não farmacológico.
Tratamento farmacológico
Na Doença de Alzheimer, acredita-se que parte dos sintomas decorra de alterações em uma substância presente no cérebro chamada de acetilcolina, que se encontra reduzida em pacientes com a doença. Um modo possível de tratar a doença é utilizar medicações que inibam a degradação dessa substância.
As vantagens e as desvantagens de cada medicação e o modo de administração devem ser discutidos com o médico que acompanha o paciente. Teoricamente, a resposta esperada com o uso dessas medicações é uma melhora inicial dos sintomas, que será perdida com a progressão da doença, mas há evidências de que essas drogas podem estabilizar parcialmente essa progressão, de modo que a evolução torne-se mais lenta. Os efeitos positivos, que visam à melhoria ou à estabilização, foram demonstrados para a cognição, o comportamento e a funcionalidade. A resposta ao tratamento é individual e muito variada.
Os sintomas comportamentais e psicológicos podem ser tratados com medicações específicas e controladas. Muitas medicações, com expectativa de bons resultados, podem ser indicadas para o tratamento e o controle de agitação, agressividade, alterações do sono, depressão, ansiedade, apatia, delírios e alucinações.
É importante que doses e horários das medicações prescritas sejam seguidas com rigor. Alterações ou reações não esperadas devem ser comunicadas ao médico responsável pelo tratamento, para possíveis ajustes. É terminantemente desaconselhável que pacientes ou familiares testem modificações, sob risco de efeitos indesejáveis e prejuízo no controle de sintomas.
Tratamento não farmacológico
Há evidências científicas que indicam que atividades de estimulação cognitiva, social e física beneficiam a manutenção de habilidades preservadas e favorecem a funcionalidade.
O treinamento das funções cognitivas como atenção, memória, linguagem, orientação e a utilização de estratégias compensatórias são muito úteis para investimento em qualidade de vida e para estimulação cognitiva.
Pacientes mais ativos utilizam o cérebro de maneira mais ampla e frequente e sentem-se mais seguros e confiantes quando submetidos a tarefas prazerosas e alcançáveis. A seleção, frequência e distribuição de tarefas deve ser criteriosa e, preferencialmente, orientada por profissionais.
Com o intuito de auxiliar os pacientes, algumas famílias ou cuidadores tendem a sobrecarregá-los com atividades que julgam poder ajudar no tratamento, desfavorecendo resultados e correndo o risco de criar resistência ou de tornar o ambiente tenso.
A qualidade e a quantidade de estímulos devem ser monitoradas e avaliadas a partir da resposta dos pacientes. É de fundamental importância para a adesão às propostas que essas atividades sejam agradáveis e compatíveis com as capacidades dos pacientes.
O intuito dos tratamentos não farmacológicos não é fazer com que a pessoa com demência volte a funcionar como antes da instalação da doença, mas que funcione o melhor possível a partir de novos e evolutivos parâmetros.
Quando estimulados e submetidos a atividades que conseguem realizar, os pacientes apresentam ganho de autoestima e iniciativa, e assim tendem a otimizar o uso das funções ainda preservadas.
As intervenções oferecidas podem ser de três áreas diversas. Quando combinadas, podem obter melhores resultados. Embora sejam importantes, sugere-se cautela na oferta de tratamento com intervalo entre atividades.

  1. Estimulação cognitiva
    Consiste em atividades ou programas de intervenção que visam a potencializar as habilidades cognitivas mediante a estimulação sistemática e continuada em situações práticas que requerem o uso de pensamento, raciocínio lógico, atenção, memória, linguagem e planejamento.

O objetivo geral desse tipo de estimulação é minimizar as dificuldades dos pacientes a partir de estratégias compensatórias, para que possam fazer uso de recursos intelectuais presentes de maneira consistente. Podem ser feitas atividades grupais ou individuais. Em ambos os casos, deve-se atentar para as necessidades dos pacientes, para situações do dia a dia que promovam autonomia e capacidade decisória, a partir de novas estratégias, para o cumprimento de tarefas.
Durante as atividades são utilizadas técnicas que resgatam memória antiga, exploram alternativas de aprendizado, promovem associação de ideias, exigem raciocínio e atenção dirigida, favorecem planejamento com sequenciamento em etapas e antecipação de resultados e consequências, proporcionam treino de funções motoras e oferecem controle comportamental relacionado aos impulsos e reações.
Pode ser praticada em tarefas variadas como jogos, desafios mentais, treinos específicos, construções, reflexões, resgate de histórias e uso de materiais que compensem dificuldades específicas (por exemplo, calendário para problemas de orientação temporal).

  1. Estimulação social
    São iniciativas que priorizam o contato social dos pacientes estimulando as habilidades de comunicação, convivência e afeto, promovendo integração e evitando a apatia e a inatividade diante de dificuldades. Além de intervenções em grupo para estimulação cognitiva e física, podem ser realizadas atividades de lazer, culturais, celebração de datas importantes e festivas. É essencial que sejam organizadas a partir das experiências anteriores do paciente e que envolvam temas que despertem seu interesse e motivação. Lugares muito movimentados e com muitas pessoas podem dificultar o aproveitamento dos pacientes, pois estímulos simultâneos podem deixá-los confusos. Sugere-se que a família observe o comportamento de pacientes em situações sociais e que verifique se estão à vontade e aproveitando. Caso o idoso com Alzheimer tenha dificuldade em acompanhar conversas paralelas ou fique agitado com a movimentação, a conduta deve ser a de tornar o ambiente mais propício para ele, com menos estímulos simultâneos. Nesse caso, não há necessidade de cancelar compromissos, mas de proporcionar ambiente mais calmo e com menos pessoas a cada encontro.

Para o idoso, o contato com a família tende a ser a principal fonte de convívio e satisfação a partir de interação social. Diante das dificuldades dos idosos com Alzheimer, pode parecer que as alternativas de contato fiquem limitadas a ponto de inviabilizar o relacionamento. Isso não é verdade. Há muitas maneiras de relacionamento de qualidade com alcance mútuo de satisfação: resgatar histórias antigas, especialmente envolvendo lembranças agradáveis e que tenham relevância familiar, contato físico e afetuoso bem como acompanhamento de rotina e atividades diárias. São esses os tipos de tarefas que o paciente tende a ficar mais à vontade e aproveitar melhor o momento de encontro com familiares.

  1. Estimulação física
    A prática de atividade física e de fisioterapia oferece benefícios neurológicos e melhora na coordenação, força muscular, equilíbrio e flexibilidade. Contribui para o ganho de independência, favorece a percepção sensorial, além de retardar o declínio funcional nas atividades de vida diária. Alguns estudos mostram que atividades regulares estão associadas a evolução mais lenta da Doença de Alzheimer. Além de alongamentos, podem ser indicados exercícios para fortalecimento muscular e exercícios aeróbicos moderados, sob orientação e com acompanhamento dirigido.
  2. Organização do ambiente
    O ambiente da pessoa com Doença de Alzheimer influencia seu humor, sua relação com as pessoas e até sua capacidade cognitiva. Diante de situações agitadas ou desorganizadas, pode haver uma tendência à confusão mental que prejudica o funcionamento de modo geral. Por isso, oferecer ambiente adequado pode ser uma forma de minimizar sintomas, bem como favorecer a qualidade de vida.

Organizar o ambiente tem como objetivo inibir ou controlar as manifestações de sintomas comportamentais como ansiedade e agitação, delírios e alucinações e inadequações sociais. O ambiente deve ser tranquilo, com situações previsíveis, evitando características que possam ser interpretadas como ameaçadoras. Sugere-se utilizar tom de voz ameno e evitar confrontos e conflitos desnecessários, repetitivos e duradouros, diminuir e evitar barulhos e ruídos, amenizar estímulos luminosos muito intensos, deixar o ambiente claro, limpo e organizado, estabelecer uma rotina estável e simplificada.

  1. Tratamentos específicos para problemas específicos
    Nos estágios iniciais da Doença de Alzheimer são esperadas reações emocionais negativas, assim como dificuldade de adaptação a mudanças, com prejuízos sociais progressivos. Lidar com as perdas associadas ao processo de adoecimento envolve o confronto com déficits e, consequentemente, com frustrações. Nessa etapa da doença, é esperado que o paciente identifique, pelo menos parcialmente, os prejuízos e tente evitá-los. Por isso, pode acontecer de ficar menos motivado para atividades e encontros sociais.

Em fases mais avançadas da doença, em que os sintomas passam a ser mais evidentes, o confronto com prejuízos que interferem na autonomia é mais presente. Alguns pacientes podem precisar de monitoramento constante, para evitar exposição a situações de risco. Em algumas famílias, pode ser necessário o auxílio de cuidadores profissionais ou de mais integrantes na equipe de cuidados. Além de auxílio dos cuidadores, podem ser necessários tratamentos específicos, envolvendo a busca pela minimização de dificuldades que passam a interferir nas atividades diárias. Os tratamentos mais frequentes são os que requerem estímulo à locomoção e motricidade, deglutição, comunicação e nutrição.
A cada etapa da doença, profissionais especializados podem ser indicados para minimizar problemas e orientar a família, com o objetivo de favorecer a superação de perdas e enfrentar o processo de adoecimento, mantendo a qualidade de contato e relacionamento. Muitos são os profissionais que cuidam de pessoas com Doença de Alzheimer. Além de médicos (geralmente neurologistas, geriatras, psiquiatras ou clínicos gerais), há a atuação de outros profissionais de saúde: psicólogos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, educadores, educadores físicos, assistentes sociais e dentistas.
Texto extraído do site:http://abraz.org.br/sobre-alzheimer/demencia
 

Demência

3 anos ago · · 0 Comentário

Demência

A demência é uma doença mental caracterizada por prejuízo cognitivo que pode incluir alterações de memória, desorientação em relação ao tempo e ao espaço, raciocínio, concentração, aprendizado, realização de tarefas complexas, julgamento, linguagem e habilidades visuais-espaciais. Essas alterações podem ser acompanhadas por mudanças no comportamento ou na personalidade (sintomas neuropsiquiátricos).
Os prejuízos, necessariamente, interferem com a habilidade no trabalho ou nas atividades usuais, representam declínio em relação a níveis prévios de funcionamento e desempenho e não são explicáveis por outras doenças físicas ou psiquiátricas. Muitas doenças podem causar um quadro de demência. Entre as várias causas conhecidas, a Doença de Alzheimer é a mais frequente.
Quais são os sinais da Doença de Alzheimer?
O paciente com Alzheimer pode apresentar:

  • Perda de memória recente com repetição das mesmas perguntas ou dos mesmos assuntos.
  • Esquecimento de eventos, de compromissos ou do lugar onde guardou seus pertences.
  • Dificuldade para perceber uma situação de risco, para cuidar do próprio dinheiro e de seus bens pessoais, para tomar decisões e para planejar atividades mais complexas.
  • Dificuldade para se orientar no tempo e no espaço.
  • Incapacidade em reconhecer faces ou objetos comuns, podendo não conseguir reconhecer pessoas conhecidas.
  • Dificuldade para manusear utensílios, para vestir-se, e em atividades que envolvam autocuidado.
  • Dificuldade para encontrar e/ou compreender palavras, cometendo erros ao falar e ao escrever.
  • Alterações no comportamento ou na personalidade: pode se tornar agitado, apático, desinteressado, isolado, desinibido, inadequado e até agressivo.
  • Interpretações delirantes da realidade, sendo comuns quadros paranoicos ao achar que está sendo roubado, perseguido ou enganado por alguém. Esquecer o que aconteceu ou o que ficou combinado pode contribuir para esse quadro.
  • Alucinações visuais (ver o que não existe) ou auditivas (ouvir vozes) podem ocorrer, sendo mais frequentes da metade para o final do dia.
  • Alteração do apetite com tendência a comer exageradamente, ou, ao contrário, pode ocorrer diminuição da fome.
  • Agitação noturna ou insônia com troca do dia pela noite.

Os sintomas não são os mesmos para todos os pacientes com demência, mesmo quando a causa de demência é a mesma. Nem todos os sintomas aparecerão em todos os pacientes. Como uma doença de curso progressivo, o quadro clínico do paciente com demência sofre modificações. Com a evolução da doença, há o aparecimento de novos sintomas ou o agravamento dos sintomas existentes.
Além da Doença de Alzheimer, existem muitos outros tipos de demência.
Demência vascular 
Pode ser considerada a segunda maior causa de demência. A demência vascular é causada por lesões cerebrais de origem vascular e as manifestações clínicas dependem da localização e do número de lesões cerebrais. As lesões vasculares cerebrais podem ocorrer como infartos silenciosos, que não resultam em ataque reconhecido clinicamente, e como acidentes vasculares encefálicos, conhecidos popularmente como “derrame”. Os fatores de risco são: hipertensão arterial, diabetes mellitus, hipercolesterolemia, doença cardiovascular, fibrilação atrial, tabagismo, trombose, abuso de álcool e fatores genéticos.
Demência com corpos de Lewy
Causada pela presença de alterações cerebrais chamadas de corpos de Lewy. Os critérios para o diagnóstico clínico da doença incluem demência com sintomas da Doença de Parkinson (rigidez da musculatura, movimentos mais lentos; tremores são mais raros); alucinações visuais (ver coisas que não existem, geralmente pessoas, animais, objetos e crianças) e oscilação dos sintomas ao longo do dia. Os sintomas parkinsonianos e alucinações ocorrem no estágio inicial, quando alterações importantes na memória podem não ocorrer. Outras características da doença incluem quedas repetidas, desmaios, delírios (acreditar em coisas que não existem), outras formas de alucinações (auditivas, ouvir coisas que não existem) e sensibilidade importante, com reações adversas intensas, ao uso de medicações para delírios e alucinações (antipsicóticos).
Demência na Doença de Parkinson
Cerca de 40% dos pacientes com Doença de Parkinson podem evoluir para quadros demenciais. Também é causada pela presença de corpos de Lewy, mas estão presentes em locais diferentes do cérebro. Para esse diagnóstico, é necessário que o quadro demencial ocorra após um ano do início do quadro da Doença de Parkinson. Se a demência ocorrer em menos de um ano após o início dos sinais de Parkinson, a hipótese clínica principal passa a ser de demência por corpos de Lewy. A atenção é uma das funções mais prejudicadas. A memória também pode estar afetada, mas em um grau menos intenso do que é observado na Doença de Alzheimer. Outra capacidade muito comprometida é a de planejar, organizar e regular um comportamento motor (função executiva). Também são comuns os quadros de depressão e de alucinações visuais (ver animais, pessoas).
Demência frontotemporal
Quadro caracterizado por deterioração na personalidade e na cognição. A alteração típica no exame de neuroimagem é a redução da região frontal e temporal do cérebro. As mudanças no comportamento são mais importantes que os problemas na memória e orientação. As mudanças podem incluir: desinibição, impulsividade, inquietude, perda do julgamento, oscilação emocional, apatia, desinteresse, perda de motivação, isolamento, sentimentalismo excessivo, hipocondria, comportamento exaltado, choro fácil, risos inadequados, irritabilidade, comentários sexuais inadequados, atos indecentes, comportamento muito inadequado como urinar em público, alterações importantes do hábito alimentar (por exemplo, preferência por doces), negligência da higiene pessoal. As alterações cognitivas são menos evidentes que na Doença de Alzheimer e ocorrem após dois anos, aproximadamente, do início das alterações de comportamento. Ansiedade e depressão são comuns. O paciente pode apresentar atos violentos, comportamentos ruins que não apresentava antes da doença.
fonte:http://abraz.org.br/sobre-alzheimer/demencia
 

Compulsões

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Compulsões

Artigo de autoria do  Dr. Geraldo J. Ballone, especialista em psiquiatria pela ABP e professor do Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da PUCCAMP desde 1980. Coordenador do site PsiqWeb.
As compulsões, comportamentos compulsivos ou aditivos são hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade e/ou angústia. São hábitos mal adaptativos que já foram executados inúmeras vezes e acontecem quase automaticamente.
Diz-se que esses comportamentos compulsivos são mal adaptativos porque, apesar do objetivo que têm de proporcionar algum alívio de tensões emocionais, normalmente não se adaptam ao bem estar mental pleno, ao conforto físico e à adaptação social. Eles se caracterizam por serem repetitivos e por se apresentarem de forma freqüente e excessiva. A gratificação que segue ao ato, seja ela o prazer ou alívio do desprazer, reforça a pessoa a repeti-lo mas, com o tempo, depois desse alívio imediato, segue-se uma sensação negativa por não ter resistido ao impulso de realizá-lo. Mesmo assim, a gratificação inicial (o reforço positivo) permanece mais forte, levando a repetição.
Por exemplo: Se a pessoa é acometida pela idéia (contra sua vontade) de que está se contaminando através de alguma sujeita nas mãos, terá pronto alívio em lavar as mãos. Entretanto, se tiver que lavar as mãos 40 vezes por dia, ao invés de adaptar essa atitude acaba por esgotar.
Se a pessoa é acometida pela idéia de que seus pais sofrerão algum acidente fatal, poderá conseguir alívio da angústia gerada por esses pensamentos se, por exemplo, bater 3 vezes na madeira… Mas tiver que bater na madeira 40 vezes por dia, ao invés de aliviar, essa atitude acaba por constranger e frustrar.
Se a pessoa tem um pensamento incômodo de que aquilo que acabou de comer poderá engordá-la, terá alívio dessa sensação provocando o vômito, ou tomando laxantes….
Causas: Não há uma causa bem estabelecida para a ocorrência de comportamentos compulsivos. Pode-se falar em vulnerabilidades e predisposições, seja de elementos familiares, tais como os hábitos conseqüentes à extrema insegurança e aprendidos no seio familiar, seja por razões individuais e relacionados às vivências do passado e a ao dinamismo psicológico pessoal, seja por razões biológicas, de acordo com o funcionamento orgânico e mental.
Assim, comportamentos compulsivos ou aditivos podem ser entendidos como atitudes (mal adaptadas) de enfrentamento da ansiedade e/ou angústia, trazendo conseqüências físicas, psicológicas e sociais graves. Algumas pessoas apresentam
comportamentos com caráter compulsivo, que levam a conseqüências negativas em suas vidas, como por exemplo, recorrer ao uso abusivo do álcool, das drogas, à fuga do convívio social, ao hábito intempestivo do vômito e às mais variadas atitudes.
Essas pessoas podem ainda comprar compulsivamente, sem levar em conta o saldo bancário, comer compulsivamente, mesmo quando não se tem fome, jogar, praticar atividades físicas em excesso, etc.
Complicações: Normalmente nesse tipo de problema, classificados em sob o título de transtornos do espectro obsessivo-compulsivo (TOC), a pessoa acaba tornando-se dependente dessas atitudes, as quais ocupam um espaço importante no seu cotidiano. Em alguns casos ocorrem-se danos físicos, como na pessoa com vigorexia, que precisa malhar (exageradamente) todos os dias e por longas horas, ou lesões na pele das mãos devido aos rituais de lavar continuadamente, ou escoriações quando há auto-escoriações, calvície quando há tricotilomania, ou desnutrição quando a compulsão é por vômitos (bulimia) e assim por diante.
Normalmente essas pessoas sentem desconforto emocional se não fizerem esses comportamentos, apresentam grande angústia ou ansiedade na ausência ou na impossibilidade em realizar a atividade compulsiva. Socialmente a ocorrência de tais comportamentos pode resultar em prejuízo no trabalho, na conclusão de tarefas, na liberdade de sair de casa, na vergonha do contato com outras pessoas, etc.
A repetição desses comportamentos e o aumento gradual da frequência deles acabam caracterizando um verdadeiro processo de dependência. Alguns buscam o alívio do desprazer das emoções de angústia e ansiedade, do afastamento de pensamentos incômodos. Quando se pretende a busca do prazer pode haver adicção química, que é o consumo exagerado de substâncias.
Didaticamente podemos dizer que existe uma grande semelhança entre comportamentos compulsivos e dependência química: a angústia provocada pela ausência, os sintomas emocionais da abstinência, tais como tremores, sudorese, taquicardia, etc, o caráter compulsivo e repetitivo, a importância que essa atitude ocupa na vida da pessoa, o comprometimento na qualidade da vida familiar, profissional, afetiva e social. É assim que, por exemplo, o ato de jogar tem praticamente o mesmo papel que a droga, ou álcool, a cocaína e outras substâncias psicoativas.
Comprar Compulsivo
Assim como os demais comportamentos compulsivos ou aditivos, o comprador compulsivo é, praticamente, um dependente do comportamento de comprar, precisando fazê-lo sem limites para se sentir bem, pelo menos bem naquele momento (para depois arrepender-se).
O comprador compulsivo acaba por consumir coisas pelo fato de consumir e não mais pela necessidade do objeto que é consumido. Ir ao shopping sem realizar algumas compras parece tornar-se quase impossível. Muitas vezes sente-se culpado, porém, como em qualquer comportamento aditivo, o mais comum é perder o controle da situação. Entretanto, é fundamental fazer a diferença entre o simples hábito pelas compras do comportamento compulsivo às compras. “Os hábitos de consumo são mais emocionais que racionais”, afirma Dílson Gabriel dos Santos, que leciona comportamento do consumidor na USP. O professor esclarece que comprar por impulso, mas não por compulsão, é adquirir um bem por sentir uma atração instantânea pelo produto, seja por causa da embalagem, do preço ou do apelo publicitário.
Essas pessoas impulsivas pelas compras cometem as “… pequenas loucuras que se cometem ao passar pelas gôndolas de supermercados”, diz. “Leva-se uma garrafa de bebida, um iogurte ou um pacote de biscoitos a mais”, observa. Já o  compulsivo vai às compras como um viciado que sai de casa para jogar ou em busca das drogas, e a compulsão acaba sendo uma atitude que exclui logo o prazer pela aquisição do novo produto.
Trabalhar Compulsivo
Com o objetivo de vencer profissionalmente, ganhar dinheiro, sobressair-se socialmente, tem sido glorificado pelo sistema cultural que a pessoa procure dar o melhor de si trabalhando. O trabalho pode ser utilizado como uma ocupação mental capaz de tomar o espaço de outros sentimentos ou pensamentos mais difíceis de serem vivenciados. Quando a atividade funciona como uma forma de esconder-se, fugir ou não ter que sentir ou pensar em outros problemas, enfim, quando alivia a angústia da vida de relação, o trabalhar pode tornar-se compulsivo, constante, enfim aditivo.
Neste caso, o trabalhar perde sua função natural passando a ser prejudicial ao bem estar físico, familiar psicológico e social do indivíduo. Na compulsão pelo trabalho a pessoa vai de casa para o trabalho, do trabalho para a casa, excluindo-se de sua vida as opções do lazer, as pausas nos finais de semana, o convívio descontraído com a família, etc. A pessoa com compulsão pelo trabalho freqüentemente exige dos outros o mesmo ritmo que tem para si, costuma criticar demais esses outros, exige perfeição, dedicação e devoção ao trabalho, tal como elas próprias se comportam. E o próprio compulsivo para o trabalho sofre com sua situação.
Normalmente são pessoas severas, isoladas, inflexíveis, perfeccionistas, amargas e exageradamente “realistas”. Por causa dessas características os workaholics racionalizam tudo na vida, ocultam seus próprios sentimentos, têm um contato mínimo com eles próprios e mantêm abafados seus conflitos íntimos. Para essas pessoas o trabalho é seu escudo protetor e, melhor que isso, trata-se de uma atitude fortemente enaltecida pelos valores sociais. Mas, na realidade, o workaholic também sofre, normalmente é um insatisfeito consigo mesmo, alimenta a fantasia de ser potente e meritoso. Na verdade, toda essa voracidade para o trabalho pode estar aliviando sentimentos de angústia por se acreditar um pai omisso ou uma mãe ausente, um companheiro fugidio, etc.
Comer Compulsivo
Os transtornos alimentares constituem uma verdadeira “epidemia” que assola sociedades industrializadas e desenvolvidas acometendo, sobretudo, adolescentes e adultos jovens. Vivemos em uma sociedade na qual existe o culto da magreza. Assim, comer, um comportamento universalmente tido como prazeroso, torna-se alvo de preocupação de muitas pessoas. Como usufruir deste prazer sem sentir-se fora dos padrões sociais de saúde e beleza? Quais serão os sintomas dessa epidemia emocional? De um modo geral, o pensamento falho e doentio das pessoas portadoras dessas patologias se caracteriza por uma obsessão pela perfeição do corpo. Na realidade, trata-se de uma “epidemia de culto ao corpo”.
Essa “epidemia” se multiplica numa população patologicamente preocupada com a perfeição do corpo e que está sendo afetada por alterações psíquicas caracterizadas por distúrbios na representação pessoal do esquema corporal. Os transtornos alimentares vêem aumentando sua incidência perigosamente e já começa a alarmar especialistas médicos, sociólogos, autoridades sanitárias. Essa busca obsessiva da perfeição do corpo tem várias formas de se manifestar e, algumas delas, diferem notavelmente entre si. Existem os transtornos alimentares mais tradicionais, que são a anorexia e bulimia nervosa mas, não obstante, existem outros que se estimulam e desenvolvem na denominada “cultura do esbelto”.
Todos estes transtornos alimentares compartilham alguns sintomas em comum, tais como, desejar uma imagem corporal perfeita e favorecer uma distorção da realidade diante do espelho. Isto ocorre porque, nas últimas décadas, ser fisicamente perfeito tem se convertido num dos objetivos principais (e estupidamente frívolos) das sociedades desenvolvidas. É uma meta imposta por novos modelos de vida, nos quais o aspecto físico parece ser o único sinônimo válido de êxito, felicidade e, inclusive, saúde.

Tratamento psicológico da ansiedade

3 anos ago · · 0 Comentário

Tratamento psicológico da ansiedade

Já percebeu que quando sente medo exacerbado e preocupação intensa sua respiração fica acelerada e o coração bate mais forte? Não pense que isso só acontece com você.  Todos nós, já passamos por essa situação.É humano e natural sentir isso.
Porém tem pessoas que experimentam essas sensações desagradáveis com muita frequência, principalmente as que estão envolvidas em uma rotina estressante. Essas emoções se tornam tóxicas por conta da intensidade das mesmas. Medo exagerado e a preocupação exacerbada são consideradas emoções tóxicas porque contaminam nosso corpo e nossa mente. Se tornam um problema é quando essas  emoções tóxicas e sintomas tóxicos se instalam em situações cotidianas, sem um motivo aparente. Quando a ansiedade se torna um “cárcere  emocional”, como uma prisão interna que limita, limitando noss as iniciativas e o prazer de viver livremente.
Para a preservação e evolução, o ser humano, através dos tempos, se defendeu sentindo medo e agitação para tomar as atitudes de se defender ou lutar. Hoje não temos mais o perigo de um animal selvagem nos atacar a qualquer momento, mas alguns acham que um perigo pode ocorrer entre o agora e o daqui a pouco. Vivem com medo da violência, dos ladrões, do que pode lhes acontecer.
Muitos assumem compromissos e tarefas além de suas possibilidades. Exigem muito de si mesmos com cobranças e perfeccionismo. Vivem correndo contra o tempo, apressados, com horários rígidos para tudo. Antecipam as situações, vivendo com muitas expectativas. E, com certeza, o estresse se instala, podendo se agravar para transtorno de ansiedade, fobias e até a síndrome do pânico.
Passam a ter sintomas fisiológicos como falta de ar e taquicardia; sintomas comportamentais, quando evita certos lugares e pessoas (como elevador, viajar de avião, ir a shoppings); sintomas psicológicos, com sentimentos de inquietação.
Viver desse modo, sempre sobtensão, tira a paz de espírito e equilíbrio, atrapalha os relacionamentos, a vida familiar, a habilidade no trabalho, alegria dos momentos de lazer.
O que fazer? Como mudar esses sintomas físicos, psicológicos e essas emoções negativas?
Compreenda que tudo começa na mente. Em cada palavra, em cada frase, em cada pensamento.
Perceba que quando você tem um pensamento de medo, de aflição, de ansiedade, as frases em sua mente começam com um E Se… ou Será que…?
Comece a identificar as frases como “E Se eu perder meu namorado, se meu marido me trair?” “E Se eu não passar no exame?” “E Se eu não conseguir esse emprego?” “E Se eu não conseguir me expressar bem nessa reunião?” “E Se eu ficar corado de vergonha, tímido, sem palavras?” “E Se eu perder meu emprego?” E Se eu ficar doente com câncer?”E Se um acidente acontecer com alguém que eu amo?” “Se uma tragédia acontecer comigo ou com minha família, ou com o planeta Terra?”. “E se… E se…”.
Na maioria das vezes, a mente disfuncional (negativa), cria essas armadilhas com pensamentos que atemorizam e que descontrolam as pessoas.
MUDANÇA COGNITIVA
Para começar a mudança interior, para ter controle sobre essa conversa interior (Diálogo Interno), é preciso fazer a identificação desses pensamentos. Perceber que as possibilidades de acontecer esses pensamentos disfuncionais e negativos são pouco prováveis.
O primeiro passo para uma mudança cognitiva verdadeira é observar esses pensamentos negativos. É identificá-los.
Para mudá-los é importante racionalizar esses pensamentos, desmontando cada pensamento de antecipação, cada pensamento de ansiedade com discernimento e argumentos reais.
Questione os pensamentos disfuncionais que desencadeiam a autossabotagem: Não acredite nessa mente sabotadora e inimiga. Duvide desses pensamentos. Questione essas dúvidas, e esses medos que podem gerar o transtorno psicológico.
Com a prática de questionar cada pensamento negativo que surgir, você vai adquirindo uma mente clara e calma. E desse modo, pode avaliar melhor quais as reais probabilidades desses pensamentos serem coerentes com a realidade.
Outros passos importantes: Descubra sua capacidade, seu valor. Melhore sua autoestima acreditando mais em você mesmo. Aprenda a viver o momento presente, sem ter previsões assustadoras pelo futuro.
Pratique a mudança cognitiva e perceba como é bom desfrutar de sua vida diária, sem estresse, com prazer e tranquilidade, preservando sua saúde.
A saúde é um dos fatores necessários para uma vida feliz. Todos nós queremos ter saúde e desejamos saúde aos outros, pois ter saúde é muito precioso. Porém, precisamos entender que a saúde não vem de graça. Ela é conquistada a cada dia, cuidando de nosso corpo, da alimentação, de nossa mente e do espírito.
Segundo o Doutor Draúzio Varella: “existem alguns procedimentos essenciais para não adoecer e manter a saúde”:
-” Tenha o discernimento de não comer demais e nem de menos. Desenvolva a disciplina para escolher alimentos saudáveis, buscando na comida o prazer benéfico e não apenas o prazer momentâneo que adoece o corpo.
– Fique livre de vícios que trazem dependência e doenças. Através do amor a si mesmo, a pessoa pode se libertar e ter autodomínio sobre seus sentidos.
– Exercite seu corpo com regularidade, com motivação, disciplina. Faça caminhadas, alongamentos, musculação leve, pilates ou natação.
– Tenha aulas de dança, ou simplesmente dance espontaneamente. Ouça músicas bonitas. A música e a dança são terapias poderosas para alimentar o bom humor e a saúde.
– Aprenda a relaxar e dissolver a ansiedade. Durma o necessário para descansar e renovar-se.
– Compreenda que é uma terapia compartilhar os sentimentos, desabafar, partilhar as dúvidas, erros e alegrias com o terapeuta, a família e amigos, porque as emoções e sentimentos reprimidos geram doenças como gastrites, úlcera, dores na coluna.
– Não cultive a tristeza, nem sentimentos de culpa ou sentimentos de não aceitação da vida ou de autodepreciação porque podem trazer doenças pulmonares e depressão.
– Assim como a felicidade, a saúde pode ser alcançada através do treinamento da mente. Quando falamos de treinar a mente, estamos incluindo o intelecto e sentimento, coração e a mente.
– Através de certa disciplina interior, podemos transformar nossa atitude e nossa maneira de encarar a vida, melhorando nosso bem-estar e tranquilidade.
– Com essa disciplina cognitiva, começamos a identificar aqueles fatores que levam à saúde e à paz interior e aqueles pensamentos tóxicos que levam ao sofrimento. Depois da identificação, passamos, gradativamente, a eliminar os que levam ao sofrimento e a cultivar os que conduzem à saúde integral. Isso é de vital importância.
– Acalme a mente através da consciência da respiração para encontrar um ponto de equilíbrio interior. O estado da mente tem grande influência sobre nossa experiência do dia a dia. Quanto maior o nível de serenidade da mente, maior será a paz de espírito e a saúde.
– A serenidade da mente tem como origem a compaixão, o afeto e o agradecimento. Quando dispomos dessa estabilidade interna, mesmo que faltem vários recursos externos para a felicidade, ainda é possível levar uma vida prazerosa.
– Fique livre das dúvidas.  Segundo o médico Dráuzio Varella,” a pessoa indecisa torna-se ansiosa, com angústias. Acumula problemas e preocupações e, isso traz doenças nervosas e gástricas, labirintite e problemas de pele. Entenda que é melhor acender um fósforo do que lamentar a escuridão”. Dráuzio Varella.
– É preciso ter coragem e discernimento para tomar decisões. Quando  acalmamos nossa mente, temos boas intuições, ideias e insights para decidir corretamente, porque nos conectamos com o espaço de sabedoria dentro de nós.
– Busque soluções e não aumente os problemas. Corte na raiz os pensamentos disfuncionais (inadequados) e substitua-os por pensamentos funcionais (adequados), de saúde, de prosperidade, de confiança.
– O pensamento disfuncional gera energia negativa que se transforma em doenças. As pessoas negativas preferem lamentar e são pessimistas. Não veem as soluções porque só ficam focadas nos problemas.
– Entenda que somos o que pensamos, portanto, cultive pensamentos saudáveis que trazem entusiasmo e bem-estar.
– Perdoe a si mesmo. Perdoe os outros e não guarde mágoas. Quem guarda ressentimentos perde a saúde e a alegria de viver. Quem perdoa tem saúde física e mente pacífica. A mágoa nada mais é que um copo de veneno que eu tomo esperando que o outro morra.
– Se a pessoa nutre pensamentos rancorosos ou muita raiva, ela destrói a própria saúde, esse fator tão essencial para uma vida feliz. Por outro lado, se a pessoa conseguir manter um estado mental calmo, poderá ser feliz apesar de ter uma saúde frágil.
– Aceite suas limitações. Aceite as críticas e aprenda com elas. Isto é sabedoria .
– Aceitar-se é fundamental para uma vida saudável. Quem se rejeita e não tem boa autoestima alimenta os venenos da mente: a autodestruição, a inveja, o ciúme. Não tem tranquilidade e adoece devido a esses sentimentos.
– Desenvolva as qualidades como tolerância, paciência, compreensão, aceitação e confiança. Confie na vida e nos outros”.
Material adaptado por Andréia Coliath, extraído do texto a Arte de não adoecer. Draúzio Varella.
-Devemos deixar as experiências traumáticas do passado no passado. Podemos olhar para o passado, aprender com as vivências passadas e nos afastar dessas lembranças. Devemos viver o momento presente.
Certa vez, Jesus disse: “Nunca fiquem ansiosos por causa do amanhã, pois o amanhã terá suas próprias preocupações”. (Mateus 6:25, 34).
O que ele quis dizer? Tente resolver os problemas de hoje. Não piore a situação juntando as preocupações de hoje com as de amanhã. Isso pode impedí-lo de pensar com clareza e pode levá-lo a tomar decisões precipitadas. Lembre-se também que muitas coisas nem sempre acontecem como imaginamos.

Dicas para combater a ansiedade

3 anos ago · · 0 Comentário

Dicas para combater a ansiedade

A pessoa que sofre de ansiedade deve aprender a se acalmar através da respiração.
Dica para aprender a respirar corretamente para diminuir a ansiedade?

  • Deite-se confortavelmente numa superfície plana;
  • Respire profundamente pelo nariz, enchendo a barriga de ar e soltando o ar aos pouquinhos pela boca.

Esta técnica é chamada de respiração diafragmática e ajuda a expandir melhor os pulmões, oxigenando melhor o cérebro.
A prática regular de exercício físico, como natação, caminhada ou andar de bicicleta são ótimas opções de tratamento para ansiedade e estresse.
Além da respiração a pessoa ansiosa deve ingerir alimentos que ajudam a combater a ansiedade. Exemplos:
Existem casos de ansiedade que devem ser tratado com medicação, mas  existem alguns nutricionistas que sugerem que alguns  alimentos, também podem contribuir  de forma natural no tratamento auxiliar da ansiedade. Essas sugestões não dispensam o uso da medicação quando necessário.

  • Alface: O alface é rico em lactucina e folato, que atuam no organismo como calmantes e previnem a depressão e confusões mentais.
  • Ovos: Os ovos são fontes de vitaminas do complexo B, acetilcolina e niacina. A carência dessas substâncias no organismo pode provocar ansiedade, depressão e apatia. 2 ovos por semana são o suficiente para manter uma vida saudável.
  • Maçã: A maçã é rica em fibras, carboidratos, zinco e selênio. O consumo de maçã combate a ansiedade e relaxa.
  • Uva: A uva, além de ser uma fruta energética, é fonte de vitaminas do complexo B, que auxiliam no funcionamento do sistema nervoso Central.
  • Mel: O mel ajuda o organismo a produzir a serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar, que regula as mudanças de humor que provocam a ansiedade.
  • Laranja: Fonte de Vitaminas e cálcio, a laranja é uma fruta energética que relaxa os músculos, combate o estresse e a fadiga.    fonte: https://www.tuasaude.com/alimentos-contra-a-ansiedade/

Ansiedade

3 anos ago · · 0 Comentário

Ansiedade

A ansiedade é apontada por profissionais da área como um dos problemas emocionais mais urgentes de nossos dias. A ansiedade constitui a base todas as neuroses. O que são neuroses? Trata-se de uma reação exagerada do sistema nervoso em relação a uma experiência vivida.  A ansiedade é considerada uma neurose quando se trata de uma preocupação exagerada.
A ansiedade atinge todas as idades, classes sociais, porém pessoas que apresentam alto grau de ansiedade preocupam-se demasiadamente e vivem pensando em  situações apavorantes o tempo todo, por conta disso, a ansiedade interfere de modo toxico e negativo na vida das pessoas. As pessoas aprendem ao longo da vida, preocupar-se desnecessariamente, pois, acreditam equivocadamente que a preocupação que gera a ansiedade evita que coisas ruins aconteçam.
Devemos pensar nas coisas que estão acontecendo de maneira saudável, interpretando os eventos de uma forma funcional (adequada). Quando não pensamos  no presente, mas sim no futuro estamos sofrendo antecipadamente e desnecessariamente por algo que pode ou não acontecer. Esse processo é desgastante.
Exemplo: Ao escolhermos uma fruta para o consumo, qual escolha parece ser a mais adequada? Fruta podre, fruta madura, fruta verde? A menos que você queira se autossabotar, a resposta correta é a fruta madura; pois a podre já passou e não é própria para o consumo e pode te fazer muito mal, e a verde não é doce, nem saborosa; pois bem, a fruta podre representa o passado, a verde o futuro, e a madura representa o momento presente e está pronta para ser consumida.
Viver freqüentemente ansioso é como comer fruta verde o tempo todo.  É claro que nos fará mal e nos impede de saborear o que a vida tem de melhor. A ansiedade elimina nosso contentamento e satisfação; por isso pessoas ansiosas são extremamente insatisfeitas.
Quando perceber que está pensando no que poderia acontecer (pensamento futuro) procure ficar no presente. Mantenha seus pensamentos concentrados onde você está no presente momento e no que está acontecendo ao seu redor. Não no que vai acontecer daqui a 1 hora, 1 dia ou 1 mês.
A ansiedade promove um diálogo interno disfuncional. Nosso modo de perceber a nós mesmos, o mundo, e o futuro pode ser saudável (funcional) ou inadequado ( disfuncional), quando a maneira como nós interpretamos e avaliamos os eventos relacionados a nós mesmos, outros, futuro geram ansiedade podemos concluir que esta avaliação é disfuncional.
A ansiedade é um hábito mental, um padrão de pensamento, que limita a autoconfiança, quando leva a possibilidades ameaçadoras. Ao longo da vida podemos adquirir hábitos errados de pensar através do diálogo interno disfuncional. Diálogo interno (trata-se de uma conversa interna que  atuam de maneira automática. A ansiedade promove um diálogo interno distorcido).
A ansiedade promove internamente três mecanismos responsáveis pela instabilidade emocional:

  • Mecanismos sabotadores- (responsáveis pela baixa autoestima).
  • Mecanismos perturbadores – (geradores de conflitos, insegurança).
  • Mecanismos potencializadores – (responsáveis por maximizar de maneira negativa as interpretações das situações vivenciadas).

 
Pessoas ansiosas são inquietas e pessimistas, ficam esperando pequenos sinais de perigo  e os potencializam, transformando-os em uma catástrofe.

Esse modo disfuncional de pensar desencadeia os Transtornos de Ansiedade.

Aprendendo a controlar os pensamentos através da inteligência  emocional

3 anos ago · · 1 Comentário

Aprendendo a controlar os pensamentos através da inteligência emocional

 
O pensamento é uma força sutil e dinâmica. A velocidade do pensamento é muito maior que a da luz e ele se propaga instantaneamente. Você rejeita ou absorve os pensamentos de acordo com seu mundo interno. Se você está saudável, assimila pensamentos saudáveis, de alegria. Se estiver em desequilíbrio assimilará pensamentos disfuncionais. Assim como você exercita seu corpo fazendo caminhadas, ginástica, esportes, para manter a saúde física, você precisa manter a saúde mental através de interpretações saudáveis de pensamento. Precisa mudar sua atitude interior, aprender a relaxar, a apaziguar corpo e mente e cultivar pensamentos bons e saudáveis.
A saúde do corpo começa na mente. Todo pensamento é transmitido às células e exerce influência sobre o corpo. Se na mente existir emoções e pensamentos disfuncionais, eles serão transmitidos através dos nervos para cada célula do corpo. A tristeza na mente enfraquece o corpo. As células que atuam como soldados defendendo o corpo, se enfraquece, tornando-se ineficientes. Isto diminui a força vital e produz a doença.
O sorriso envia para o cérebro uma mensagem que tudo está bem. Isto aumenta a serotonina no cérebro produzindo um estado de bem-estar e seu sistema imunológico fica mais forte. Sorria. Confie, celebre a vida com um coração agradecido.
O cultivo do pensamento funcional é uma ciência exata e com esforço aprendemos como podemos transformar nossa vida através de nossos pensamentos. Esse é um método muito eficiente para controlar pensamentos ruins cortando pela raiz o círculo vicioso de incontáveis pensamentos disfuncionais que tiram a nossa paz mental.
Como você planta um jardim, escolhendo boas sementes, plantando-as, esperando que brotem e germinem, assim também você tem que escolher pensamentos funcionais em sua mente. Para cuidar de um jardim, você observa e arranca as ervas daninhas.  Do mesmo modo, você precisa observar os velhos pensamentos inadequados e cortá-los na raiz o mais rápido possível. Pare de alimentá-los e afaste-os assim que os observar.
Aprenda a observar a sua mente
Comece a observar atentamente como vários pensamentos inúteis, de preocupação, do passado ou do futuro surgem em sua mente e fogem de seu controle. A grande armadilha nesse caso é que você não vive o momento presente. Um pensamento conduz a outro e você vai se tornando agitado. Observe como se torna tenso quando se deixa envolver por estes pensamentos. Você fica remoendo mágoas, reproduzindo mentalmente cenas conflitantes e gerando assim raiva e sofrimentos inúteis.
Perceba o que acontece em sua mente antes destes pensamentos formarem estas ondas disfuncionais trazendo aflições e ansiedade. Quando detectar isto, diga para você mesmo:

“Olha eu aí de novo… Olha eu alimentando isto de novo”.
Para que pensar isto e causar sofrimento para mim? Isto alimenta minha instabilidade emocional?
O que uma pessoa saudável e coerente diria a respeito desse pensamento?
Alguém que eu admiro concordaria com esse modo distorcido de pensar?
Que provas eu tenho desse pensamento?
Tem alguma prova que contradiga a minha interpretação desse pensamento?
Existe uma forma mais saudável para eu pensar em relação a esse assunto?
E deste modo, corte o mal pela raiz. Este método é infalível. Quando a mente perceber que está sendo observada, que agora tem alguém no comando, ela vai se tornando menos resistente, mais dócil e se torna mais fácil controlá-la.
Antes de sua mente disparar com tantos pensamentos, pare com esta inquietação. Procure se concentrar no que está fazendo. Converse com sua mente. Explique a ela que no momento certo você fará o que tem de ser feito, que tudo acontece para melhor. Acredite em você e na sua mente saudável que é sua verdadeira amiga. 
Não permita que a mente permaneça nos antigos padrões mentais e hábitos antigos de pensamentos. Pratique a vigilância. Mantenha-se alerta. Compreenda que você pode afastar os pensamentos desnecessários,  de irritação, de tristeza, de medos. Cultive pensamentos proveitosos, benéficos e úteis. Aprenda a estar presente no momento presente.
Comece a praticar isto agora mesmo. Não desanime se no princípio achar que é difícil ou até impossível. Muitos destes pensamentos disfuncionais estão morando em seu interior há muito tempo e eles se sentem donos de sua mente; não vão querer sair com facilidade. Tenha a coragem de mudar e ser livre para ser mais feliz. Seja persistente e determinado!
Ao perceber, algumas vezes ao dia, um pensamento inadequado e imediatamente substituí-lo por outras possibilidades opostas, você começa a exercer seu poder de escolha. Você começa a usar o poder da mente a seu favor. Você compreende que pode parar de sofrer. Você adquire o apoio de uma mente tranquila, amável, mais silenciosa e pacífica.
A maioria das pessoas nem mesmo começa a tentar, e a maioria daqueles que começam, não se lembram de continuar a fazê-lo. Todavia, se você for persistente e estável, pode criar o hábito do pensamento saudável. Em vez do hábito da preocupação e tristeza, desenvolva o hábito da estabilidade.
A maioria de nós aprendeu a pensar disfuncionalmente. Isto se tornou um velho hábito e parece perfeitamente natural. Todavia, você pode apagar o velho condicionamento e criar tendências positivas.
Para experimentar um sentimento você tem que primeiro produzir o pensamento que é responsável por este sentimento. Quando se sentir triste, deprimido, desanimado, observe seu pensamento – com certeza você alimentou um pensamento disfuncional e inadequado. Sem pensamento disfuncional não pode existir a depressão, o estresse, a angústia. Você mesmo alimenta seus conflitos, irritação e ansiedade com a força de seu pensamento.
Precisamos compreender que passado é passado e não adianta ficar remoendo o que já passou, se torturando, se culpando e sendo assim seu próprio inimigo. Sentir mágoas e guardar ressentimentos não muda as situações, apenas perturba nossa mente e causa infelicidade. Não é errado se lembrar do passado, mas precisamos nos libertar dos sentimentos negativos ligados aos acontecimentos.
Se você tem uma pedra em seu sapato, você a tira. Descalça o sapato, o sacode e senti alívio imediato. Você precisa compreender que também pode remover um pensamento inadequado da mente. Basta decidir fazer isto. Escolher o que pensar. Escolher e optar por ser mais saudável.
Pratique o doce auto esforço. Permita que a jóia da paciência emerja de seu próprio ser e brilhe. Desenvolva o poder do pensamento funcional e colha seus frutos benéficos, vivendo com mais entusiasmo e tranquilidade.
Se cultivar pensamentos saudáveis, permanecerá saudável. Se alimentar na mente pensamentos doentios, de mau funcionamento de seus órgãos internos não pode esperar ter boa saúde.Lembre-se de que o corpo é um produto da mente e encontra-se sob o controle da mente. Se a mente for saudável, o corpo será saudável.
Pense que é bom e será bom. Você pode construir um bom caráter e um bom destino com pensamentos elevados e saudáveis. Pode criar circunstâncias favoráveis pelas suas boas ações. Ou pode optar por pensar inadequadamente, agir de maneira errada e assim atrair dificuldades e sofrimento. A escolha é sua.
Você pode sorrir para seu destino, aprendendo com as lições da vida, desenvolvendo gratidão e aceitação. Ou pode se revoltar, se lastimar, brigar por qualquer coisa, sofrendo inutilmente. A opção é sua. Você é livre para ser feliz ou infeliz, pois a felicidade depende de uma mente sadia, tranquila e agradecida.
Esta é a lei do pensamento. Se pensar algo adequado, ficará feliz. Se pensar algo inadequado, ficará infeliz. Um pensamento disfuncional escraviza. Um bom pensamento liberta. De acordo com seus pensamentos, você cria alegria ou dor em seu interior.
Você se torna aquilo que pensa. Sua vida é um resultado de seus pensamentos. Melhore sua maneira de pensar e isso vai produzir ações melhores que vão lhe trazer bons frutos.
Pense bem de si mesmo. Descubra seu próprio valor e qualidades. Goste de você da maneira que você é. Ao se valorizar, ao se amar, você desenvolve habilidades, qualidades e aptidões.
As camadas de pensamentos que encobrem o conhecimento e sua luz interior só serão removidas através de uma mente calma e positiva. Purifique e aquiete os pensamentos utilizando ferramentas como: oração, exercícios respiratórios e relaxamento.
Tenha cuidado com os pensamentos. Tudo o que sua mente enviar, volta para você. Cada pensamento é como um bumerangue.
Um pensamento negativo prejudica a você mesmo, a outra pessoa e o ambiente mental das pessoas ao redor. Pode entristecer e deprimir outras mentes receptivas.
As pessoas, com esperança e confiança, atraem pensamentos de natureza semelhante e são bem-sucedidas naquilo que realizam. As pessoas alegres e de bom humor espalham harmonia e felicidade à sua volta.
Seja vigilante. Não permita que um pensamento negativo passe os portões de sua fábrica mental. Corte-o pela raiz. Substitua imediatamente por um pensamento positivo e de confiança.
Existe uma chave para ser feliz: Faça aos outros o que gostaria que fizessem para você.
Faça os outros felizes. Ajude, ame, dê atenção. Se amar os outros, o amor lhe será restituído. Faça boas ações. Pense bem dos outros. Descubra pelo menos uma qualidade positiva nas pessoas ao seu redor e seus relacionamentos serão melhores e mais harmônicos.
Se você fizer alguém sofrer por alguma ação, você colherá dor. Circunstâncias e meios desfavoráveis serão sua colheita.
Procure manter equilíbrio mental e aprenda a não se aborrecer. Em vez de apenas reagir com o ego negativo, com impulsividade ou raiva, procure controlar suas ações. Evite pensar, falar ou agir de maneira errada.
Esforce-se para falar consigo mesmo e com os outros com suavidade. Se conseguir um pequeno controle sobre os seus pensamentos e suas palavras, você terá um rosto calmo, uma voz suave e, seus olhos e semblante serão brilhantes.
Pare com o hábito de reclamar. Evite falar de maneira áspera ou aquilo que possa afetar os sentimentos das outras pessoas.
Se precisar reclamar, não fale com agressividade. Mude o tom de voz e as suas palavras. Além de não haver conflitos, a outra pessoa ficará mais aberta a lhe ouvir e a corrigir o que fez de errado. Ao desenvolver esses sentimentos de tolerância e compreensão, você harmonizará a si e aos outros.
Quem espalha compreensão e alegria produzirá circunstâncias tão favoráveis que estas lhe trarão felicidade. Quem espalha tristeza e dor para os outros, construirá, de acordo com a lei do pensamento, circunstâncias tão desfavoráveis que estas lhe trarão tristeza e dor. Portanto, a pessoa, pela sua maneira de pensar, cria seu próprio caráter e destino.
O capitão de um navio que tem conhecimento do mar e bússola pode navegar tranquilamente. Do contrário, poderá naufragar. Assim, quem possui conhecimento das leis do pensamento poderá viver melhor, ter mais saúde, serenidade e realizar seus ideais.
Pensamentos de amor e de gratidão farão você e os outros à sua volta mais felizes e harmoniosos. Cultive pensamentos de confiança, perdão, tolerância, bondade e será mais alegre e tranquilo.
Cultivar bons pensamentos é vencer a si próprio. Um pensamento de coragem servirá instantaneamente de antídoto para um pensamento de medo.
A pessoa cria o seu próprio destino pelo seu modo de pensar e de agir e sobre isso não existem dúvidas. Pensando certo e se esforçando verdadeiramente, com constância, você poderá melhorar e mudar seu destino.
É importante persistir no treinamento sobre a mente para vencer a si mesmo. Não se desanime com fracassos . Não seja fatalista dizendo que é seu destino, que não adianta se esforçar. Isso traz inércia e estagnação.
No passado, você criou o seu próprio destino pelos seus pensamentos, palavras e ações e, não pode mudar as causas anteriores. Você tem o livre-arbítrio para escolher no momento presente.
Pode refazer e melhorar seu destino. Empenhe-se em manifestar cada vez mais os  pensamentos saudáveis. Pensando, falando e agindo corretamente pode tornar-se próspero, saudável e mais feliz.
Acredite no poder de tornar sua mente saudável. Você alcançará suas aspirações desenvolvendo vontade firme, determinação e persistência. Transforme-se numa pessoa de bom humor, tendo mais paciência com você, com os outros, com a vida.

Muitas vezes os problemas são criados pela mente e verdadeiramente não existem. Pare de pensar negativamente. Pare de imaginar e fantasiar o que não existe. Não se desgaste por coisas que não merecem tanta atenção. Não guarde raiva porque alguém lhe deu uma fechada no trânsito ou foi indelicado com você. Em vez de ficar remoendo esses acontecimentos, e até falando sobre isso para os outros, simplesmente esqueça. Deixe lá no passado onde aconteceu.

Em vez de se aborrecer com as críticas injustas, com as palavras ásperas, com a incompreensão, pense que o outro não está bem e pode estar passando por alguma dor física ou psicológica. Em vez de considerar uma ofensa, tente sentir compreensão por essa pessoa.
Não incorpore o problema dos outros e mantenha seu próprio equilíbrio. Aprenda a não se aborrecer. Desenvolva tolerância e paciência e perceba como vai ter mais disposição e energia.
Contemple: Para que perder sua energia e bom humor superdimensionado pequenos problemas ou guardando mágoas?
Se tiver alguma discussão com seu marido ou esposa, namorado, amigo ou parente, procure dialogar quando os ânimos estiverem calmos. Não deixe que o orgulho e o ego negativo dominem criando mais conflitos. Não durma com raiva. Peça desculpas ou converse calmamente.
Cultive delicadeza, amabilidade, simpatia e abra seu coração para o bem-estar e alegria. Quando você ajuda alguém ou é amável, você está fazendo bem a si mesmo.
É saudável aprender a ajudar alguém, quando fazemos isso nós nos libertamos de nosso sofrimento, saímos do egoísmo que tanta dor pode nos causar. Compreendemos também que ao fazer um ato bom, adquirimos méritos devido à lei do plantio e da colheita. “ O plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória”.
Egoísmo exagerado causa sofrimento
Se você fica perdido em seus problemas, achando que sofre mais do que qualquer um, entenda que seu maior sofrimento é o egoísmo exagerado. Se esquecer um pouco de si mesmo, se dedicar a alguma obra assistencial ou altruística, se procurar ajudar mais as pessoas ao seu redor, verá como sua infelicidade, sua depressão e tristeza vão se dissolvendo.
Em vez de se sentir tão carente e querer sempre receber carinho e atenção, experimente desenvolver afeto e manifestar carinho. Transforme sua atitude egoísta e infantil, por maturidade e gentileza.

Você vai ter uma mente mais clara e, com discernimento, vai descobrir soluções. Vai perceber que estava fazendo tempestade em copo d’água, como diziam nossos pais.
Muitas vezes os problemas são criados pela nossa mente e verdadeiramente não existem. Pare de pensar negativamente. Pare de imaginar e fantasiar o que não existe. Pare de ficar sempre falando sobre seus conflitos e você vai parar de sofrer tanto.
Não fique reclamando, se lastimando e culpando os outros. Reflita sobre seus erros e como você pode mudar em vez de apenas ver os defeitos das outras pessoas.
Às vezes, é bom desabafar com algum amigo, mas não deixe que isso se torne uma constante em sua vida. Só fale dos seus problemas em terapia. Não fique contando para as outras pessoas sobre seus problemas, pois além de se aborrecer lembrando-se deles, você coloca mais energia negativa em vez de solucioná-los. Não fique tão apegado aos próprios problemas e limitações, dizendo que não existe saída para você, que esses conflitos internos não têm soluções.
Você pode impedir que problemas ou acontecimentos insignificantes dominem sua vida. Pode cultivar pensamentos bons, saudáveis e funcionais. Pode escolher ser mais feliz e tranquilo. É uma opção sua. Compreenda que cada pensamento molda sua vida e que você só pode sentir o que pensa. Cultive os bons pensamentos porque eles geram autoestima, assertividade e resiliência.
Texto da Escola de Psicologia de Portugal- Por Miguel Lucas.
http://www.escolapsicologia.com/

O que é a inteligência emocional?

3 anos ago · · 0 Comentário

O que é a inteligência emocional?

Considerado o “pai da Inteligência Emocional”, Daniel Goleman é um psicólogo, escritor e PhD da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Goleman ensina que o controle das emoções é essencial para o desenvolvimento da inteligência de um indivíduo. Não há uma loteria genética que define vitoriosos e fracassados no jogo da vida e, embora existam pontos que determinam o temperamento, muitos dos circuitos cerebrais da mente humana são maleáveis e podem ser trabalhados. De acordo com Goleman, portanto, temperamento não é destino.
Daniel Goleman define a Inteligência Emocional como a “capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.”.
Para Goleman, a Inteligência Emocional é a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Como exemplo, o especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida são envolvidas por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com qualidades de relacionamento humano — como afabilidade, compreensão e gentileza — têm mais chances de alcançar o sucesso.
Habilidades da Inteligência Emocional
Segundo Daniel Goleman, a Inteligência Emocional pode ser categorizada em cinco habilidades:
Autoconhecimento emocional
Capacidade de reconhecer as próprias emoções e sentimentos. A ausência desta habilidade de reconhecer os sentimentos nos deixa à mercê das emoções. Pessoas com esta habilidade são melhores “pilotos” das suas vidas.
Controle emocional
Habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida. Tendo consciência das emoções negativas que nos bloqueiam, podemos nos libertar delas por meio de um processo dirigido pela razão.
Se estamos tristes, podemos escolher pensar de maneira otimista, da mesma forma que um passeio pode nos acalmar quando estamos furiosos. Porém, se não conseguimos reconhecer as emoções que estamos vivendo, dificilmente poderemos fazer algo a respeito delas.
Automotivação
Trata-se da capacidade de dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal. Se nos deixarmos levar pela ansiedade e pelos aborrecimentos, dificilmente conseguiremos nos concentrar na tarefa que estamos realizando. Por outro lado, se estivermos motivados, encontraremos prazer no trabalho e não perderemos a calma durante o período de espera pela gratificação.
Reconhecimento das emoções em outras pessoas
Diz respeito à habilidade de reconhecer emoções no outro e ter empatia de sentimentos. Empatia é outra habilidade que constrói o autoconhecimento emocional. Ela permite às pessoas reconhecerem necessidades e desejos nos outros, permitindo-lhes a construção de relacionamentos mais eficazes.
Relacionamentos interpessoais
Habilidade de interação com outros indivíduos, utilizando competências sociais. O relacionamento é, em grande parte, a habilidade de gerir sentimentos de outros. É a base de sustentação da popularidade, da liderança e da eficiência interpessoal. Pessoas com esta capacidade são mais eficazes em tudo o que diz respeito às interações interpessoais.
Desenvolva sua Inteligência Emocional
Todos os seres humanos têm a possibilidade de melhorar e desenvolver qualquer uma das habilidades destacadas por Goleman. A Inteligência Emocional pode ser desenvolvida, treinada e aprimorada com a construção de novos hábitos, novas formas de pensar e se comportar.
Bibliografia: GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional
 

O que é  a Autossabotagem

3 anos ago · · 0 Comentário

O que é a Autossabotagem

 
“A autossabotagem  é uma constante repetição de atitudes negativas contra nós mesmos que se dão de forma inconsciente, porém essas atitudes, na maioria das vezes, passam despercebidas na vida de todos”. Estas sabotagens como podemos verificar, estão mascaradas e enraizadas por um conjunto de desculpas sem sentido, que criam uma imagem negativa de si mesmo. O seu cérebro tende a acreditar em tudo o que ouve, ou que você verbaliza para si mesmo. Se você pode abolir o diálogo auto crítico da sua mente e substitui-lo por mensagens de incentivo, reconfortantes e que puxem por si, então você estará construindo um caminho para derrotar essas sabotagens  e criar uma nova forma de olhar a vida.
RESUMINDO
Na grande maioria das vezes perante a constante autossabotagem da nossa vida, só percebemos o que está acontecendo, numa fase muito avançada do problema. Isto acontece devido à dificuldade de mudar hábitos e rotinas de pensamento instituídas que minam a mudança de perspectiva. Sua vida está no piloto automático, tudo parece natural, até mesmo a forma como aceita as suas debilidades, incapacidades . Neste estado de aceitação confusa, funde-se a uma imagem depreciativa de si mesmo, comprovada pelo seu diálogo autocrítico negativo. De fato, por medo de mudar ou baixa autoestima, o autossabotador não se permite a vitória completa. Ao nosso redor não faltam exemplos de pessoas que não param em empregos e que culpam os outros por isso. Também há os que destroem relacionamentos repetidamente ou procuram por parceiros ou amigos que nunca farão bem a eles. Sem falar naqueles que a um passo da glória fazem um movimento infeliz e põem tudo a perder.
A chave está na origem dos conflitos. É preciso quebrar este ciclo de auto boicote.
A sua própria forma de pensar, boicota a sua vida. Essa negatividade instalada é como uma erva daninha que cresce no quintal da sua casa, propaga-se rapidamente e toma o espaço só para ela.  Mata a esperança e a oportunidade para a mudança.
Você precisa de um novo caminho para sair dessa  forma de pensamento negativo que instituiu na sua rotina diária. E esse caminho pode construir-se na forma de uma pergunta:
“Se você continuar a seguir os mesmos padrões, quais são as chances de alcançar as coisas que você quer e tornar-se na pessoa que espera ser?”
Arrisco  dizer que as suas hipóteses são extremamente reduzidas. Nenhum de nós escreve uma história de vida mais enriquecida sem uma mudança no padrão de ação. Abandone o seu círculo de hábitos de autossabotagem. Reinicie a sua vida, tendo noção de que deve eliminar as falsas verdades que foi construindo e que durante muito tempo orientaram as suas decisões. Acredite em si. Faça coisas que suportem a crença que tem em si. Torne-se o seu maior aliado. Invista na sua vida, você é o seu maior acionista. Aprenda a desenvolver a Inteligência Emocional.
Texto extraído do site www.escolapsicologia.com
 
 

Os dez sabotadores e os dez auxiliares do diálogo interno

3 anos ago · · 0 Comentário

Os dez sabotadores e os dez auxiliares do diálogo interno

 
A linguagem dirige nossos pensamentos para direções específicas, e através da internalização, ela nos ajuda a criar nossa realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para favorecer o diálogo interno e a comunicação externa também.
A seguir apresento  algumas palavras e expressões que devermos observar quando falamos, porque podem  tanto auxiliar como dificultar nossa comunicação interna ou externa.

  • Cuidado com a palavra não. Nosso cérebro não  registra e a frase que contém  “não”, para ser compreendida, traz à mente, o que está junto com ela. O “não” existe apenas  na linguagem e não na experiência. Por exemplo, pense em “não”…(não vem nada à mente). Agora vou lhe pedir que “não pense num gorila cor de rosa”. Eu lhe pedi para não pensar e você pensou, não é? Procure falar sempre no positivo, o que você quer e não o que não quer. Ex: ao invés de dizer para uma criança: “Não bata no seu amigo”. Diga: Trate bem o seu amigo.
  • Cuidado com a palavra mas , pois ela nega tudo o que vem antes. Ex: “você é dedicado,  mas…..” Perceba que tudo o que foi falado antes é anulado . Substitua o mas por e quando indicado. “ Você é esforçado e pode melhorar seu desempenho”.
  • Cuidado  com a palavra tentar que pressupõe a possibilidade de falha. . Intenção não é ação. Obtém-se resultados fazendo as coisas acontecerem.

Eu vou tentar terminar isso …” “Eu vou tentar passar aí no sábado”. A probabilidade de realizar o que prometeu tentar é tremendamente reduzida. Tentar é uma palavra  desprovida de compromisso,   deixando aberto um espaço para desculpas e entraves no caminho daquilo que supostamente se pretende.  Ninguém criou a vida de seus sonhos e resultados positivos, apenas tentando. Faça!  Seja claro dizendo “Eu vou ter isso pronto por volta das …” ou em caso de necessidade: “Eu não posso prometer nada, mas eu farei o meu melhor para … “.

  • Cuidado com as palavras devo, deveriatenho que ou  preciso, que pressupõem que algo externo controla a sua vida. A palavra deveria está repleta de sentimentos de culpa . Você sabe que nunca vai fazer isso e se de alguma forma disser a si mesmo que reconhece que deveria fazer uma determinada coisa, que só por isso se irá sentir melhor,  isso é uma ilusão, a única coisa que poderá contribuir para sentir-se melhor, é fazer exatamente aquilo que verbalizou que deveria fazer. Nem mais, nem menos, simplesmente fazer.

Substitua a palavra “deveria”, por:  quero, decido, vou. Ex:“Eu vou fazer…”  

  • Cuidado com a palavra não consigo que dá a ideia de incapacidade pessoal.

Assim que o seu cérebro ouve a palavra não consigo, ele tira folga. Desliga-se e fica em stand-by, porque já não tem que encontrar uma maneira de realizar essa tarefa. Se disser, “Eu posso conseguir” significa que você abriu um espaço criativo para aprender e explorar novas formas de fazer as coisas. Fale dos problemas ou descrições negativas de  você mesmo, utilizando o tempo do verbo no passado ou acrescente, ainda(que pressupõem que vai mudar). Isto libera o presente. Ex: em vez de “eu tenho dificuldade de fazer isso”, diga, “eu tinha dificuldade” ou “não consigo ainda”.

  • Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do verbo no presente. Ex: em vez de dizer, “vou conseguir”, diga “estou conseguindo”.
  • Substitua se por quando.  “Se” apresenta sempre o elemento de dúvida. Dúvida e insegurança não trazem o que você quer, certeza e confiança fazem as coisas acontecerem. Então, ao invés de “se”, simplesmente transforme essa palavra para “quando”. Um discurso mais apropriado seria: Ex: em vez de falar “se eu conseguir ganhar dinheiro vou  viajar”, fale “quando eu conseguir ganhar dinheiro eu vou viajar”. “Quando” pressupõem que você está decidido.
  • Substitua espero por sei. Ex: Em vez de falar “eu espero aprender isso”, fale “eu sei que vou aprender isso”. esperar suscita dúvidas e enfraquece a linguagem.
  • Substitua o condicional pelo presente. Ex: em vez de dizer “eu gostaria de agradecer a presença de vocês”, diga “eu agradeço a presença de vocês”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.
    Fonte: Apostila de PNL Aplicada pp. 17 e 18 (Instituto de Neurolinguística Aplicada)

Observamos que através da maneira como falamos internamente, desenvolvemos ou a Inteligência emocional ou a autossabotagem.
 
 

Dinâmica cognitiva comportamental

3 anos ago · · 0 Comentário

Dinâmica cognitiva comportamental

 
Situações (gatilhos)   ->      ativam a interpretação através das crenças ->
Que desencadeiam ->     o que eu penso (diálogo interno)   ->
Responsável             ->     pelo que eu sinto (emoções) ->
Determinam                ->      meus comportamentos (ações)    ->
Geram consequências-> Físicas/emocionais/comportamentais.
A terapia Cognitiva Comportamental é um tratamento que se concentra nas vivências cotidianas para ensinar as pessoas a mudarem suas idéias e crenças disfuncionais através de avaliação sistemática dos diálogos internos (DI) e de planos de ação comportamental, com objetivo de reduzir condições aflitivas como ansiedade e aflição.
Ao interpretar uma determinada situação através da Crença, eu posso utilizar uma neuro assinatura funcional (inteligência emocional) ou uma neuro assinatura disfuncional (autossabotagem).
 

NEURO ASSINATURAFUNCIONAL NEURO ASSINATURADISFUNCIONAL
Inteligência emocional: proporciona oportunidade de crescimento Autossabotagem:Gera uma paralisia da autoconfiança/autoestima
 Pensamentos Funcionais (saudáveis e racionais) Pensamentos Disfuncionais  ( fundamentados nas distorções cognitivas)
 Maturidade Emocional Imaturidade Emocional
Coerência Interna – onde eu alinho coerentemente o que eu acredito, penso, sinto e faço com os meus objetivos. Incoerência interna: desalinhamento no acreditar, pensar, sentir e fazer em relação aos meus objetivos.
Resiliência/Superação Potencialização /Dramatização Catastrofização
Fé / acreditar que as coisas vão melhorar Ansiedade/impulso/Preocupação
Coragem/ Ousadia Medos que paralisam a ação
Assertividade  Insegurança (dúvidas e incertezas)

 
Reflita:  Meus pensamentos atuais, me levam a desenvolver a Inteligência Emocional ou a Autossabotagem, nos aspectos Bio – Psico – Social e Espiritual?

Papel dos diálogos internos automáticos na dinâmica cognitiva comportamental

3 anos ago · · 0 Comentário

Papel dos diálogos internos automáticos na dinâmica cognitiva comportamental

Os pensamentos automáticos são uma espécie de “resumo mental” que usa uma ou duas palavras para transmitir o sentido completo de uma situação enfocada, ou de uma conclusão preestabelecida. Em geral, não nos damos conta desses diálogos internos porque eles atuam de maneira instantânea, em um processo chamado de “pensamento automático”.
 Como você aprende a falar consigo mesmo.
O diálogo interno é aprendido à medida que crescemos baseado na interação que temos como adultos que nos são importantes: nossos pais, professores, irmãos mais velhos.
O seu diálogo interno, ou sejaas palavras internas que usa para interpretar o que está acontecendo com você, e para informar como se sente acerca dos eventos externos, determina a qualidade da sua vida emocional. Quando você vê as coisas de forma funcional e construtiva e procura o melhor em cada situação e em cada pessoa, você ganha uma tendência a desenvolver a inteligência emocional.  A nossa qualidade de vida é determinada pela forma como nos sentimos, pensamos e agimos.
As interpretações  dos acontecimentos são feitas através das neuro assinaturas.
Neuro assinatura – é um caminho aprendido que meu cérebro utiliza, que me condiciona interpretar as coisas de forma funcional ou disfuncional.
 Como seu cérebro está conectado
Tomografias computadorizadas de cérebros em atividade têm mostrado que os pensamentos repetitivos registram uma “neuro assinatura”. Quanto mais retornamos a um pensamento em particular, mais difícil fica apagar essa assinatura. É quase uma impressão digital. Os pensamentos repetitivos criam um tipo de percurso no cérebro: geram impulsos para reconstituir continuamente determinados padrões neurais, até se tornar automático percorrer esse circuito: a pessoa se prende a padrões habituais de pensamento e comportamento. Esse nosso comportamento mental é uma forma de autocondicionamento, que se mantém sem nos darmos conta disso.
Esse condicionamento sutil se transforma em um ciclo, no qual nossas emoções e nossa personalidade influenciam nossa biologia – construindo, literalmente, percursos neurais no nosso cérebro – e, por sua vez, nossa parte biológica influencia o emocional, gerando um potencial tremendo para estabelecer a atividade de círculos viciosos e negativos em nossos pensamentos. Esses percursos neurais são chamados de neuro assinaturas.
Neuro assinatura disfuncional – caminho que leva a uma interpretação disfuncional e autossabotadora. Para mudar essa neuro assinatura disfuncional eu devo aprender a utilizar as crenças ligadas a inteligência emocional.
Para adquirir crenças ligadas à inteligência emocional é necessário internalizar conceitos funcionais, a partir das interpretações funcionais  que fazem sentido para mim, tornando-se uma crença. Exemplo:
“Muitas pessoas dizem, eu sei o que é certo pensar, mas eu não consigo”
Não conseguem porque só conhecem o conceito, mas não acreditam nele, porque não internalizaram.
Quando são  internalizadas ,  tornam-se  crenças de inteligência emocional.
 Você sente da mesma forma que pensa
Felizmente, nosso cérebro tem uma capacidade incrível de adaptação, que  chamamos  de “plasticidade”. Isso significa que o seu condicionamento mental é flexível, isto é, é apenas algo que você aprendeu e que pode ser reaprendido de modo diferente. Modifique sua maneira de pensar e a sua visão do mundo se altera, a maneira como você age e sente muda, e sua vida se transforma. Parece uma afirmação exagerada? Mas a verdade é que você sente da mesma forma que pensa ! Sentimentos negativos como ansiedade, abatimento e raiva não são o resultado real das coisas ruins que acontecem, e sim o resultado da forma como você pensa sobre esses eventos.
 Pensamento distorcido
Os psicólogos descobriram que quando ficamos extremamente ansiosos, amedrontados, nervosos, ou em qualquer outro estado de distúrbio emocional, nosso diálogo interno é, com frequência, irracional, exagerado, seletivo e fora da realidade.
Nosso discurso interior é, nesses casos, repleto de verbos no modo condicional (poderia, deveria, seria, estaria, frases que começam com “e se”, generalizações, pensamentos de “tudo ou nada” e acusações. São pensamentos opressivos que levam a autossabotagem.
Exemplo: neuro assinatura de autossabotagem: situação: ( esperando por uma entrevista de emprego)->
DI (diálogo interno:“Eu não faço idéia do que dizer; eles vão pensar que sou idiota) –>
Sentimentos: Sente-se nervoso, tenso->
Consequência: desconforto na barriga.
Exemplo: neuro assinatura de inteligência emocional: situação ( esperando por uma entrevista de emprego)->
DI (diálogo interno funcional: “Eu estou preparado para a entrevista, devo causar boa impressão) ->
Sente-se seguro, calmo e confiante ->
Consequência: bem estar e bom desempenho na entrevista.
Fonte: livro O guia do Preocupado. Dra Beverly Potter. Ed. gente

A estória dos sapinhos

3 anos ago · · 3 Comentários

A estória dos sapinhos

Essa reflexão diz respeito ao universo de significados cristãos.
Era uma vez um grupo de sapinhos…… que organizaram uma competição.
O objetivo era alcançar o topo de uma torre muito alta.
Uma multidão se juntou em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores… A corrida começou…
Sinceramente: Ninguém naquela multidão toda realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre.
Eles diziam coisas como:
“Oh, é dificil DEMAIS!!
Eles NUNCA vão chegar ao topo.”
ou: “Eles não tem nenhuma chance de sucederem. A torre é muito alta!”
Os sapinhos começaram a cair. Um por um…
… Só algums poucos continuaram a subir mais e mais alto…
A multidão continuava a gritar:”É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!”  
Outros sapinhos se cansaram e desistiram…
…Mas UM continuou a subir, e a subir…
Este não desistia!
No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre. Com exceção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo!
Naturalmente, todos os outros sapinhos queriam saber como ele conseguiu?
Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguiu forças para atingir o objetivo?
E o resultado foi… Que o sapinho campeão era SURDO!!!!
A moral da história é:  Nunca dê ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas… …porque eles tiram de você seus sonhos e desejos mais maravilhosos. Aqueles que o Senhor colocou no seu coração!
Sempre se lembre do poder das palavras. Porque tudo o que você falar, ouvir e ler irá afetar suas ações!
Portanto:   Seja SEMPRE… POSITIVO!
E acima de tudo:
Seja SURDO quando as pessoas dizem que VOCÊ não pode realizar SEUS sonhos! Sempre pense:
EU POSSO TODAS AS COISAS NAQUELE QUE ME FORTALECE!!!
Autor desconhecido.

Pérolas

3 anos ago · · 0 Comentário

Pérolas

Essa reflexão diz respeito ao universo de significados cristãos.
Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas”… Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.
Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR. Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola vai se formando.
Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada…
Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas? Você já sofreu os duros golpes do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença?
ENTÃO, PRODUZA UMA PÉROLA!!!
Cubra suas mágoas com várias camadas de amor. Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem. Assim, na prática, o que vemos são muitas “Ostras Vazias”, não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor.
Para perdoar, abrimos mão de nossas certezas e da nossa razão, perdoamos com o coração, com o amor, com a compaixão. O perdão surge através de nós, quando abrimos mão de conservar atitudes e emoções que nos prendem a uma dinâmica destrutiva e cega.
Autor desconhecido

Lenda Japonesa

3 anos ago · · 0 Comentário

Lenda Japonesa

Era uma vez um grande samurai que vivia perto de Tóquio.
Mesmo idoso, se dedicava a ensinar a arte zen aos jovens.
Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali.
Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.
O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final do dia, sentindo-se já exausto e humilhado, o guerreiro retirou-se.
E os alunos, surpresos, perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
– Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
– A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
– O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregam consigo.
*MORAL DA ESTÓRIA:*
*A sua paz interior depende exclusivamente de você.*
*As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir
Autor desconhecido.

A estória do lápis

3 anos ago · · 1 Comentário

A estória do lápis

Essa reflexão refere-se ao universo de significados cristãos.
O menino olhava a avó escrevendo uma carta e perguntou:
– Você está escrevendo uma estória que aconteceu conosco? E, por acaso, é uma estória sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou:
– Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele!
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
– Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
– Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
“Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à sua vontade”.
“Segunda qualidade: de vez em quando preciso parar o que estou escrevendo,
e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.”
“Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça”.
“Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.”
“Finalmente, ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação”. Autor desconhecido.

Onde você colocou o sal?

3 anos ago · · 2 Comentários

Onde você colocou o sal?

 
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal
em um copo d’água e bebesse.
-Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
-Ruim- disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e
levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho
disse:
-Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o
Mestre perguntou:
-Qual é o gosto?
-Bom! disse o rapaz.
-Você sente o gosto do sal? perguntou o Mestre.
-Não disse o jovem.
O Mestre então, se sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
-A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.
É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras
palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago.
Autor desconhecido.

Diálogos internos e a construção da autoestima – Parte 2

7 anos ago · · 12 Comentários

Diálogos internos e a construção da autoestima – Parte 2

Esse texto diz respeito ao universo de significados cristãos.

Ter uma autoestima pode fazer a diferença na vida de uma pessoa.
O que é autoestima? Alguns autores e a maioria dos leigos dizem: É gostar de si mesmo, valorizar-se! Outros dirão: É ter uma opinião positiva de si mesmo, ter uma boa imagem de si. Há quem defenda: É ser confiante, acreditar em si e em sua capacidade. Acredito ser uma definição mais adequada apresentarmos autoestima como a opinião acerca de si (autoconceito), somada ao valor ou sentimento que se tem de si mesmo (amor próprio, autovalorização), adicionado a todos os demais comportamentos e pensamentos que demonstrem a confiança, segurança e valor que o indivíduo dá a si (autoconfiança), nas relações e interações com outras pessoas e com o mundo. Então, não estamos falando apenas de um sentimento que temos por nós mesmos. Mais que isso, estamos falando de pensamentos e comportamentos que temos relacionados a nós mesmos. (Maia, 2005)
O que determina uma baixa autoestima? O que fizemos ou fazemos para que o sentimento e as atitudes que temos conosco tornem-se tão negativos ou tão baixos, diminuindo-nos?
Os estudos sobre autoestima apontam em sua extensa maioria para influências presentes em nossa infância (Rosenberg, 1983 e Coopersmith, 1967). Coopersmith, que realizou um amplo estudo sobre autoestima, aponta como fatores importantes na construção da autoestima: “a) o valor que a criança percebe dos outros em direção a si, expresso em afeto, elogios e atenção; b) a experiência da criança com sucessos ou fracassos; c) a definição individual da criança de sucesso e fracasso, as aspirações e exigências que a pessoa coloca a si mesma para determinar o que constitui sucesso; e, d) a forma da criança reagir a críticas ou comentários negativos.” (Gobitta & Guzzo, 2002 )
Podemos de forma mais abrangente apontar situações que, quando presentes na vida de uma pessoa, são precipitadoras e/ou mantenedoras de uma baixa autoestima, tais como: críticas, rejeições, humilhações, abandono, desvalorizações e perdas. Importante frisar que a construção dessa percepção negativa de si mesmo é resultado de interações sociais (familiares, escolares, profissionais, entre outras…). Nelas a pessoa vivencia situações onde é colocada numa posição de sentir-se inferiorizada e de menor valia.
Coopersmith(1967) afirma, ainda, que “… crianças não nascem preocupadas em serem boas ou más, espertas ou estúpidas, amáveis ou não. Elas desenvolvem estas idéias. Elas formam auto-imagens… baseadas fortemente na forma como são tratadas por pessoas significantes, os pais, professores e amigos”, e eu complementaria dizendo que elas também passam a se comportar, a agir consigo e com as pessoas baseadas nestas experiências.
Então, o que alguém pode fazer para ter uma boa ou elevada auto-estima?
Comecemos com orientações de Coopersmith, para as crianças e os pais:
“a) experimentar uma total aceitação de seus pensamentos, sentimentos e valores pessoais;
b) estar inserido num contexto com limites claramente definidos, desde que sejam justos e não opressores;
c) os pais não usarem de autoritarismo e violência para controlar e manipular a criança, bem como não humilhar, nem a ridicularizar; e,
d)os pais devem apresentar um alto nível de autoestima, pois eles são exemplos vivos do que a criança precisa aprender.” (Gobitta & Guzzo, 2002 )
Complemento com dicas que servem a todos:
1) buscar o autoconhecimento, pois ele permite entender e identificar o que acontece que te faz sentir-se menos valorizado. Ou seja, quais fatos ocorreram (ou ocorrem) em sua vida que geram sentimentos de impotência, tristeza, ansiedade e/ou menos valia;
2) A partir desse levantamento do fato ou dos fatos, encontrar maneiras alternativas de agir naquela situação, para não ser tomado pelos sentimentos. Um exemplo seria a pessoa descobrir seus “pontos fracos” e saber que ela poderá ser criticada por eles, e assim agir sobre eles fazendo cursos, aprendendo com outros ou exercitando mais aquela habilidade;
3) Identificar suas qualidades não apenas os defeitos, isso facilita o engajamento em tarefas onde suas características positivas possam ser realçadas, o que nos leva ao próximo item;
4) Engajar-se em atividades mais prazerosas ou onde se tem um bom desempenho e se é valorizado. Assim, fortalece-se a auto-estima, não pela superação de um problema, mas pelo aumento de atividades que produzam coisas boas si e validem o que se é e o que se faz;
5) Valorizar a si mesmo e sua individualidade empenhando-se em atividades que lhe tragam felicidade, seja cuidar de forma física (melhor auto-imagem), dançar, ler um bom livro, permitir-se ser cuidado, amado e sentir-se especial.
Os benefícios para si tanto na vida pessoal, relacionamento afetivos, familiares, quanto na vida profissional são grandes.
Se alimentarmos nossa autoestima teremos equilíbrio e maturidade emocional.
Equilíbrio e Maturidade Emocional: o equilíbrio e a maturidade emocional ocorrem principalmente através de 3 fatores:
•          Através da Inteligência (aprendendo a corrigir o Diálogo Interno e desenvolvendo uma autoestima saudável)
•          Através da Observação (avaliando o que acontece a sua volta, e refletindo a respeito das conseqüências.)
•          Através da dor e sofrimento. (Geralmente pessoas com baixa autoestima elegem a dor e o sofrimento, para adquirirem maturidade emocional).
Uma das formas mais eficientes de
Autoestima= gostar de si mesmo.
1.         Valorizar-se ( admirando-se)
2.         Respeitar-se (aceitando-se)
3.         Acreditando em si mesmo – (Auto- Confiança).
A baixa autoestima faz com que a pessoa:

  • Se desvalorize (critica-se o tempo todo).
  • Se desrespeite (não se aceita/ rejeita-se).
  • Torne-se refém dos outros.
  • Necessite da aprovação dos outros e acaba se anulando-se.
  • Torne-se uma pessoa sabotadora, ansiosa, insegura, sente culpa e raiva.
  •  Compara-se

Sem autoestima desenvolvemos um diálogo interno ruim. Nossa mente fica em fúria e esperamos que os outros façam pela gente o que não fazemos.
Passos para resgatar a Autoestima:

“ Ninguém pode te fazer se sentir inferior sem o seu consentimento”.
“A gente se vende pelo valor que a gente se dá”
Autor desconhecido.

1.         Corrija o seu diálogo interno ruim.  Utilizando 3 critérios importantes de argumentação interna ( verdade, utilidade e benefício). FP 4:8
2.         Pare de fazer-se  de vitima. Pare de ter pena de si mesmo.
3.         Conscientize-se que está nas suas mãos.
4.         Comece a enxergar a si mesmo como uma pessoa de valor.
5.         Pare com autocrítica .
7.         Pare de cobrar que as outras te elogiem e te amem. Comece por você.
8.         Pare de se condenar e de se sentir culpado.
9.         Perdoe-se.
10.      Pare de bater em si mesmo.
11.      Deixe-se em paz.
12.      Trate-se como um amigo querido.
13.      Procure as mudanças dentro de si.
14.     Pare de se comparar.
De acordo com o pensamento cristão você tem vários motivos para se amar:

  • Você não é um acidente.
  • Você é um projeto de Deus, pois nasceu da mente Dele.
  • Deus decidiu que você seria necessário.

Uma pessoa que tem sua vida dirigida pela baixa autoestima pode desencadear doenças emocionais: depressão, síndrome do pânico, fobias, etc…
O que desencadeia as doenças emocionais?
A culpa : Pessoas dirigidas pela culpa permitem que o seu passado dirija seu presente)
O Rancor: O rancor é uma raiva acumulada. Gera mágoas.
O rancor é um veneno que eu tomo esperando que o outro morra.
O Medo: preserva e paralisa.
O Materialismo: Acreditam que ter mais os tornam mais protegidos, mais seguros. Acreditam que as riquezas promovem  felicidade e tornam-se escravos dela. Ex Jovem rico que foi para o nordeste .
A verdadeira proteção e segurança só pode ser encontrada em Deus através do seu relacionamento com Ele.
A necessidade de aprovação: São pessoas influenciáveis.
Não dá para viver em função de agradar os outros. Essa é a chave para a frustração e para o fracasso.
Conclusão:

  • Através das nossas palavras e do nosso dialogo interno revelamos: nosso caráter, nossa maturidade, e o estado de nossa alma.
  •  O mau uso das palavras destrói relacionamentos.
  • O encontro com Deus transforma nosso modo de pensar, de sentir e de agir.
  • Aprenda a trabalhar a seu favor, e a favor das pessoas que você ama. (Tenha os pensamentos certos, para que você tenha sentimentos bons e atitudes corretas)

Diálogos internos e a construção da autoestima – Parte 1

7 anos ago · · 16 Comentários

Diálogos internos e a construção da autoestima – Parte 1

Diálogo interno é a conversa que a pessoa estabelece consigo o tempo todo, através do seu pensamento. O diálogo interno vai determinar o modo como a pessoa interpreta e lida com o que acontece com ela e a sua volta.
Quando a pessoa respeita, considera, aceita, e admira alguém ela toma o máximo de cuidado no modo como se comunica com essa pessoa, pois não quer causar uma má impressão.
Infelizmente por falta de autoestima as pessoas dizem coisas ruins para si mesmas.
Devemos corrigir nosso diálogo interno: As nossas conversas internas são responsáveis pelas nossas emoções.
Diálogo interno: O diálogo interno pode ser: saudável ou disfuncional.
Disfuncional: Trata-se de uma tagarelice interna desnecessária e desgastante, que desencadeia o transtorno psicológico. Exemplos:
1. Inflamador :esses pensamentos me colocam contra os outros.
2. Sabotador :essa conversa me coloca contra eu mesmo.
3. Potencializador: essa conversa interna catastrofiza, aumenta o que acontece.
4. Crítico: acha defeito em tudo, nunca está satisfeito com nada.
5. Ansioso:vive preocupado com o que pode ou não acontecer.
6. Advinho: imagina que sabe o que as outras pessoas pensam.
7. Mártire: carrega o mundo e os problemas dos outros nas costas.
8. Perseguido:  reclama de tudo, apresenta um diálogo interno derrotista, sente-se vitima das pessoas e das situações.
9. Egoísta: pensa só em si mesmo, não consegue colocar-se no lugar do outro.
10. Controlador : gosta de manipular os outros.
Tratamento :Devemos corrigir nossos diálogos internos, substituindo o diálogo interno disfuncional pelo diálogo interno funcional. 
Funcional:  Trata-se do diálogo que eu estabeleço comigo mesmo e que promove internamente estabilidade emocional. Exemplos:
1. Apaziguador: ( me acalma, aproxima as outras pessoas através da paciência, tolerância).
2. Aliado: eu faço o que for necessário para me tirar da depressão, angustia e medo.
3. Realista: Procura enxergar as coisas de uma forma realista sem maximizar e sem minimizar.
4. Otimista: Procura enxergar o lado bom das coisas.
5. Confiante: Vive um dia de cada vez.
6. Humilde: Aprende a admitir que não é dono(a) da verdade e que as vezes erra e se engano em relação as outras pessoas.
7. Assertivo: Assertividade é a habilidade social de fazer afirmação dos próprios direitos e expressar pensamentos, sentimentos e crenças de maneira direta, clara, honesta e apropriada ao contexto, de modo a não violar o direito das outras pessoas.
8. Resgatador e Resiliente: eu me torno a pessoa responsável em resgatar a minha autoestima e me tornar resiliente – A resiliência é a capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse etc. – sem entrar em surto psicológico. Assim entendido, pode-se considerar que a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades. Refere-se à habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse.
9. Amoroso: aprendo a olhar o outro com compaixão, colocando-me no lugar das pessoas e me conscientizando que todos nós estamos em processo de feitura, estamos nos construindo, não estamos prontos, e que devíamos carregar uma placa: estamos em obras, manuseie com cuidado e proibido jogar lixo.
10. Respeitoso: Aprendo a respeitar os outros e deixo querer ter sempre razão. Desisto de querer que as coisas sejam sempre do meu jeito, e de ser professor 24 hs por dia.
Os nossos diálogos internos denunciam a maneira como nos percebemos e nos tratamos. Nesse sentido considero relevante abordarmos a questão da autoestima.
 

Erros de pensamentos

7 anos ago · · 7 Comentários

Erros de pensamentos

Os erros de pensamentos são denominados:  distorções cognitivas. As distorções são formas de pensar distorcidas da realidade, padronizadas pelos eventos da vida e que geram grande sofrimento para si próprio ou para os outros com quem convive.

Essas distorções são expressas em pensamentos automáticos disfuncionais, sendo um processamento de informações emocionais equivocado onde, nossos esquemas mal adaptativos distorcem a realidade para que esta se torne condizente com nossas crenças centrais de desamparo, desamor e desvalorização.A Terapia Cognitiva Comportamental (TCC), visa à reeducação de pensamentos e de crenças distorcidos ou disfuncionais, ou seja, a TCC nos ensina a desconstruir as distorções internas, enfraquecendo o Diálogo Interno Disfuncional.

ERROS  DE  PENSAMENTOS  MAIS  COMUNS/ ARMADILHAS COGNITIVAS DESENCADEADAS POR ERROS DE PENSAMENTO:

1-      Leitura mental: Você imagina que sabe o que as pessoas pensam sem ter evidências suficientes. A pessoa acha que sabe o que os outros estão pensando e não considera outras possibilidades mais prováveis. Por exemplo: “Ele acha que sou um fracasso”,  “Ele pensa que sou uma idiota.”
2-      Advinhação do futuro: Você prevê o futuro – que as coisas vão piorar ou que há perigos pela frente. Você acredita que o que aconteceu ou vai acontecer é tão terrível e insustentável que não será capaz de suportar. A pessoa prevê o futuro negativamente sem considerar outros resultados mais prováveis .Por exemplo: “Seria horrível se eu fracassasse” , “Vou ser reprovado no exame” ou “Não conseguirei o emprego”
3-      Catastrofização: É quando nós potencializamos, aumentamos a gravidade das coisas, transformando uma dificuldade em uma impossibilidade, e uma situação difícil em uma catástrofe. Meu filho ainda não chegou, deve ter acontecido algo ruim.  Esperarei mais um pouco, pois não conseguirei dormir mesmo”, ou “Meu namorado  não atende o celular, deve estar com outra.
4-       Rotulação : Você atribui traços negativos a si mesmo e aos outros. Quando a pessoa se habitua a colocar um rótulo global e fixo sobre si mesmo ou sobre os outros sem considerar as ocorrências. Por exemplo: “Sou indesejável” ou “Eu sou idiota mesmo!” ou “Os homens são todos iguais!”  Esses rótulos são simplesmente abstrações que levam à raiva, ansiedade, frustração e baixo amor próprio.
5-      Desqualificação dos aspectos positivos: Você afirma que as realizações positivas, suas ou alheias, são triviais.”.  A pessoa diz para si mesmo que experiências, atos ou qualidades positivos não contam.       Por exemplo:  “Eu fiz bem aquele projeto, mas isso não significa que eu seja competente; eu apenas tive sorte.” A pessoa rejeita experiências positivas insistindo que elas não contam.  Desqualificar o positivo tira a alegria da vida e faz a pessoa se sentir inadequada e não recompensada. Este é o preço que a pessoa paga  por não qualificar as coisas que acontecem em seu cotidiano.
6-       Filtro negativo : Você foca quase exclusivamente os aspectos negativos e raramente nota os positivos. Por exemplo: “Veja todas as pessoas que não gostam de mim”.
7-      Supergeneraliz0ação: Você percebe um padrão global de aspectos negativos com base em um único incidente. A pessoa tira uma conclusão negativa radical que vai muito além da situação atual. Exemplo: “Nessa escola não tenho amigos, assim como era no colégio anterior.” Outros exemplos comuns: “Todos os meus namorados irão me trair.”, “Isso geralmente me acontece, ou ” eu não termino nada que eu começo”.
8-      Pensamento dicotômico: Pensamento preto-e-branco, polarizado e tudo ou nada, sempre ou nunca, é 8 ou 80: A pessoa vê uma situação em apenas duas categorias em vez de em várias alternativas. Exemplo: “Se eu não for um sucesso total, eu serei um fracasso.” A pessoa perfeccionista normalmente faz uso constante desse erro de pensamento e isso faz com que se sinta inadequado e desvalorizado quando o sucesso esperado não vem. Pensamentos dicotômicos tendem a contribuir para episódios depressivos e separações conjugais. Por exemplo: “Sou rejeitado por todos” ou “Tudo isso foi perda de tempo”, ” Meu cônjuge nunca me tratou bem’.
9-      Afirmações do tipo “deveria”: Você interpreta os eventos em termos de como as coisas devem ser, em vez de simplesmente concentrar-se no que elas são. Ditadura dos deverias, pois emprega constantemente os termos: “eu deveria”, “eu tenho que”. Por exemplo: “Eu deveria me sair bem. Caso contrário, serei um fracasso”.
10-  Personalização: Você atribui a si mesmo culpa desproporcional por eventos negativos e não consegue ver que certos eventos também são provocados pelos outros, quando a pessoa guarda para si mesmo a inteira responsabilidade sobre um evento que não está sob seu controle. Por exemplo: “Eu não cuidei bem do meu filho, por isso ele está internado no hospital”. “Meu namorado me traiu porque eu estava estressada.” “Meu casamento terminou porque falhei”.
11-  Atribuição de culpa/ Síndrome da Vitima : Você se concentra na outra pessoa como fonte de sentimentos negativos e se recusa a assumir a responsabilidade da mudança. Por exemplo: “Estou me sentindo assim agora por culpa dela(e)” ou “Meus pais são a causa de todos os meus problemas”.
12-  Comparações injustas: Você interpreta os eventos em termos de padrões irrealistas, comparando-se com pessoas que se saem melhor do que você e concluindo, então, que é inferior a elas. Por exemplo: “Ela é mais bem-sucedida do que eu” ou “As pessoas conseguem realizar seus sonhos, mas eu não consigo”.
13-  Orientação para o remorso: Você fica preso à ideia de que poderia ter se saído melhor no passado, em vez de pensar no que pode fazer melhor agora. Por exemplo: “Eu poderia ter conseguido um emprego melhor  se tivesse me esforçado mais”
14-  E se…? Você faz uma série de perguntas do tipo “e se…” alguma coisa acontecer, e nunca fica satisfeito com as respostas. Por exemplo: “Sim, mas e  se eu não conseguir respirar? “E se eu perder o emprego”?. Essa distorção gera muita ansiedade.
15-  Raciocínio emocional: Você deixa os sentimentos guiarem sua interpretação da realidade. : A pessoa  pensa que algo deve ser verdade porque  “sente” (em realidade, acredita) isso da maneira tão convincente que acaba por ignorar ou desconsiderar fatos e evidências. Exemplo: “ Sinto-me deprimida, por isso nada dá certo na minha vida”.Eu sei que eu faço muitas coisas certas no trabalho, mas eu ainda me sinto como se eu fosse um fracasso.”
16-  Incapacidade refutar: Você rejeita qualquer evidência ou argumento que possa contradizer os pensamentos disfuncionais/inadequados. Por exemplo, quando você pensa “Não sou digna de amor”, rejeita como irrelevante qualquer evidência de que as pessoas gostem de você. Consequentemente, o pensamento não é refutado.
17-  Buscar lógica em tudo (onde não há lógica). Exemplo: “Querer entender o porque de acontecimentos que ocorrem ao acaso e encontrar o motivo ou o culpado para tudo.
18-  Falácia da mudança. Esperamos que as outras pessoas mudem para se adequarem a nós se fizermos pressão ou as convencermos o suficiente. Precisamos mudar as pessoas, porque as nossas esperanças de felicidade parecem depender inteiramente delas.
19-  Foco no julgamento: Você avalia a si próprio, os outros e os eventos em termos de preto-e-branco (bom-mau ou superior-inferior), em vez de simplesmente descrever, aceitar ou compreender. Está continuamente se avaliando e avaliando os outros segundo padrões arbitrários e concluindo que você e os outros deixam a desejar. Você se concentra nos julgamentos dos outros e de si mesmo. Por exemplo: “ Fulano fez isso porque não presta”. ou “ Essa pessoa não se dá bem na vida porque não se esforça o suficiente”.
20-  Depois eu faço: Procrastinaçao: A pessoa tende a deixar tudo para depois e vai adiando tarefas e acumulando várias atividades, geralmente a procrastinação é desencadeada pela insegurança. Essa distorção promove muita culpa. Ex: Na próxima semana começarei meu regime.
 

Os 3 últimos desejos de Alexandre o Grande.

9 anos ago · · 30 Comentários

Os 3 últimos desejos de Alexandre o Grande.

Encontrei esta estória, sobre um suposto episódio da vida de Alexandre, o GRANDE.
Não sei se isso realmente aconteceu, mas gostei tanto, que gostaria de dividi-los com vocês. Eis o resumo:
Quando à beira da morte, Alexandre convoca seus generais e seu escriba e relata a estes seus 3 últimos desejos:
1 – que seu caixão seja transportado pelas mãos dos mais reputados médicos da época;
2 – que seja espalhado no caminho até seu túmulo, seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…);
3 – que suas duas mãos sejam deixadas balançando no ar, fora do caixão, a vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, pergunta a Alexandre a razão destes. Alexandre explica então:
1 – Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão, para mostrar aos presentes que estes NÃO têm poder de cura nenhuma perante a morte;
2 – Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3 – Quero que minhas mãos balancem ao vento, para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos, de mãos vazias partimos.
Muitas vezes, passamos um longo tempo de nossas vidas, correndo desesperadamente atrás de algo que desejamos, seja um amor, um emprego, uma amizade ou uma casa.
Se isso está acontecendo com você, reflita sobre o seguinte: Não corra atrás das borboletas; cuide do seu jardim e elas virão até você.
Nosso Senhor Jesus Cristo disse:”Buscai em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça e as demais coisas lhe serão acrescentadas”.
A vida usa símbolos para que possamos entender que, antes de merecermos aquilo que nós desejamos, precisamos estar prontos e maduros. Um ponto crucial para identificar a maturidade de um homem é perceber qual a relação que este estabelece com Deus; pois quanto mais o homem se aproxima de Deus, menos priorizará a busca incessante pelas coisas materiais.
Devemos compreender, que a vida segue o seu fluxo e que ele é perfeito. Tudo acontece no seu devido tempo. Nós é que nos tornamos ansiosos e estamos constantemente querendo ‘empurrar o rio’. O rio corre sozinho, obedecendo o ritmo da natureza.
Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, embora vivam no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão.
Mas, se nos dedicarmos a cuidar do nosso jardim, a transformar o nosso espaço (a nossa vida) num ambiente agradável, perfumado e bonito e colocarmos Deus no centro deste jardim (nossa vida), será inevitável; as borboletas virão até nós.
Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá. Autor desconhecido.
 

Deus nunca erra

9 anos ago · · 0 Comentário

Deus nunca erra

Essa reflexão diz respeito ao universo de significados cristãos.
Um rei que não acreditava na bondade de DEUS. Tinha um servo que em todas as situações lhe dizia: Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito , Ele não erra!
Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.
Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.
O servo apenas respondeu: Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; e ele sabe o por que de todas as coisas
O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo . Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.
Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.
Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu -o muito afetuosamente. Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens , justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?
Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito
Ele nunca erra! Muitas vezes nos queixamos da vida e das coisas aparentemente ruins que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito.
DEUS NUNCA ERRA !
Autor desconhecido

As sete necessidades básicas da criança – Parte 1

9 anos ago · · 3 Comentários

As sete necessidades básicas da criança – Parte 1

Resumo do livro: As sete necessidades básicas da criança. John M.Drescher, Editora mundo cristão.
O resumo desse livro refere-se a visão cristã ligada à educação de filhos.
Ser bom pai ou boa mãe:
No mundo de hoje existem famílias de todo o tipo e pais de todo o tipo. A maioria das pessoas desejam ser bons pais, mas as crianças não vêm com manual de instruções.
Sermos bons pais dá trabalho. A questão é ajudar as crianças a crescer e estimular os seus potenciais. É um trabalho que precisa de muita paciência e compreensão, mas pode ser muito recompensador. Quanto melhor compreendermos estas tarefas, melhor as executaremos.
O trabalho dos pais é difícil porque temos as nossas próprias necessidades que devem ser satisfeitas tão urgentemente quanto as dos nossos filhos. É delicado encontrar o equilíbrio entre as nossas necessidades e as dos nossos filhos. Devemo-nos orgulhar quando atingimos esse objetivo.
Não existem pais perfeitos. Todos cometemos erros, mas quanto melhor compreendermos a nossa tarefa, melhor será nosso desempenho e nossos filhos poderão atingir  maior  equilíbrio na vida.
Vejamos quais são as sete necessidades básicas de uma criança:
NECESSIDADE DE UM SENTIDO DE SIGNIFICADO
Todo ser humano necessita ser notado e reconhecido como uma pessoa de valor.
A criança busca atenção.
Como você se sentiria se estivesse num grupo de pessoas conversando e as outras não te dessem atenção?
Certa vez um professor levou as crianças do pré para fazerem um passeio num laticínio, após algumas explicações, ele perguntou: alguém quer fazer alguma pergunta?
Uma mãozinha levantou-se e disse: “Você viu minha camiseta nova”?
Quando a criança não é notada quando expressa um comportamento certo ela: derrama o leite na toalha, joga as coisas no chão, destrói os brinquedos, tem crises de raiva, grita em lugares públicos para ser notada,  a criança pode não comer adequadamente porque descobriu que se ficar protelando os pais se preocuparão com ela.  Se esses comportamentos inadequados terminassem na infância talvez pudéssemos suportá-los, mas o jovem que não adquiriu o sentido de significado, costuma correr em alta velocidade com o carro para chamar a atenção das outras pessoas, assumem modismos e comportamentos estranhos, etc.
Como essa necessidade básica de significado pode ser suprida?
Nada é mais importante para a felicidade de uma criança, assim como para o seu sentido de significado, do que o amor dos pais, um pelo outro. Se os pais estiverem felizes e satisfeitos um com o outro, esta felicidade será transmitida para a criança.
Os pais devem mostrar afeição, amor um pelo outro na frente dos filhos. “A falta de afeição entre os pais é a maior causa de delinqüência que conheço” diz o juiz Philip Gillian.
Cuidem-se, dêem atenção um ao outro, sejam colaboradores um do outro, sejam gentis, afetuosos.
O filho não deve ser o centro das atenções do casal. O resultado são crianças egocêntricas e “O que posso ganhar” torna-se o lema principal da vida dele. O filho tem que saber que ele completa a alegria do casal, ele faz parte de algo que já existe. O centro correto é o relacionamento marido-mulher. O afeto na família aumenta a alegria e o prazer da vida. Famílias afetuosas proporcionam saúde física, emocional e crescimento espiritual. Os homens e as mulheres oriundos de famílias afetuosas estão mais bem armados para lidar com a frustração e o desapontamento da vida diária. Podem também mais facilmente atingir objetivos comuns.
O afeto é uma ligação emocional a outra pessoa. Isso inclui carinho, amor e devoção. As crianças desenvolvem-se com carinho. As crianças aprendem a ser afetuosos e delicados com a família, o amigo e o vizinho através dos exemplos que lhes damos. Mostrando-lhes como as pessoas  se preocupam umas com as outras, e se dão umas com as outras. Imitam o que fazemos, o que somos e o que queremos ser. É por isso que dizer apenas “Faça isto” ou “Não faça isso” não dá resultado.
Devemos permitir que as crianças sejam crianças e não mini-adultos. É falsa a suposição de que  criança deve ser empurrada o mais rapidamente possível para o desempenho de papéis mais amadurecidos.  Muitos pais desejam realizar-se através dos filhos. Querem que seus filhos experimentem e obtenham coisas que foram negadas a eles. Os filhos tornam-s uma projeção do seu ego. Cuidado! Forçá-los a desempenhos prematuros, geram sentimentos de frustração e incompetência, pode surgir ai um sentimento de inferioridade por não atender satisfatoriamente os anseios dos pais.
Certo pai disse ao filho: “não sei o que será do seu  futuro, acho que ninguém  nunca vai te dar um emprego. Você nunca será nada na vida.” Se uma criança ouvir repetidas vezes que jamais será nada, começará a acreditar nisso. Se não conseguir ser bem sucedida na vida, a culpa não será inteiramente sua.
Como construir um sentido de Significado?
Suas atitudes como pai/mãe em relação a vocês mesmos. A auto-estima de vocês irá afetar a auto-estima de seu filho.
Deixe que seu filho ajude em casa. Crescer é ser necessário. A tentação é afastar a criança e fazer você mesmo. Elogiar a criança desde cedo quando ela faz pequenos serviços, lhe dará uma sensação de significado.
Apresente seu filho a outros. O nome é muitíssimo importante para a criança assim como para o adulto. Quando os pais ou outras pessoas consideram a criança digna de ser apresentada pelo nome, isso contribui para que ela desenvolva um senso de dignidade.
Deixe que a criança fale por si mesma. Muitas vezes humilhamos uma criança falando por ela, agindo assim os pais demonstram para a criança que ela é insignificante e desqualificada para falar por si mesma.
Dê a criança o privilégio de escolha e respeite suas opiniões sempre que possível. As crianças devem ter a oportunidade de escolher, aprendendo a conviver com os resultados de suas decisões. Quando permitimos a criança que ela faça uma escolha, nós lhe damos um sentimento de significado.
Passe tempo com o seu filho. Quando os pais não dão atenção para o seu filho, este irá atingir esta atenção de modo desagradável, através de padrões negativos de comportamento.
Certa vez um menino ficou olhando o pai encerar o carro e disse: “Pai, o seu carro vale muito, não é?” È verdade” respondeu o pai. “Ele custou caro. Vale a pena cuidar dele. Quando tiver de vendê-lo, posso receber mais se estiver bem cuidado.”Depois de refletir um pouco, o menino disse: “Pai eu acho que eu não valho muito, não é?”
Nós transmitimos ao nosso filho um senso de auto-respeito quando arrumamos tempo para ouvir suas preocupações, quando baixamos o jornal ou o volume da tv para dar-lhe atenção, quando olhamos em seus olhos ao falar.
Parte 1  Parte 2   Parte 3   Parte 4

As sete necessidades básicas da criança – Parte 2

9 anos ago · · 1 Comentário

As sete necessidades básicas da criança – Parte 2

Resumo do livro cristão: As sete necessidades básicas da criança. John M.Drescher, Editora mundo cristão.
O resumo desse livro refere-se a visão cristã ligada à educação de filhos.

NECESSIDADE DE SEGURANÇA

A criança tem uma necessidade íntima de certeza, de sentir-se segura, de ter chão sólido sobre os seus pés.
Fazemos as crianças se sentirem seguras conforme:

  • A forma como os abraçamos e tocamos.
  • A forma como os alimentamos, lavamos e arranjamos.
  • O tom de voz que usamos.
  • Uma rotina regular. Comida nutritiva, água limpa e ar são necessários para nos mantermos vivos. Não podemos viver sem eles. Um sono regular é igualmente importante. As crianças, mesmo pequenas, podem sentir um enorme stress e ansiedade se não satisfazem as suas necessidades corporais básicas.
  • Disciplina adequada
  • O sentimento de pertencer é uma necessidade psicológica profunda. A criança quer fazer parte de uma família, uma classe, uma equipe, se sentir que não pertence é claro que ficará insegura.
  • As crianças podem desenvolver noções mais saudáveis acerca de si, se fizermos todas estas coisas com prazer, amor e cuidado.

Condições que criam insegurança:

  1. Conflito entre os pais
  2. Mobilidade (pais que mudam o tempo todo, não fixam raízes).
  3. Falta de disciplina adequada- As vezes os pais estão de bom humor e são demasiadamente permissivos, mas quando estão aborrecidos ou nervosos não toleram nada.
  4. Ausência dos pais cria insegurança – os pais são tidos como pessoas fortes que protegem, a ausência deles faz com que a criança sinta-se desamparada.
  5. Críticas contínuas fazem com que a criança sinta medo de ser ousada, criativa e se dar mal. O excesso de criticas faz com que a criança pense que os pais não gostem dela –Os pais também podem provocar sentimentos de rejeição quando fazem coisas para a criança com ar de martírio.

Pais inseguros – os pais inseguros geralmente tem grande dificuldade de prover disciplina consistente. Eles mudam de um extremo para outro. Vão da permissividade ao castigo severo, dependendo de como se sentem na hora.
 

NECESSIDADE DE ACEITAÇÃO

A criança que não se sente aceita pelos pais torna-se  vulnerável à pressão destrutiva do grupo. Ela luta pela aceitação por parte de outros. A maneira como a criança é aceita nos primeiros anos de vida, determina em parte a estima que tem de si mesma e de outros quando chega a idade adulta. Se o ambiente no lar inclui uma aceitação feliz e satisfeita da criança, ela sente-se valorizada e forte.
Porque as crianças sentem falta de aceitação;

  1. As criticas constantes fazem com que a criança crie sentimentos de rejeição, fracasso e desajuste. Certo jovem disse uma vez: “ Raras vezes, ou praticamente nunca, eu me sentia como tendo feito a coisa certa. Meus pais me criticavam por fazê-las ou não fazê-las. Experimentava frustração contínua e finalmente acabei com medo de tentar qualquer coisa sozinho”.
  2. Comparar a criança com outra transmite falta de aceitação. Não existem crianças iguais e comparar uma com a outra é uma grande injustiça. A comparação contínua cria sentimentos de inferioridade.
  3. A superproteção de uma criança no geral contribui para o seu sentimento de não-aceitação. Os pais são algumas vezes como a mãe que disse ao filho: “ Filho não quero que entre na água até que aprenda a nadar” Como ele vai então aprender ? A subproteção é menos perigosa que a superproteção. Os pais devem evidentemente proteger os seus filhos do perigo, todavia pela superproteção o espírito de aventura, ousadia do filho pode ser prejudicado, instilando um espírito de temor em lugar de fé.
  4. Esperar demais do filho pode criar sentimentos de não-aceitação. Se a criança for levada a tentar demasiadamente alcançar o comportamento certo, isto pode fazer sentir-se desajustada. Isto não significa ceder sempre aos caprichos do filho. O comportamento inaceitável precisa de limites.

Aceitação significa respeitar os sentimentos e personalidade do filho, embora lhe mostrando que o comportamento negativo é inaceitável. Aceitação significa que os pais gostam sempre da criança, sem levar em conta seus atos ou idéias.
O que fazer para mostrar ao seu filho que ele é aceito?

  • Reconheça seu filho como único, respeite sua individualidade.
  • Expresse seu amor ao seu filho, deixe que a criança saiba que você a  ama e que realmente a aprecia.
  • Aceite os amigos do seu filho- o lar deve ser um lugar aonde ela possa trazer livremente seus amigos e aonde eles gostem de ir. Deixe que ele saiba que você aprecia os amigos dele.
  • Deixe de exigir perfeição dos seus filhos. Quando reconhecemos  que não somos perfeitos e cometemos falhas demonstramos sinceridade aos filhos – isto dá esperança aos filhos ,  evitando assim que eles nos achem hipócritas.
  • Trate seu filho como uma pessoa de valor – Use palavras como: dá licença ao invés de saí da frente. Por favor- ao invés de pega pra mim, Obrigado ao invés do silencio implícito que quer dizer:  não fez mais que a sua obrigação.

Em resumo somente quando a criança se sente aceita pelos pais e que se sentirá aceita pelos outros e por Deus.
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As sete necessidades básicas da criança – Parte 3

9 anos ago · · 3 Comentários

As sete necessidades básicas da criança – Parte 3

Resumo do livro cristão: As sete necessidades básicas da criança. John M.Drescher, Editora mundo cristão.
O resumo desse livro refere-se a visão cristã ligada à educação de filhos.

NECESSIDADE DE AMOR

Quando perguntamos a um pai se ama seu filho, esperamos que ele responda: “claro que sim”. Todavia, a pergunta mais importante seria esta: Seus filhos sabem que são amados?
Estudos nos mostram como é importante a criança se sentir amada.
Uma pesquisa interessante foi realizada com um grupo de dez adolescentes desajustados, onde foi perguntado o seguinte:
Há quanto tempo seus pais disseram a você que o amava?
Apenas um jovem pôde lembrar-se disso, mesmo assim não conseguiu dizer quando.
A mesma pergunta foi feita a outro grupo de dez jovens sem nenhum desvio comportamental e que se destacavam por serem os melhores alunos da escola e aceitos como líderes destacados. Todos responderam que nas últimas 24 horas receberam algum tipo de manifestação de amor dos pais. As respostas foram: “Esta manhã, Na noite passada, e ontem”.
O amor é uma reação aprendida. Aprendemos a amar. A criança nasce sem saber amar, mas com grande capacidade para amar. A medida que o bebê recebe amor, ele corresponde a esse amor e aprende a dar amor em troca.
O amor entre os pais afetam a capacidade de amar da criança.
O amor deve também ser verbal. Como o amor é comunicado?
Alguns acham que não precisam ficar falando o tempo todo que ama o filho, porém não hesitam em usar palavras de reprovação e censura a toda hora. Quantas vezes por dia você diz ao seu filho que o ama e que ele é especial? e Quantas vezes você o repreende?
Amor pede ação- falar palavras de amor, mas não agir com amor, também é inútil.
Amor envolve confiança. Certa vez um pai disse ao filho que iria estudar em outra cidade: “ Filho, não conheço bem o mundo em que você vai entrar, mas conheço muito bem você e confio em você”. O jovem jamais se esqueceu das sabias palavras do pai.
O amor exige disposição para ouvir. Dar atenção a criança enquanto ela fala, olhando nos seus olhos é um ato de amor. Os pais que ouvem o filho quando criança, terão um filho que lhes dará ouvidos ao crescer.
Quando um filho estiver dando muito trabalho aumente a doze de amor.
Amor significa compartilhar experiências. Hora da refeição, hora de brincar, lazer,  etc.
O amor reconhece que pessoas são mais importantes que coisas. Jamais diga a seu filho: “ Vou gostar de você se,…ou Gosto de você, mas…” Diga simplesmente eu te amo incondicionalmente.
Muitos pais dizem. “A minha infância foi muito difícil, vou tornar as coisas mais fáceis para o meu filho” esses pais no geral destroem exatamente o resultado que desejam. Querem que o filho saiba o quanto o amam, mas roubam da criança o tempo que lhe poderiam dar enquanto trabalham duro para comprar aquelas coisas que julgam que irão fazê-la feliz. È claro que a intenção do pai é boa, mas o resultado não. Amar é tomar tempo um para o outro, é estar junto, é participar do crescimento, é conversar ao redor da mesa, é rir, é ouvir, é mostrar ao outro que ele é importante, especial, é dar ao outro sentido de pertencer, é orar junto, é trocar experiências ensinando e aprendendo.

NECESSIDADE DE ELOGIO

“Ao elogiar e amar  uma criança, não amamos e elogiamos  o que já existe, mas aquilo que esperamos que venha existir.”                                    J.W. Goethe
Quando procuramos algo na criança para elogiar sempre encontramos.
Martinho Lutero disse: “Poupe a vara e estrague a criança – isso é verdade, mas mantenha sempre uma maçã à mão e dê ao seu filho quando se comportar bem”.

  • A falta de reconhecimento faz com que a criança sinta-se desnecessária.
  • Elogie seu filho por atos de generosidade e bondade.
  • Os pais devem elogiar os filhos pelo esforço e não apenas pelo resultado.
  • Elogie a criança quando tomar iniciativa.

Não há outra coisa que encoraje mais uma criança a amar a vida, e buscar ser bem sucedida e obter confiança, do que o elogio adequado, e sincero.
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